MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Livros e textos históricos para baixar gratuitamente

Livros e textos históricos para baixar gratuitamente




Alô, amigos!

Abaixo, uma lista de obras que podem ser baixadas gratuitamente.

Leitura recomendada, mas somente para os interessados em true history, não em fake histoty.

Félix Maier

 

LIVROS:


AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas (3ª. edição). Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2008. Disponível para download em https://professordiegodelpasso.files.wordpress.com/2016/05/reinaldo-azevedo-o-pac3ads-dos-petralhas.pdf

 

AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas II – O inimigo agora é o mesmo (1ª. edição). Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2012. Disponível para download em https://docs.google.com/file/d/0B7Kmav1S0xnaNVh6WHNFdnZTUmM/view?resourcekey=0-G7QMUgoP-4QaOPeFEd9dwQ

 

CARVALHO, Olavo de. A Nova Era e a Revolução Cultural. Fritjof Capra & Antonio Gramsci (4ª. edição, revista e muito aumentada). Vide Editorial, Campinas, SP, 2016. Disponível para download em https://pdfcoffee.com/a-nova-era-e-a-revolucao-cultur-olavo-de-carvalhodocx-pdf-free.html

 

CARVALHO, Olavo de. O Imbecil Coletivo. Atualidades Inculturais Brasileiras. Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2018. Edição de 1997 está disponível para download em https://ia801304.us.archive.org/1/items/OImbecilColetivoOlavoDeCarvalho/O%20Imbecil%20Coletivo%20-%20Olavo%20de%20Carvalho.pdf

 

CARVALHO, Olavo de. O Jardim das Aflições. De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil (3ª. edição - com posfácio inédito). Vide Editorial, Campinas, SP, 2015. Disponível para download em https://philarchive.org/archive/DECOJD

 

CARVALHO, Olavo de. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Editora Record, Rio de Janeiro, 2013. Disponível para download em https://ensaiosflutuantes.files.wordpress.com/2016/03/o-minimo-que-voce-precisa-saber-olavo-de-carvalho.pdf

 

CASALI, Cláudio Tavares. Araguaia – A Guerrilha dia a dia (1ª. edição). Rio de Janeiro, 2020. Disponível para download em

https://luizberto.com/wp-content/uploads/2020/04/Araguaia-a-guerrilha-dia-a-dia-min.pdf 

 

CONSTANTINO, Rodrigo. Esquerda Caviar – A hipocrisia dos artistas e intelectuais progressistas no Brasil e no mundo. Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2013. Disponível para download em

https://portalconservador.com/livros/Rodrigo-Constantino-Esquerda-Caviar.pdf

 

COURTOIS, Stéphane et al. O Livro Negro do Comunismo - Crimes, Terror e Repressão. Editora Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 1999. Disponível para download em

https://www.academia.edu/9117488/O_LIVRO_NEGRO_DO_COMUNISMO_C?auto=download&email_work_card=download-paper

 

CUMERLATO, Corinne; ROUSSEAU, Denis. A ilha do doutor Castro. A transição confiscada. Editora Peixoto Neto, São Paulo, 2001.

 

GRAEL, Dickson Melges. Aventura, Corrupção e Terrorismo - à sombra da impunidade (2ª. edição). Editora Vozes, Petrópolis, 1985.

 

MACIEL, Lício. Guerrilha do Araguaia - Relato de um combatente. Editora Schoba (2ª. Edição), Salto, SP, 2011. Disponível para download em https://issuu.com/edschoba/docs/guerrilha_do_araguaia

 

ORVIL - As Tentativas de Tomada do Poder. Obra em 2 Volumes (RESERVADO), produzida por analistas de Inteligência do Centro de Informações do Exército (CIE), atual Centro de Inteligência do Exército (CIE). Brasília, 1988. Disponível para download em

https://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

A Editora Schoba publicou o livro físico em 2012, disponível também para download em https://issuu.com/edschoba/docs/orvil

 

SÁNCHEZ, Juan Reinaldo. A Vida Secreta de Fidel. As revelações de seu guarda pessoal. Editora Paralela, Osasco, SP, 2014. Disponível para download em https://dagobah.com.br/wp-content/uploads/2016/12/A-vida-secreta-de-fidel-Juan-Reinaldo-Sanchez.pdf

 

