MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

quinta-feira, 28 de março de 2024

Aparelhamento da PF? - Por Félix Maier


Aparelhamento da PF?

Félix Maier

28/03/2024

"A PF é aparelhada pelo PT", diz o deputado Gilvan da Federal.
Nenhuma novidade.
Que instituição pública no Brasil, atualmente, não é aparelhada pelo PT? Só no STF temos "7 líderes do PT".
Romeu Tuma Jr, no livro "Assassinato de Reputações", diz claramente como funciona essa "Gestapo do PT na PF" - cfr. resumo do livro em https://www.agorapb.com.br/2014/02/a-gestapo-do-pt-e-o-pau-de-arara.html#google_vignette.
Claro que nem todos os policiais da PF são petistas. Nem todos se prestam ao serviço de blindar o Ogro de Nove Dedos e execrar Bolsonaro.
A propósito, Lula foi "descondenado", não inocentado pelo STF, como a petralhada repete todo dia, com a chancela do consórcio da mídia antifa (a que se diz antifascista, mas que é fascista por natureza), a máfia das comunicações no Brasil.
Afinal, Lula foi condenado em três instâncias, por unanimidade (9 votos a 0), e até teve a pena aumentada, de 8 para 12 anos. Aquele papo de que a Justiça Federal de Curitiba não era o foro adequado para processar e condenar Lula, por não ter relação com as falcatruas identificadas pela Lava Jato na Petrobras, foi um salto jurídico, do tipo duplo twist carpado, para inocentar o criminoso, torná-lo elegível e se tornar presidente do Brasil pela terceira vez.
Por que o STF não suspendeu o processo contra Lula logo no início, mandando para o "foro adequado", que de repente passou a ser Brasília, e não mais Curitiba, depois do condenado já ter cumprido 580 dias de prisão?
A "descondenação" do ladrão foi o maior golpe antidemocrático registrado no Brasil desde a redemocratização. Golpe esse corroborado pelas autoridades, com a prevaricação do presidente da República e do presidente do Congresso Nacional, que nada fizeram para garantir a Lei e a Ordem democrática.
Só existiu o quebra-quebra de 08/01/2023 porque, antes, houve o 15/04/2021, dia do golpe Supremo.

Tic Tac Tic Tac - Por Félix Maier


Tic Tac Tic Tac

Félix Maier

27/03/2024

Bolsonaro se hospedou na embaixada da Hungria por 48h. Xandão, para não perder o costume, dá 48h para Bolsonaro se explicar.
Mas, até agora, ninguém explicou como o jornal New York Times (NYT) conseguiu essas imagens, de dentro da embaixada da Hungria. Porque ninguém perguntou?
Será que a CIA espiona todas as embaixadas acreditadas no Brasil e repassa muita coisa para a esquerdista NYT, que é anti-Trump e, obviamente, anti-Bolsonaro?
Ou seria um petista infiltrado na embaixada húngara, para vazar as imagens, de modo a acelerar a prisão de Bolsonaro, com a especulação de que ele queria obter asilo político ou fugir do País?
Claro, isso não interessa à esquerda, apurar como foram conseguidas essas imagens.
Hackear adversários é especialidade da esquerda, como foi o caso dos vazamentos de mensagens publicadas no esquerdista IntercePT, de Mister Greenwald, que acabou detonando o juiz Sergio Moro e procuradores em particular, e a Lava Jato em geral.


quarta-feira, 27 de março de 2024

Quem ainda defende o Movimento Cívico-Militar de 1964? - Por Félix Maier

O golpe de Jango estava previsto para
ocorrer em 01/05/1964.


Quem ainda defende o Movimento Cívico-Militar de 1964?

Félix Maier

(Postado originalmente no Blog "Alerta Total", em 31/03/2021)

O Movimento Cívico-Militar de 1964 redundou num contragolpe que impediu a comunização do Brasil e evitou a instalação de guerrilhas comunistas, a exemplo das FARC e do ELN na Colômbia.

