MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

terça-feira, 6 de junho de 2023

Soneto à Rainha Máxima - Por Félix Maier

 


Soneto à Rainha Máxima

 

 Félix Maier 

 

No Reino dos Países Baixos brilhante,
A Rainha Máxima em seu esplendor,
Assessora Especial da ONU, radiante,
Em visita a uma escola de real valor.

Escola-Classe 312 Norte, um encanto,
Inclusão e aprendizado a florescer,
Indígenas e excepcionais no acalanto,
De mãos dadas, juntos a crescer.

As crianças, com brilho no olhar,
Recebem a nobre visita real,
Em seus corações, sonhos a bailar.

A Rainha traz a magia consigo,
Um conto de fadas, tão especial,
Um legado que sempre terá abrigo.


Obs.: 

Em visita ao Brasil, rainha Máxima defenderá prioridade de inclusão financeira e saúde financeira

01 Jun 2023

https://brasil.un.org/pt-br/234327-em-visita-ao-brasil-rainha-m%C3%A1xima-defender%C3%A1-prioridade-de-inclus%C3%A3o-financeira-e-sa%C3%BAde


No dia 9 de junho de 2023, Sua Majestade Máxima Zorreguieta Cerruti (natural de Buenos Aires, Argentina), Rainha Consorte dos Países Baixos (Holanda), Assessora Especial da ONU pra projetos do microcrédito, visitou a Escola Classe 312 Norte (o Diretor da EC 312 Norte é Roberto Pereira Alves e a Orientadora Educacional é Valdenice dos Santos Maier), junto com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a Secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, para conhecer o projeto do DF "Aprender Valor", uma parceria entre a Secretaria de Educação do DF e o Banco Central do Brasil.


Leia, ainda, "Escola pública apresenta projeto de sucesso à Rainha dos Países Baixos" em https://www.educacao.df.gov.br/escola-publica-apresenta-projeto-de-sucesso-a-rainha-dos-paises-baixos/.


quinta-feira, 1 de junho de 2023

Nicolás Maduro, o criminoso - Por Gazeta do Povo

Nicolás Maduro e Lula da Silva


Nicolás Maduro, o criminoso

Por Gazeta do Povo

01/06/2023

Olá, tudo bem? Aqui fala Jones Rossi, editor de Ideias e Mundo da Gazeta do Povo.

Você sabia que existe uma recompensa de US$ 15 milhões (equivalente a R$ 75 milhões na cotação atual) por Nicolás Maduro, o ditador comunista da Venezuela e amigão de Luiz Inácio Lula da Silva, que adora um ditador bem rastaquera? De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Maduro integra o cartel Los Soles (Os Sóis), que atua em conjunto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para traficar cocaína. Esse sujeito foi recebido com pompa e circunstância esta semana pelo presidente do Brasil, uma vergonha mundial.

Quero saber quais são as principais acusações criminais contra Maduro, o amigão de Lula
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/trafico-de-drogas-e-armas-quais-sao-as-principais-acusacoes-criminais-contra-nicolas-maduro/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias

Maduro, porém, não é “apenas” ditador e traficante de drogas. Ele também está sendo investigado pelo Tribunal Penal Internacional pelos seguintes crimes cometidos em sua ditadura comunista: “assassinato; encarceramento ou outra privação severa da liberdade física; tortura; estupro; perseguição a um grupo ou coletividade identificável por motivos políticos; e desaparecimento forçoso de pessoas.”

Quero saber o que Nicolás Maduro já fez contra os direitos humanos dos venezuelanos
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/o-que-nicolas-maduro-ja-fez-contra-os-direitos-humanos-dos-venezuelanos/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias

E a vergonha não parou por aí. Seguranças de Lula e de Maduro agrediram jornalistas que tentavam falar com o criminoso venezuelano. E sabe o que a Federação Nacional dos Jornalistas fez? Tão feroz contra as verbalizações de Bolsonaro, simplesmente se limitou a reproduzir uma notinha do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal. Confira abaixo:

Quero saber como a entidade lulista Fenaj reagiu à agressão a jornalistas por seguranças de Lula e Maduro
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/lulista-fenaj-terceiriza-critica-sobre-agressao-a-jornalistas-por-segurancas-de-lula-e-maduro/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias


***

Não deixe de conferir:

Crise prolongada

► Como a Venezuela passou o Haiti e se tornou o país mais pobre das Américas
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/como-a-venezuela-passou-o-haiti-e-se-tornou-o-pais-mais-pobre-das-americas/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias7

Condições de vida
► Venezuela tem 94,5% da população vivendo na pobreza

https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/venezuela-tem-945-da-populacao-em-situacao-de-pobreza/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias


Crise chavista
► “Se eu tivesse ficado na Venezuela, teria morrido de fome”
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/se-eu-tivesse-ficado-na-venezuela-teria-morrido-de-fome/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias


terça-feira, 30 de maio de 2023

A sereia de Fernando de Noronha - Por Félix Maier

 


A sereia de

FERNANDO DE Noronha

 

 Félix Maier 

 

Fernando de Noronha, ilha de encantos,

De águas cristalinas e vida marinha,

Onde peixes multicoloridos são tantos,

O mar um caleidoscópio em linha.