SOLZHENITSYN, Aleksandr. Arquipélago Gulag. Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1976. Disponível para download em https://www.docdroid.net/BUe5N4M/aleksandr-solzhenitsyn-arquipelago-gulag-pdf#page=2

 

USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça (3ª. edição ampliada - índice onomástico). Editora Ser, Brasília, 2007. Disponível para download em

https://pt.scribd.com/document/331663425/A-Verdade-Sufocada-Carlos-Alberto-Brilhante-Ustra-pdf

 

VALLADARES, Armando. Contra Toda Esperança - 22 anos no “Gulag das Américas – As prisões políticas de Fidel Castro. (Edição Eletrônica Condensada - Agosto de 2006 - Distribuição Gratuita no Brasil).

https://portalconservador.com/livros/Armando-Valladares-Contra-Toda-Esperanca.pdf

 

VENTURA, Zuenir. 1968 - O ano que não terminou (Edição Especial). Editora Objetiva, 2018. A Edição Revisada, da Editora Planeta, publicada em 2008, está disponível para download em https://www.livronautas.com.br/Livro/Baixar/1516

 

VILLA, Marco Antonio. Ditadura à Brasileira. 1964-1985: A democracia golpeada à esquerda e à direita. Leya, São Paulo, 2014. Disponível para download em https://teuapp.com/d/visualizar.php?p=15277

 

OUTROS TRABALHOS:


31 DE MARÇO DE 1964: Cronologia e textos históricos

Organizado por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1Y5vkz-Q7lKyCTaFZG40mIm9RfGBjY85y/view

 

AÇÕES ARMADAS COMUNISTAS NA AMÉRICA LATINA: Da Intentona Comunista às ações de Cuba

Organizado por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/18d-qdx8mi3UTUKv8tlw-csYqWQZKUTG6/view

 

A LÍNGUA DE PAU - Uma história da intolerância e da desinformação

Por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1jfaOpIMbwzhlaQxspnA9hBnyHX8KX4_E/view 

 

ARNO PREIS E OS IDOS DE MARÇO DE 1964

por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1qlly7cvMHL0ia6NjXBD9Oqq22Z81Xlm9/view

 

A VERDADEIRA FACE DE NELSON MANDELA

Por Paulo Kogos

https://www.mises.org.br/article/1758/a-verdadeira-face-de-nelson-mandela

 

CONHEÇA O FORO DE SÃO PAULO, O MAIOR INIMIGO DO BRASIL.

Por Felipe Moura Brasil.

https://veja.abril.com.br/coluna/felipe-moura-brasil/conheca-o-foro-de-sao-paulo-o-maior-inimigo-do-brasil/

 

GENOCÍDIO E UNIÃO SOVIÉTICA – The Soviet Story. Documentário de Edvins Snore, 2008. Veja o filme em  https://www.youtube.com/watch?v=_e_-gLw860U

 

HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO - 31 de Março de 1964

Fichamento dos 15 livros editados pela Biblioteca do Exército Editora, feito por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1fsbc3zFomx0w1xoEDT8MTWew3MT03ggo/view

 

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - Uma seleção de textos de Félix Maier e de outros

http://felixmaier1950.blogspot.com/2020/09/memorial-31-de-marco-de-1964-textos.html 

 

MEMORIAL DAS VÍTIMAS DO COMUNISMO - Uma seleção de links para memoriais e historiais, além de textos e imagens que abordam os crimes da mais sangrenta e letal ideologia do século XX - o Comunismo Organizado por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1h3QBf3-wZQhdqWRGjdR3a5hjJyk6GJjd/view

 

O FORO DE SÃO PAULO E AS SUAS INFLUÊNCIAS NO BRASIL

Por Cel Inf MARCOS GOMES PAULINO

https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/3010/1/MO%200861%20-%20PAULINO.pdf


O verdadeiro Che Guevara

Por Humberto Fontova

https://www.mises.org.br/article/260/o-verdadeiro-che-guevara


segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Natal sem fome - Por Félix Maier

Natal sem fome

Por Félix Maier


E você, que fez o L e elegeu o Ladrão, por que ainda não "buscou" o peru de Natal no supermercado?

É de graça.

Mas não vá sozinho.

Você seria preso em flagrante delito. Xandão não iria permitir tão odiento ato antidemocrático.