A mídia militante só fala em "golpe", quando na realidade ocorreu um “contragolpe” contra Jango e Brizola, que pretendiam fechar o Congresso Nacional e dar um golpe no dia 1 de maio de 1964 - Dia do Trabalho -, como consta em documentos encontrados com subversivos comunistas presos após o contragolpe. Desde 1961, Fidel Castro começou a enviar agentes e armas ao Brasil, oferecendo cursos de guerrilha a brasileiros comunistas, como Francisco Julião, líder das Ligas Camponesas, e comprando fazendas em vários Estados, para criação de focos de guerrilha.

O contragolpe militar, exigido por toda a sociedade em passeatas que levaram milhões de pessoas às ruas de todo o Brasil nas famosas Marchas da Família com Deus pela Liberdade, deveria ser desfechado no dia 3 ou 4 de abril de 1964. Mas, o general Olympio Mourão, junto com os generais Denys, Muricy e Guedes, e o comandante da PMMG, precipitou os acontecimentos no dia 31 de março de 1964, contrariando líderes militares como Castelo Branco, que tentou impedir a marcha de Minas Gerais para o Rio de Janeiro, por achar que seria um fracasso.

Depois, como a insurreição anticomunista não tinha mais volta, Castelo, Costa e Silva – que se autoproclamou Comandante Supremo da Revolução - e demais chefes militares proclamaram a Revolução Democrática, que foi vitoriosa em um dia apenas, depois de serem neutralizadas as ações dos comandos militares do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, simpáticos a Jango, além da prisão de Miguel Arraes, em Recife, que tentou resistir com a ajuda da PMPE. Talvez devido a essa precipitação da marcha militar, os generais Mourão e Guedes tenham conhecido o ostracismo no governo dos generais-presidentes. Seria um ciúme dos revolucionários de última hora?

Na Colômbia, não criaram o AI-5, e 40% do seu território chegou a ficar sob comando das FARC, ocasionando o assassinato de mais de 260.000 pessoas em 60 anos.

Quantos mortos haveria no Brasil, com base nesses números, sabendo que a população colombiana em 1970 era de 21 milhões de pessoas, e a do Brasil, 90 milhões? Um milhão e duzentos mil mortos? Dois milhões de mortos?

Principalmente se Cuba e outros países comunistas mandassem tropas e armas para as "zonas liberadas" de Xambioá, Registro, Caparaó e outros focos guerrilheiros que seriam criados - como ocorreu em Angola -, e os militares não tivessem impedido essa desgraça que iria afetar não só o Brasil, mas todo o território latino-americano, num efeito dominó.

Resumo do resumo: não houve golpe, mas contragolpe. Essa é a verdade. A true history.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net (*)

Por Félix Maier

Félix Maier é oficial reformado do Exército.

Postado por Alerta Total às 02:59:00

(*) Alerta Total (www.alertatotal.net), blog do jornalista Jorge Serrão, está bloqueado pelo Google desde a campanha presidencial de 2022, quando o presidenciável JairBolsonaro e os jornalistas da Jovem Pan News não podiam se referir a Lula da Silva com 5 palavras "desrespeitosas", por ordem do TSE.

Eis o Pentateuco do TSE:

1. Ex-presidiário

2. Descondenado

3. Ladrão

4. Corrupto

5. Chefe de organização criminosa


Leia texto de Félix Maier sobre o assunto em 

https://felixmaier1950.blogspot.com/2022/11/o-pentateuco-do-tse-cinco-palavras.html





quinta-feira, 21 de março de 2024

A Parcialidade Escancarada - Por Carlos Ilich Santos Azambuja

Carlos Ilich Santos Azambuja é autor do livro
A HIDRA VERMELHA.


A Parcialidade Escancarada

Carlos Ilich Santos Azambuja (*)

MÍDIA SEM MÁSCARA, ANO 1, NÚMERO 6, 12 DE DEZEMBRO DE 2002

Acabei de ler os dois volumes escritos por Elio Gaspari (A Ditadura Envergonhada e A Ditadura Escancarada) nos quais ele se propôs reconstituir cerca de dez anos da História do Brasil, desde o governo João Goulart até o final da Guerrilha do Araguaia, em 1974. Analisou a área política dos governos militares, a chamada “repressão” e as esquerdas de todos os matizes, dando ênfase à esquerda armada dos “anos de chumbo”, conforme ele diz.