 

O Morro do Pico se ergue majestoso,

Um desafio aos que desejam subir.

Mas o cenário lá do alto é grandioso,

E faz o esforço valer a pena sentir.

 

Já o Morro Dois Irmãos, gêmeos altivos,

Se assemelham aos seios de uma sereia

Boiando na beira da praia, lascivos.

 

Fernando de Noronha, tesouro encantado,

Que a natureza caprichou em pintar,

Em cada canto, um desenho abençoado.


A autodefesa de um povo - Por Félix Maier

 



A AUTODEFESA DE UM POVO

 

Félix Maier

 

Era uma vez uma cidade pacata no interior do Brasil, onde havia somente duas ruas principais, divididas por um riozinho e ladeadas por montanhas. Nas encostas, escadarias de pedra, fazendo a vez de ruelas, levavam as pessoas às suas casas. Era um povo feliz que vivia principalmente do comércio e do emprego em uma fábrica de tecidos. 

Havia uma igreja católica, duas escolas municipais e um pequeno hospital dirigidos por freiras alemãs, e uma delegacia de polícia onde o delegado não tinha muito a fazer, já que ações de bandidos só eram ouvidas no rádio e vistas nas fitas de faroeste americano projetadas no telão do pequeno cinema utilizando um gerador elétrico. Não havia energia elétrica, nem televisão, porém um gramofone movido a bateria era ouvido na casa do prefeito a tocar árias de óperas italianas na voz de Mario Lanza e cantorias de Vicente Celestino, como O Ébrio. Somente o prefeito, o advogado e o dentista possuíam carro na cidade, o Ford Bigode. 

Com o tempo, a cidade foi crescendo, principalmente depois que chegou a luz elétrica e a televisão, e uma cervejaria se instalou no município, aproveitando a água limpíssima das montanhas. Muitas casas foram construídas, em pouco tempo, dobrando a população. Com a vinda de muitos estranhos, a até então pacata cidade começou a ter problemas de segurança, com furtos de roupas nos varais, assim como frutas e legumes dos pomares e das hortas, além de furto de ovos, galinhas, queijo e salame nas colônias, quando cães latiam de madrugada, espantando as raposas de duas pernas, que fugiam com o ganho fácil na mão grande. Vez por outra, um gatuno recebia uma carga de sal no bumbum, disparado por alguma espingarda carregada pela boca, do tipo “espera um pouco”. 

A delegacia da polícia, com efetivo ridículo, não dava conta de proteger a população, sempre chegando à cena do crime depois da cerveja derramada. A cidade foi crescendo, ocupando outros vales e encostas, depois que mais duas fábricas de tecidos se instalaram no município, além de outra cervejaria. Escolas e hospitais foram construídos, alguns particulares, outros públicos, e igrejas evangélicas começaram a medrar na cidade como cogumelos no campo. Com o crescimento desordenado da cidade, a população mais pobre começou a ocupar cada vez mais o alto das encostas das montanhas, devastando a flora original da Mata Atlântica, o que ocasionava deslizamentos de terra durante as trombas d’água, enterrando na lama e matando cada vez mais gente. 

Com o aumento de roubos e furtos, um coronel aposentado da PM, que havia feito um curso de Segurança em Israel, passou a reunir em sua casa conhecidos e amigos, propondo uma ação conjunta dos cidadãos, para aumentar a segurança, já que o governo nada fazia. Em Israel, segundo discursava o oficial, a população, voluntariamente, oferece um dia e uma noite de trabalho por semana, para ajudar a polícia nos trabalhos de patrulhamento da cidade, além de auxiliar no trânsito de carros. Esse sistema comunitário de Segurança aumentou naquele país depois da dissolução da União Soviética, quando muitos judeus emigraram para Israel junto com seus negócios de drogas. Em Israel, segundo afirmava o oficial, até general aposentado presta serviço ao público, como ajudar as pessoas a atravessar faixa de pedestre, com estridente apito na boca. 

A ideia do oficial aposentado foi recebida com euforia por grande parte da população, obviamente, aquela que não quer sofrer roubo ou furto e é contra a venda de drogas, cada vez mais escancarada. 

Assim, foram organizados grupos com três pessoas, homens e mulheres maiores de idade, um deles sempre armado de revólver, com registro da arma e licença para uso em geral, para realizar rondas na cidade, especialmente à noite, com a anuência da prefeitura, após a Câmara dos Vereadores aprovarem uma lei a respeito do assunto. A violência na cidade diminuiu consideravelmente. A população passou a sentir-se mais segura e feliz. 