Coloque uma camisa vermelha, de preferência com foto de Che Guevara, e vá acompanhado de uma quadrilha, no mínimo de 50 vagabundos, fortemente armados, todos de cara amarrada, com algumas mulheres "empoderadas", para aumentar a diversidade. E faça chantagem, ameace em quebrar todo o estabelecimento, se o dono do mercado não "doar" 200 cestas básicas, de espontânea obrigação.

A PM não irá prender ninguém, só garantir para que ninguém seja molestado, para "evitar mal maior". Afinal, ninguém quebrou nada, o dono do mercado doou cestas básicas porque quis.

Foi o que aconteceu na capital da República Federativa dos Bandidos, Brasília, no Atacadista Dia a Dia, em Taguatinga, no dia 17/12/2022. Cerca de 80 vagabundos, vestindo camisas vermelhas, exigiram a "doação" de 150 cestas básicas, caso contrário iriam depredar todo o estabelecimento. A PM foi chamada para conter os terroristas e não prendeu nenhum bandido. Só ficou olhando, para que a chantagem fosse consumada.


Tais revolucionários de esquerda, que na prática estão assaltando supermercados mediante violência explícita e chantagem covarde, fazem parte do Movimento de Lutas em Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Dizem que é para entregar cestas básicas a pessoas cadastradas no Movimento, uma forma radical socialista do "Natal Sem Fome" criado por Santo Betinho, que antes de fazer caridade com a boa vontade de terceiros, foi um laborioso pombo-correio Fidel Castro-Brizola, para levar dinheiro ao maragato refugiado no Uruguai, de modo que criasse um movimento de libertação popular para derrubar a ditadura militar brasileira, no que ficou conhecido como “Os incríveis exércitos de Brizoleone”.

Descalabro semelhante ocorreu no dia 12/12/2022, quando terroristas atacaram a nova sede da Polícia Federal, em Brasília, depois que foi preso um índio fanfarrão que apoiava o presidente Jair Bolsonaro, e vários carros e ônibus foram queimados, ao estilo black blocs de 2013. A PM e os Bombeiros foram chamados, mas não prenderam ninguém, nem apagaram o fogo, só ficaram fazendo cara de paisagem. Era para "evitar mal maior", segundo disseram, como se houvesse mal maior do que não combater atos terroristas que ocorriam naquele exato momento.

A Mídia Antifa (a que se diz antifascista, mas que é fascista por natureza), como a Rede Globo, acusa radicais bolsonaristas de terem praticado a balbúrdia em Brasília. Mas há evidências de que houve infiltração de radicais vermelhos, que gritavam "fora Bolsonaro" enquanto tacavam fogo nos ônibus, para incriminar apoiadores do Presidente.

A onda "Natal sem fome", de assaltos a supermercados, já se estendeu a 17 Estados.

Ainda há tempo para chegar a 27 Estados até o Natal.

Faça o L e cante Noite Feliz.


Mas, antes, na noite de 24 de dezembro, deguste com a família o peru e o vinho roubados no Atacadista daquele maldito capitalista chauvinista que só pensa em lucro, que não tem solidariedade com quem passa fome.

Novos tempos estão chegando, para que a justiça social seja enfim feita no Brasil, a partir de 1 de janeiro de 2023, quando o maior ladravaz da história do Brasil vai subir a Rampa do Palácio do Planalto.

Xandão mandou incluir no inquérito dos "Atos Antidemocráticos" a queima de ônibus e carros em Brasília, coisa dos malditos terroristas bolsonaristas, segundo diz a imprensa. Será que o Xerife, líder inconteste do STF, irá dar 48h para a PM dos Estados que tiveram supermercados atacados, para que identifique e prenda os bandidos travestidos de Robin Hood do Brasilistão?

Vai vendo:


Deputada petista defende invasões a supermercados

https://twitter.com/TerraBrasilnot/status/1604445904165011457?s=20&t=GGMMNawLvn7XDFaBkuTPqg

 

Movimento pró-socialismo faz ação orquestrada de invasão a supermercados em 17 estados 

https://horabrasilia.com.br/movimento-pro-socialismo-faz-acao-orquestrada-de-invasao-a-supermercados-em-17-estados/


Leia
 "Os incríveis exércitos de Brizoleone", de F. Dumont, em 

https://felixmaier1950.blogspot.com/2022/02/os-incriveis-exercitos-de-brizoleone.html




sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Indicadores macroeconômicos do Brasil, sem ideologia - Por Ricardo Bergamini, Prof. de Economia

 Indicadores macroeconômicos do Brasil, sem ideologia

 Ricardo Bergamini - Prof. de Economia


Base: Outubro de 2022


1 - Efeito do Depósito Compulsório e dos Créditos Subsidiados na Taxa de Juros de Mercado (BCB)

Em outubro de 2022, o custo médio de rolagem da dívida interna da União, em poder do mercado, foi de 10,69% ao ano, e ninguém consegue explicar o motivo pelo qual a taxa média de mercado do crédito livre, no mês de outubro de 2022, estava em 42,4% ao ano, ou seja: 4,00 vezes maiores. Ficando a impressão de que os bancos são os ladrões dessa fortuna, quando na verdade é o próprio governo.