Valeu-se de arquivos pessoais de diversas personalidades, fundamentalmente dos arquivos do general Golbery e de seu secretário, capitão Heitor (1). Entrevistou dezenas de pessoas, da direita, do centro, da esquerda e da extrema esquerda. Quando da Revolução de março de 1964, Elio Gaspari, aluno da Faculdade Nacional de Filosofia, no Rio de Janeiro, era membro do PCB, conhecido como “Elio Parmegiani”.

Em seu livro, narra em detalhes a morte do estudante Edson Luiz, no restaurante do Calabouço, ocorrida em 27 de março de 1964. Detalhes tão precisos como se ele estivesse lá, assistindo a tudo. Não estava. Tanto não estava que escreveu que o fato ocorreu “a três quarteirões do hospital da Santa Casa”. Outra inverdade. Do restaurante ao hospital bastava atravessar a rua Santa Luzia. Eu estava lá e vi.

No entanto, na Faculdade Nacional de Filosofia, Rio de Janeiro, de onde era aluno, narra a morte, a tiro de revólver disparado por um seu colega, de um estudante da mesma Faculdade. E só. Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP.

Essa foi a primeira parcialidade encontrada em seus livros. Mas há outras, tão ou mais graves, pois distorcem a História ou evitam contá-la como ela foi. Na página 146 do segundo de seus livros escreveu que o Cônsul dos EUA em São Paulo, na segunda metade de 1968, dispunha de contatos que lhe permitiram estabelecer a conexão entre Marighela e os dominicanos, mas que na cópia de um documento da época, liberada pelo Departamento de Estado dos EUA, “a identidade desse interlocutor está protegida por um trecho censurado que equivale a vinte batidas de telex”. Não acredito que o autor desconheça que essas vinte batidas de telex escondam o nome de Hans Rudolph Jacob Mans, terrorista da ALN treinado em Cuba e que usava os codinomes de “Flores”, “Juvêncio”, “Osvaldo” e “Suíço”.

Escreveu ele nas fls 286 de “A Ditadura Envergonhada” que, “por ordem do chefe do gabinete do ministro da Aeronáutica - João Paulo Burnier -, três oficiais e oito graduados da 1ª Esquadrilha de Salvamento e Resgate da FAB, o Parasar, foram colocados sob o comando de um general, municiados com armas cuja numeração estava raspada, equipados com documentos falsos e enviados em trajes civis para patrulhas de ruas”.

Duas mentiras em um trecho de três linhas: o brigadeiro João Paulo Burnier não era, ainda, chefe do gabinete do ministro da Aeronáutica (basta consultar os diários oficiais da época, o que seria muito mais fácil que destrinchar os quilos de papéis dos arquivos do general Golbery). Viria a sê-lo, algum tempo depois. E quem colocou os oficiais e graduados à disposição do general Ramiro Tavares foi o comandante da então Terceira Zona Aérea, ao qual o Parasar era subordinado para fins de emprego na Segurança Interna. Apenas operacionalmente subordinava-se à Diretoria de Rotas Aéreas.

Outra parcialidade escancarada, ou melhor, mentira escancarada, ainda sobre o mesmo assunto, está logo a seguir, na página 303. Escreveu ele que “baseado numa sindicância que Burnier mandara fazer Souza e Mello saiu em sua defesa. Mentira. Quem fez a sindicância foi o brigadeiro Sousa e Silva, chefe do gabinete do ministro Souza Mello. Burnier foi, sim, um dos objetos da sindicância.

Elio Gaspari, que por várias vezes citou o site do grupo Terrorismo Nunca Mais para respaldar algumas afirmações, ignorou a matéria “A Verdade sobre o Caso Parasar” que está lá, no Ternuma. Se não o tivesse ignorado saberia que o brigadeiro Burnier nunca teve atrás de si nenhum movimento político, nem a mídia, e muito menos foi candidato a nada, o que não aconteceu com o capitão “Sérgio Macaco”, acolitado por políticos da esquerda do então MDB e da Frente Ampla, com toda a mídia a seu lado e, graças à notoriedade ganha com o escândalo por ele construído, eleito deputado federal.