Porém, um deputado federal, eleito também com votos da população local, começou a fazer campanha contra essa iniciativa, dizendo que serviço de Segurança não compete ao povo, mas ao Estado, e que deveria ser aprovada uma lei federal para implantar tal procedimento. O deputado foi apoiado por muitos políticos, especialmente por aqueles que defendem o uso recreativo das drogas e o fim da PM. Assim, esse serviço voluntário em prol da defesa da vida e dos bens dos munícipes foi perdendo força, restando meia dúzia de grupos abnegados que continuaram a fazer patrulha à noite, à revelia de tudo. Não é preciso dizer que a violência aumentou, para gáudio também dos drogados, aumentando o número de zumbis na cracolândia local. 

Com o crescimento da violência, aumentou também o número de estupros de mulheres. Algo tinha que ser feito, para enfrentar essa modalidade de covardia absoluta. Foi então que o velho oficial aposentado propôs que meninas, moças e senhoras passassem a realizar curso de defesa pessoal, como judô e jiu-jitsu. O coronel, ele próprio, se prontificou para ensinar às mulheres voluntárias o Krav Magá, que é utilizado em Israel por serviços de Segurança, Exército e Serviço Secreto, como defesa pessoal corpo a corpo. 

Com o tempo, aumentou o número de marmanjos sendo atendidos nos hospitais, com um ombro deslocado, com um dedo quebrado ou com os testículos inchados, e hematomas no rosto e no corpo, não sabendo explicar direito aos médicos e enfermeiras o que havia ocorrido, inventando uma mentira estapafúrdia. O número de estupros caiu abruptamente. 

O tal deputado federal também começou a se opor a essa modalidade em massa da autodefesa de mulheres e mocinhas, especialmente depois que apareceu com o nariz quebrado num pronto-atendimento hospitalar. Coincidência ou não, o prefeito socialista havia implantado um curso de defesa pessoal aos presidiários, para que ocupassem melhor seu tempo, sem ociosidade. 

Moral da estória: quando um governo trata melhor os bandidos, oferecendo auxílio-reclusão, sem se importar com as famílias das vítimas que foram mortas, o povo fica marginalizado e entregue à própria sorte.


sexta-feira, 26 de maio de 2023

Deus é fiel - Por Félix Maier

 

David Luiz


Deus é fiel

 

 Félix Maier 

 

“Deus é fiel”, falam camisas de atletas

Em campos de suor, luta e muita coragem.

Mas será que a fé é mais do que trombetas?

Ou só um mero gesto de imagem?

 

Ser fiel a Deus é mais do que um adágio.

Requer atitudes, não apenas palavras.

Pois “a fé sem obras é morta”, ensina Tiago.

E o amor a Deus não pode ser de fachada.

 

Se a camisa é símbolo de fé profunda,

Que os jogadores sejam fiéis ao Senhor

Em todos os momentos, na alegria, na dor.

 

Que suas vidas sejam exemplos de conduta,

E que a fé que professam seja verdadeira.

Deus é fiel e espera fidelidade absoluta.


O soneto - Por Félix Maier

 


O soneto

 

 Félix Maier 

 

Forma poética, sublime e bela,
Que encerra em si a magia da escrita,
Encanto na calmaria e na procela,
Com metro e rima, poesia infinita.

Quatro estrofes, forma tão definida,
Decassílabos que fluem em harmonia,
Em cada palavra um convite à vida,
Em cada verso a alma se extasia.

Rimas dançam, a história é contada,
No quarteto o cenário se desfia,
Com vagar uma trama é desvelada.

No terceto o desfecho vai raiar
A síntese da dor ou da alegria,
Em verso doce a lira vai sonar.



quinta-feira, 25 de maio de 2023

Mandela em dois tempos - Por Félix Maier

 


Mandela em dois tempos

 

 Félix Maier

 

Mandela em dois tempos, um legado raro

De lutas e sacrifícios, na busca de um amparo,

Contra o Apartheid, feroz segregação,

Na África do sul, um tempo de opressão.

 

Militante corajoso, do CNA fez parte.

Em atos de terror, mostrou sua arte,

Tentando romper as correntes da servidão,

Lutando por igualdade, com bravura e paixão.

 

A prisão foi seu destino, por longos anos,

28 anos de dor, de lutas, de planos.

Mas, mesmo nas trevas seu espírito brilhou

E a esperança em seu coração jamais se apagou.

 

Até que chegou o dia, da liberdade enfim,

Da oportunidade de recomeçar, lutar até o fim.

E Mandela, o líder, o homem da paz,

Mostrou com clareza ao mundo sua força, audaz.

 

Quando se tornou presidente, um novo capítulo começou.

Em vez de odiar, como o Ogro de Nove Dedos, ele mostrou

Um compromisso com a restauração da unidade,

Trabalhando por uma África do Sul de harmonia e diversidade.

 

Seu legado foi reconhecido, com um Nobel da Paz,

Por sua coragem, sua luta, sua visão sagaz.

Soube superar a adversidade, buscando a reconciliação,

Um líder inspirador, um ícone de esperança, uma nobre lição.

 

Que sua jornada inspire o mundo inteiro

A lutar por justiça, igualdade e amor verdadeiro.

E acreditar que é possível, com coragem e união,

Transformar o mundo em um lugar de harmonia e inclusão.