 

2 - Estoque da Dívida Líquida da União (ME)

 

Em 2010, o estoque da dívida líquida da União (interna mais líquida externa) era de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.671,4 bilhões (80,97% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 31,74%, comparativamente a dezembro de 2010. Em outubro de 2022, migra para R$ 7.850,2 bilhões (83,40% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 3,00%, comparativamente a dezembro de 2018.

3 - Estoque da Divida Consolidada do Governo Geral – Governo Federal, o INSS e os governos estaduais e municipais (BCB)

Em 2010 o estoque da dívida do governo geral consolidada era de R$ 2.011,5 bilhões (55,0% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.272,0 bilhões (76,7% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 39,45%. Em outubro de 2022 migra para R$ 7.298,7 bilhões (76,8 % do PIB). Sem crescimento real em relação ao PIB comparativamente ao ano de 2018.

 

4 -  Taxa de Investimento (IBGE)

No 3º trimestre de 2013, a taxa de investimento foi de 21,5% do PIB. No 3º trimestre de 2022, a taxa de Investimento foi de 19,6% do PIB. Redução de 8,84% em relação ao PIB.

 

5 - Taxa de Poupança (IBGE)

 

No 3º trimestre de 2008, a taxa de poupança bruta foi de 20,9% do PIB. No 3º trimestre de 2022, a taxa de poupança foi de 16,2%. Redução de 22,49% em relação ao PIB.

 

6 - IPCA (IBGE)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro foi de 0,59%, encerrando uma sequência de três meses em deflação: em julho, agosto e setembro, as variações haviam sido de -0,68%, -0,36% e -0,29%, respectivamente. No ano, o IPCA acumula alta de 4,70% e, nos últimos 12 meses, de 6,47%, abaixo dos 7,17% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2021, a taxa havia sido de 1,25%.

 

7 - IPP (IBGE)

Em outubro de 2022, os preços da indústria caíram 0,85%. O acumulado no ano chegou a 5,04% e o acumulado em 12 meses, a 6,50%. Em outubro, 12 das 24 atividades investigadas tiveram variações positivas de preço ante o mês anterior.

 

8 - Saldo de Caixa em Moedas Estrangeiras (BCB)

 

Saldo de caixa em moeda estrangeira em outubro de 2022 era de US$ 325,5 bilhões, e a dívida externa bruta em moeda estrangeira de US$ 666,9 bilhões. Com saldo devedor de US$ 341,4 bilhões.

 

Caso seja utilizado o saldo de caixa, aumentará a dívida líquida da União.

 

9 - Pesquisa Mensal de Comércio (IBGE)

 

Em outubro de 2022, o volume de vendas do comércio varejista ficou 2,9% abaixo do nível recorde da série ocorrida em outubro de 2020.

 

Em outubro de 2022, o volume de vendas do comércio varejista ampliado ficou no patamar de 6,4% abaixo do recorde alcançado em agosto de 2012

 

10 - Variação do PIB (IBGE)

O Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,4% no terceiro trimestre de 2022 (frente ao segundo trimestre deste ano), na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2021, o PIB cresceu 3,6%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em setembro de 2022, o PIB cresceu 3,0%, frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores. O acumulado do ano foi de 3,2% frente ao mesmo período de 2021.

 

11 - Pesquisa Industrial Mensal (IBGE)

Em outubro de 2022, a produção industrial nacional teve variação positiva de 0,3% frente a setembro, na série livre de influências sazonais. Frente a outubro de 2021, na série sem ajuste, a indústria cresceu 1,7%. No ano, a indústria acumula queda de 0,8% e, em 12 meses, recuo de 1,4%.