Julgo que entre as funções mais nobres dos jornalistas e escritores estão as de investigar e procurar atingir a verdade antes de informar. Gaspari não fez isso. Limitou-se a transcrever versões parciais extraídas de notícias de jornais, bem como declarações de pessoas – inclusive militares – que “ouviram dizer”. Exemplos: ordens para explodir o Gasômetro e assassinar políticos. Isso em uma reunião, de portas abertas, com oficiais, cabos e soldados!

O jornalista, tão minucioso em seus relatos do 31 de março, como os tanques que saíram do Laranjeiras e vieram para o Guanabara, evitou dizer que quem organizou a defesa do Palácio Guanabara, onde se encontrava o governador Carlos Lacerda, foi o então major Burnier. Evitou fazer referência a tudo o que foi narrado sobre o Caso Parasar, minudentemente, pelo jornal O Estado de São Paulo nas edições de 5 de outubro de 1968 e 12 de março de 1978, relatos nunca, por ninguém, contestados. Em 6 de outubro de 1968, editorial escrito por Julio de Mesquita Filho assinalava: “Estamos, portanto, diante de um novo episódio da campanha sub-reptícia que os derrotados de março de 1964 desenvolvem na área militar, para quebrar, primeiro a unidade de cada Arma e, depois, a união das três Forças Armadas”.

O jornalista ignorou também os despachos de três sucessivos ministros da Aeronáutica – publicados pela imprensa – aos requerimentos feitos pelo brigadeiro Burnier pedindo a instauração de um Conselho de Justificação para julgar seus atos à vista dessas acusações que lhe vinham sendo feitas por Sérgio Macaco, especialmente através da imprensa. Um desses três ministros proferiu, a respeito, em 19 de maio de 1980, um despacho concluindo que “as acusações relacionadas com o Caso Parasar eram inadmissíveis” e, ademais, contém o seguinte trecho, que transcrevo: “Oficial vibrante, de extrema dedicação à carreira, patriota sobejamente comprovado, de conduta digna, notável responsabilidade no cumprimento do dever e possuidor de elevado conceito entre superiores, pares e subordinados”. Esse é o conceito do brigadeiro Burnier junto a seus chefes, muito diferente do construído pela esquerda de então.

Entre os diagnósticos de Julio Mesquita Filho e de três ministros de Estado e opiniões outras, encampadas irresponsavelmente pelo autor, fico com os fatos e não com as versões escancaradas da parcialidade. Finalmente, uma outra notória parcialidade está nas páginas 392 e 393, onde faz referência à “fase pistoleira dos terroristas”, alinhando os nomes de três militantes “justiçados” por seus próprios companheiros, alguns, como Marcio Leite Toledo, por terem ousado começar a pensar com a própria cabeça...

Não foram três – o que é mais uma parcialidade descarada. Foram nove. Seus nomes estão lá, no site do Ternuma, tão citado por Gaspari: Geraldo Ferreira (Dissidência da Var-Palmares, em 29 de maio de 1970, no Rio), Ari Rocha Miranda (ALN, em 11 de junho de 1970, em São Paulo), Antonio Lourenço (Ação Popular, em fevereiro de 1971, no Maranhão), Carlos Alberto Maciel Cardoso (ALN, em 13 de janeiro de 1971, no Rio), Marcio Leite Toledo (ALN, em 23 de março de 1971, em São Paulo), Amaro Luiz de Carvalho (PCR, em 22 de agosto de 1971, em Pernambuco), Francisco Jacques Moreira de Alvarenga (Resistência Armada Nacionalista, em 28 de junho de 1973, no Rio; assassinado pela ALN), Salatiel Teixeira Rolins (PCBR, em 22 de julho de 1973, no Rio), Rosalino Cruz Souza (“Mundico”), e “Paulo”, não identificado, respectivamente em agosto e setembro de 1973 (ambos do PC do B, durante a Guerrilha do Araguaia, por terem demonstrado o desejo de abandoná-la). "Mundico"” foi assassinado por Dinalva da Conceição Oliveira Teixeira (“Dina”), transformada em quase heroína pelo jornalista. Fico por aqui. É ou não uma Parcialidade Escancarada?

(*) Carlos Ilich Santos Azambuja, falecido em 2019, foi agente de informações da Aeronáutica e é historiador. O nome é fictício, originado da sigla CISA - Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica, onde trabalhava o militar.

(1) Heitor Ferreira de Aquino (nota de MSM)


quarta-feira, 20 de março de 2024

Claudio Fonteles, o beato de pau oco - Por Félix Maier

 

Claudio Fonteles

Claudio Fonteles, o beato de pau oco

Félix Maier

(18/09/2012)

O que se poderia esperar de quem pertenceu à Ação Popular, a ala terrorista da Igreja Católica?

E quem é Claudio Fonteles, o porta-voz da patifaria, que veio a público dizer que a Comissão Nacional da Verdade decidiu, por unanimidade, que vai apurar apenas as violações de direitos humanos perpetradas por agentes do Estado brasileiro, deixando de fora as barbaridades feitas pelos terroristas, rasgando a Lei assinada por Dilma Rousseff?

Segundo nos informa o coronel Lício Maciel, herói da Guerrilha do Araguaia e autor do livro “Guerrilha do Araguaia - Relato de um combatente”, Fonteles não passa de um beato de pau oco:

“Os religiosos da ala festiva da Igreja sempre estiveram metidos com os comunistas. No Araguaia, a transmissão via rádio para a Rádio Tirana da Albânia saía do convento dos padres de Conceição do Araguaia. A plotagem foi feita por triangulação-rádio e o EB solicitou do Ministério das Comunicações providências. Mandaram um Tenente QAO com Ofício e os padres mandaram-no de volta, continuando as transmissões. Meses depois, um elemento que tinha participado ativamente da rádio-localização, entrou no convento, retirou os cristais e as duas válvulas de potência, silenciando-a definitivamente, sob os protestos de Claudio Fonteles, que estava presente. E Cuma é o nome dele? É o Cid, que está aí mesmo pra provar. Hoje, já são muito bem conhecidos os padres da ala festiva, sendo um dos mais importantes o bispo Evaristo Arns, cujas ligações com o rabino Sobel são conhecidas: o rabino larápio de gravatas forjou e versão da morte sob tortura do jornalista Herzog juntamente com o tal piedoso bispo. Estará o rabinato envolvido, ou foi fato isolado? O admirável povo judeu é frontalmente anticomunista e não iria cometer uma coisa destas. Já os católicos da ala festiva, tipo Beto, Tito, Casaldáliga etc. não sei não...” (in http://fotolog.terra.com.br/navprov:1084, acesso em 31/07/2012).

Que estaria Fonteles fazendo no convento?

(   ) retiro espiritual

(   ) flagelando o corpo com chicote com pontas de ferro

(   ) ajudando na redação das mensagens enviadas para a Albânia

(   ) limpando armas dos guerrilheiros do Araguaia

(   ) todas as afirmações acima são verdadeiras

Claudio Fonteles não passa de um embusteiro. Ele e a famigerada Comissão de paus-mandados provaram que levaram a patifaria ao limite extremo, ao jogar no lixo uma Lei que diz textualmente o seguinte:

Art. 1º. É criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixando no art. 8º. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.

Como qualquer idiota pode comprovar, o texto acima não se refere apenas aos agentes do Estado que tenham cometido violações de direitos humanos, mas a todos os brasileiros envolvidos nas violações, incluindo os terroristas que promoveram assassinatos, sequestros, “justiçamento” de próprios camaradas, torturas, assaltos a bancos, quartéis, casas d’armas, carros-fortes, trens-pagadores, supermercados e pedreiras (em busca de explosivos).

Resta à presidente Dilma Rousseff impor sua autoridade e obrigar a Comissão da Mentira a cumprir integralmente o teor da Lei, não apenas a metade que lhe interessa. Caso não faça isso, está provado que o embuste orwelliano do “esquadrão de Reescritores” do Pravda tupiniquim, de reescrever a História recente do Brasil à cara da esquerda, já tinha o apoio implícito de Dilma para a consumação da patifaria, apesar da Lei, que foi redigida daquela forma apensas para inglês ver.