 

12 - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE)

 

Base: Trimestre encerrado em outubro de 2022

 

taxa de desocupação (8,3%) do trimestre móvel de agosto a outubro de 2022 recuou 0,8 ponto percentual (p.p.) ante o trimestre de maio a julho de 2022 (9,1%) e 3,8 p.p. frente ao mesmo período de 2021 (12,1%). A população desocupada (9,0 milhões de pessoas) caiu ao menor nível desde o trimestre móvel terminado em julho de 2015, recuando 8,7% (menos 860 mil pessoas) no trimestre e 30,1% (menos 3,9 milhões) no ano.

 

população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) permaneceu estável nas duas comparações.

 

A taxa de informalidade foi 39,1% da população ocupada, contra 39,8% no trimestre móvel terminado em julho e 40,7% no mesmo trimestre de 2021. O número de trabalhadores informais chegou a 39,0 milhões.

 

De um total de 173,6 milhões de pessoas em idade de trabalhar existem apenas 99,7 milhões de pessoas ocupadas, sendo 39,0 milhões de pessoas na informalidade, ou seja: o Brasil possui apenas 60,7 milhões de cidadãos, o resto é miserável dependente de esmola.

 

13 - Política Fiscal (BCB)

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2018, registrou-se déficit fiscal primário de R$ 108,3 bilhões (1,57% do PIB), No acumulado em doze meses até outubro de 2022, registrou-se superávit fiscal primário da ordem de R$ 173,1 bilhões (1,82% do PIB), Redução real em relação ao PIB de 215,92%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2018.

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2018, os juros nominais alcançaram R$ 379,2 bilhões (5,52% do PIB). No acumulado em doze meses até outubro de 2022, os juros nominais alcançaram R$ 573,2 bilhões (6,03% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 9,24%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2018.

 

No acumulado em doze meses até dezembro de 2018, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 487,5 bilhões (7,09% do PIB). No acumulado em doze meses até outubro de 2022, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 400,1 bilhões (4,21% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 40,62%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2018.

 

14 - Política Monetária (BCB)

 

Em outubro de 2022 o volume de operações de crédito foi de R$ 5.214,9 bilhões (54,9% do PIB), sendo:

           

- 59,82% do total - R$ 3.119,4 bilhões (32,8% do PIB) com recursos livres com juro médio de 42,4 % ao ano.

 

- 40,18% do total – R$ 2.095,5 bilhões (22,1 % do PIB) com recursos direcionados concedidos por bancos públicos (CAIXA, BB, BNDES) com juro médio de 10,6% ao ano.

 

A taxa média de juros das operações contratadas em outubro de 2022 alcançou 29,9% a.a.

 

15 - Pesquisa Mensal de Serviços (IBGE)

 

No glorioso retorno do Brasil ao passado, o volume de serviços, em outubro de 2022, ficou 0,6% abaixo de novembro de 2014.

 

16 - Balanço de Pagamentos (BCB)

 

Série história do saldo das transações correntes com base na média/ano foi como segue: Governo FHC (1995/2002) – déficit de US$ 23,4 bilhões = -3,31% do PIB; Governo Lula (2003/2010) – déficit de US$ 6,6 bilhões = -0,52% do PIB; Governo Dilma/Temer (2011/2018) – déficit de US$ 48,2 bilhões = -2,20% do PIB; governo Bolsonaro (2019/2021) - déficit de US$ 30,5 bilhões = -1,85% do PIB.  O déficit em transações correntes nos doze meses encerrados em outubro de 2022 somou US$ 60,3 bilhões = -3,31% do PIB,

17 - Movimentações Financeiras das Contas Externas do Brasil (BCB)

 

De 1995 até 2002 (FHC) o Brasil gerou uma saída líquida (fuga) de US$ 22,2 bilhões; de 2003 até 2010 (Lula) o Brasil gerou uma entrada líquida (captação) de US$ 210,5 bilhões; de 2011 até 2018 (Dilma/Temer) o Brasil gerou uma entrada líquida (captação) de US$ 65,7 bilhões; de 2019 até outubro/22 (Bolsonaro) o Brasil gerou uma saída líquida (fuga) de US$ 47,9 bilhões.

 

18 – Relatório Bimestral de Receitas e Despesas (ME)

 

Na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, a previsão de crescimento econômico para o ano era de 2,10%. No 5º bimestre de 2022, a previsão de crescimento econômico aumentou para 2,70%.