Não é demais lembrar que a Presidenta é a comandanta-em-chefa das Forças Armadas, as quais ela deveria respeitar, não destilar seu ódio e sua patifaria sem limites durante dois longos anos, que é o prazo da vigência da Comissão da Calúnia.

P. S.: Como esperado, a antiga terrorista da VAR-Palmares nada fez para dar rumo correto aos trabalhos da Comissão, merecendo a homenagem contida na imagem abaixo.






HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO - 31 DE MARÇO DE 1964 - Por Biblioteca do Exército Editora

 



HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO - 31 DE MARÇO DE 1964


Em 15 Tomos

Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 2003


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Tomo 1

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7104/1/31_Marco_1964-Tomo-1.pdf

 

Tomo 2

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7105/1/31_Marco_1964-Tomo-2.pdf

 

Tomo 3

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7339/1/31_Marco_1964-Tomo-3.pdf

 

Tomo 4

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7340/1/31_Marco_1964-Tomo-4.pdf

 

Tomo 5

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7341/1/31_Marco_1964-Tomo-5.pdf

 

Tomo 6

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Tomo 7

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7343/1/31_Marco_1964-Tomo-7.pdf

 

Tomo 8

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7344/1/31_Marco_1964-Tomo-8.pdf

 

Tomo 9

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7345/1/31_Marco_1964-Tomo-9.pdf

 

Tomo 10

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7346/1/31_Marco_1964-Tomo-10.pdf

 

Tomo 11

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7347/1/31_Marco_1964-Tomo-11.pdf

 

Tomo 12

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7348/1/31_Marco_1964-Tomo-12.pdf

 

Tomo 13

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7349/1/31_Marco_1964-Tomo-13.pdf

 

Tomo 14

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7350/1/31_Marco_1964-Tomo-14.pdf

 

Tomo 15

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/7351/1/31_Marco_1964-Tomo-15.pdf

 

BIBLIOGRAFIA: 

MOTTA, Aricildes de Moraes (Coordenador Geral). História Oral do Exército - 1964 - 31 de Março - O Movimento Revolucionário e sua História. Tomos 1 a 15. Bibliex, Rio, 2003.



terça-feira, 19 de março de 2024

31 de Março de 1964: fatos versus narrativas - Por Félix Maier

31 de Março de 1964: fatos versus narrativas

Félix Maier

Lula proíbe comemoração do 60º. aniversário do 31 de Março de 1964.
Mas cantar a Internacional Comunista pode.
Comemorar 100 anos do PCB no Congresso Nacional pode.
Mandar comunista para o STF pode.
Mandar comida para Cuba, para eternizar a ditadura comunista, pode.
Por que não pode ser lembrado o 31 de Março de 1964?
Porque se trata de um acontecimento, em que a verdade fria dos fatos quebra a coluna vertebral da narrativa esquerdista, que há décadas espalha fake news sobre o assunto, afirmando, entre outras mentiras, que pegou em armas para restabelecer a democracia no Brasil.
Que democracia?
A de Cuba, onde foram fazer doutorado de terrorismo, com 17.000 fuzilados no paredón e 20% da população fugindo do país para escapar da fome e da perseguição política?

Um exemplo de "fato histórico" versus "narrativa histórica":

Fato histórico:
Só houve o 8/1/2023 porque, antes, existiu o 15/04/2021, data do golpe do STF, ao "descondenar" um criminoso condenado em três instâncias por unanimidade (9 votos a 0), e que até teve aumentada a pena, de 8 para 12 anos.

Narrativa histórica:
Lula foi condenado injustamente pelo juiz Sergio Moro, para ajudar a eleição de Bolsonaro em 2018 e ser ministro do STF. O STF agiu corretamente, ao anular a condenação de Lula.


quinta-feira, 7 de março de 2024

Narciso digital - Por Félix Maier


Narciso digital

Félix Maier

Narciso moderno, sedutor de espelhos,
Teu encanto se reflete em cada clique.
Nas selfies que tiras, oh, quanta psique!
Ao mundo te exibes, em vãos anseios.

Teus olhares, poços fundos de sismos,
Seduzem as meninas dos próprios olhos.
No espelho, tua imagem são abrolhos
Perfurantes que surgem dos abismos.

Teus longos cabelos, um véu de encanto,
Emaranhados em teus gestos insanos,
Escondem a verdade de teu pranto.

Oh, narciso, cedo ou tarde, com danos
Perceberás que em tua imagem tanto
Não há verdade, só ilusão e enganos.




Ainda não pode colocar só a cabecinha... - Por Félix Maier


Ainda não pode colocar só a cabecinha...

Félix Maier

Dias Toffoli, em 06/03/2024, pede vista sobre descriminalização do porte individual da maconha (para uso próprio) e prolonga a emoção dos drogados.

Os doutos ministros do STF ainda não decidiram se "colocar só a cabecinha" pode caracterizar crime ou não, isto é, quantas gramas de maconha o viciado pode carregar consigo sem ser importunado pela polícia - o que é o mesmo que decidir quantos cm de pênis caracterizam um estupro.

Ora, não existe meio crime, mas crime inteiro, no caso de traficar e usar maconha, não importa a quantidade envolvida. Traficante e viciado são sócios no crime, um não vive sem o outro, e o STF parece que quer se associar a esses criminosos.

Alexandre Moraes sugere estabelecer quantidades mínimas, mas diferenciadas, para porte de maconha por pobre e rico, sem caracterizar crime. Quantidades usadas nas cracolândias seriam umas 10 gramas? E nas festas raves nos iates, 20g?

Com essa brilhante explanação de Alexandre Moaraes, fiquei com a impressão de que o rico, além da cabecinha, vai poder colocar mais alguns cm...

E ainda fazemos piadas de português...

***

Toffoli pede vista e STF suspende julgamento sobre descriminalização da maconha para consumo

terça-feira, 5 de março de 2024

Os Parças: STF, traficantes e drogados - Por Félix Maier

 


Os Parças: STF, traficantes e drogados

Félix Maier

O placar no STF já está em 5 a 1, em favor do porte de pequena quantidade de maconha. Votaram pelos drogados Gilmar Mendes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Rosa Weber. Falta apenas mais 1 voto para o "liberou geral", que pode ocorrer no dia 6/2.

Conforme matéria publicada (https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-julga-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-na-proxima-quarta-feira-28072023), "Os ministros julgam o Recurso Extraordinário (RE) 635.659, que questiona a constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). Ajuizada pela Defensoria de São Paulo, a ação argumenta que o dispositivo fere os direitos à liberdade, privacidade e autolesão, garantidos pela Constituição."

Estabelecer quantidade mínima de porte de maconha (em gramas), para não caracterizar crime, como quer o STF, é o mesmo que estabelecer tantos cm de pênis durante o estupro como também não sendo crime. Só a cabecinha pode?

A única certeza que existe é que o traficante e o drogado são parceiros no crime. Não houvesse viciado, não haveria traficante. Por que o STF quer também ser parça do crime?

Outra questão é sobre a nova commodity, a maconha: será criada a Maconhabras, para distribuição nacional e internacional? O MST será chamado para criar cinturões de maconha em volta das capitais? Ou a distribuição será feita via licitação, com escolha do PCC e CV, os "campeões nacionais" no assunto? Marcola e Fernandinho Beira-mar devem estar exultantes, pelo acréscimo de viciados que os maconheiros do STF estão lhes entregando de bandeja, via AppMaconha em motos e bicicletas.

A propósito, esse é um assunto que deveria apenas caber ao Congresso Nacional, para decidir ou não decidir. Os ministros do STF pró-drogas estão metendo sua estrovenga onde não deveriam, já que não receberam nenhum voto da população para legislar. Quer legislar, candidate-se à Câmara ou ao Senado. E vença o pleito.

Ao STF cabe apenas fazer valer a Constituição Federal e as leis, como estão escritas, sem interpretacoes ideológicas enviesadas (não é prova do ENEM). E, principalmente, não interferir velhacamente em outro Poder da República.

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STF retoma na 4ª feira julgamento sobre porte de drogas

Ação tem 5 votos favoráveis e 1 contrário à descriminalização do porte da maconha para consumo pessoal

https://www.poder360.com.br/justica/stf-retoma-na-4a-feira-julgamento-sobre-porte-de-drogas/