 

Na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, o resultado primário previsto foi de déficit para o ano de R$ 76,2 bilhões. No 5º bimestre de 2022, o resultado primário previsto para o ano migou para superávit de R$ 23,4 bilhões.

 

19 – Principais indicadores de juros e inflação (IBGE/ME/BCB/FGV)

Para manter a inflação do IPCA em 6,47% ao ano custou, no acumulado em doze meses até outubro de 2022, juros de R$ 573,2 bilhões (6,03% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 9,24%, comparativamente ao acumulado em doze meses até dezembro de 2018 de R$379,2 bilhões (5,52% do PIB).

 

IPCA nos últimos doze meses, até outubro de 2022, foi de 6,47% ao ano (inflação da primeira classe, a turma dos 40 salários mínimos).

 

IGPM nos últimos doze meses, até outubro de 2022, foi de 6,52% ao ano (inflação real do mercado).

 

IPP nos últimos doze meses, até outubro de 2022, foi de 6,50% ao ano (inflação dos produtores).

 

Taxa de juros SELIC, em outubro de 2022, foi de 13,75% ao ano.

 

Taxa de juros de longo prazo (rolagem da dívida do governo), em outubro de 2022, foi de 10,04 % ao ano.

 

Taxa de juros para devedores de segunda classe em outubro de 2022, foi de 42,4% ao ano.

 

Taxa de juros para devedores de primeira classe, em outubro de 2022, foi de 10,6% ao ano.

 

20 - Resultado Previdenciário Total da União (ME)

 

Em 2018, gerou déficit previdenciário de R$ 287,5 bilhões (4,10% do PIB). Nos últimos doze meses até outubro de 2022 migrou para déficit previdenciário da ordem de R$ 366,6 bilhões (3,86% do PIB). Redução real em relação ao PIB foi de 5,85% comparado ao ano de 2018. .

21 – Dívidas dos estados e municípios, não pagas, e honradas pela União (ME)

 

Até outubro de 2022, foi honrado pela União o montante de R$ 7,4 bilhões de dívidas, não pagas, dos estados e municípios, conforme quadro demonstrativo abaixo.

 

De 2016 até outubro de 2022, a União teve que honrar pagamento das dívidas, não pagas, dos estados e municípios, constantes do quadro demonstrativo abaixo, no montante de R$ 49,3 bilhões.

 

22 - Diferença entre juros SELIC e juros de longo prazo (BCB)

 

Existe a taxa de juros SELIC divulgada periodicamente pelo Banco Central, destinada às operações de mercado de curto prazo, ou seja: é uma taxa de referência para um dia, que em outubro de 2022 estava em 13,75% ao ano.

 

A outra taxa de juros é a de longo prazo negociada, pelo Banco Central, com grandes investidores, que nos doze meses até outubro de 2022 foi de 10,04% ao ano. Sendo de 10,69% ao ano para a dívida interna em poder do mercado, e -3,10% ao ano para a dívida externa.

 

Nos últimos doze meses, até outubro de 2022, os investidores estão ganhando 3,57% ao ano em seus investimentos no Brasil.

 

23 -  Saldo da Balança Comercial (BCB)

 

Até outubro de 2022, o Brasil exportou US$ 280,6 bilhões e importou US$ 229,3 bilhões, gerando um saldo na balança comercial positivo para o Brasil de US$ 51,3 bilhões. Cabe lembrar que 49,51% do saldo positivo foram obtidos com a China.

 

Até outubro de 2022, o Brasil exportou para a China US$ 76,4 bilhões e importou US$ 51,0 bilhões, gerando um saldo na balança comercial positivo para o Brasil de US$ 25,4 bilhões.

 

Até outubro de 2022, o Brasil exportou para os Estados Unidos US$ 31,0 bilhões e importou US$ 43,8 bilhões, gerando um saldo  na balança comercial negativo para o Brasil de US$ 12,8 bilhões.

 

24 – IGPM (FGV)

 

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) cai 0,97% em outubro, após queda de 0,95% no mês anterior. Com este resultado o índice acumula alta de 5,58% no ano e de 6,52% em 12 meses. Em outubro de 2021, o índice havia subido 0,64% e acumulava alta de 21,73% em 12 meses.   

 

25 - Composição do PIB Brasileiro (IBGE)

No 3º trimestre de 2022, a composição do PIB foi como segue: R$ 161,5 bilhões (6,35%) na agropecuária; R$ 553,1 bilhões (21,74%) na indústria; R$ 1.486,9 bilhões (58,46%) nos serviços e R$ 342,1 bilhões (13,45%) em impostos. Totalizando um PIB de R$ 2.543,6 bilhões (100,00%)

 

Conclusão: 12,12% do PIB brasileiro são impostos sobre produtos (13,45%), menos deflação pelo IPCA (-1,33).


Ricardo Bergamini

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Obs. 1:

Em 9/4/2020, o Professor de Economia Ricardo Bergamini publicou a evolução da dívida total brasileira, de 2002 até fevereiro de 2020. Bergamini dá destaque à dívida interna em poder do Banco Central, que não é lembrada na mídia – uma verdadeira “pedalada fiscal”.

No início do Governo Lula da Silva, a dívida estava em cerca de R$ 1,104 trilhão. Em fevereiro de 2020, chegou a 6,182 trilhões. Confira tabela abaixo.

F. Maier


Dívida Líquida Total da União (Interna e Externa)

 Fonte ME - Base R$ bilhões.

Itens

2002

% PIB

2010

% PIB

2018

% PIB

Fev/20

% PIB

Dívida Interna Em Poder do Mercado

558,9

37,54

1.603,9

41,28

3.728,9

54,13

4.099,9

55,94

Dívida Interna Em Poder do Banco Central

282,1

18,95

694,0

17,86

1.794,3

26,04

1.901,6

25,94

Dívida Externa Líquida

262,9

17,66

90,1

2,32

148,2

2,15

181,1

2,47

Dívida Total Líquida

1.103,9

74,15

2.388,0

61,46

5.671,4

82,32

6.182,6

84,35

PIB 2002 – (R$ 1.488,8 bilhões); PIB 2010 – (R$ 3.885,8 bilhões); PIB 2018 – (R$ 6.889,2 bilhões). Previsão do PIB 2020 – (R$ 7.329,4 bilhões). 

Hoje é dia de divulgação da dívida da União com base em fevereiro de 2020 e, como sempre, a imprensa omite o estoque da dívida em poder do Banco Central no montante de R$ 1.901,6bilhões (25,94% do PIB), sendo essa a parte mais importante da dívida, visto que nada mais é do que uma “pedalada oficial” (aumento disfarçado de base monetária, ou emissão de dinheiro falso). Vejam que essa orgia saiu de 17,86% do PIB em 2010, para 25,94% do PIB em fevereiro de 2020. Crescimento real em relação ao PIB de 45,24%. É nessa lama que o Brasil joga os seus criminosos e imorais déficits fiscais primários. 

Em 2010 o estoque da dívida líquida da União (interna mais líquida externa) era de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.671,4 bilhões (82,32% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 33,94%. Em fevereiro de 2020 migra para R$ 6.182,6 bilhões (84,35% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 2,47%, comparativamente ao ano de 2018.

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Obs. 2: Em 28/12/2022, Bergamini publicou a evolução da dívida brasileira, de 2002 a novembro de 2022:


“Quem não usar os olhos para ver, terá que usá-los para chorar!” (Foerster). 

 

 

Dívida Líquida

Total da União (Interna e Externa) – Fonte ME

Base R$ bilhões.

Itens

2002

% PIB

2010

% PIB

2018

% PIB

Nov/22

% PIB

Dívida Interna Em Poder do Mercado

558,9

37,54

1.603,9

41,28

3.728,9

53,24

5.616,1

57,40

Dívida Interna Em Poder do Banco Central

282,1

18,95

694,0

17,86

1.794,3

25,62

2.126,4

21,73

Dívida Externa Líquida

262,9

17,66

90,1

2,32

148,2

2,12

254,7

2,60

Dívida Total Líquida

1.103,9

74,15

2.388,0

61,46

5.671,4

80,97

7.997,2

81,73

PIB 2002 – (R$ 1.488,8 bilhões); PIB 2010 – (R$ 3.885,8 bilhões).

PIB 2018 – (R$ 7.004,1 bilhões); Previsão PIB 2022 – (R$ 9.784,8 bilhões).

 

 

Hoje é dia de divulgação da dívida da União com base em novembro de 2022 e, como sempre, a imprensa omite o estoque da dívida em poder do Banco Central no montante de R$ 2.126,4 bilhões (21,731% do PIB), sendo essa a parte mais importante da dívida, visto que nada mais é do que uma “pedalada oficial” (aumento disfarçado de base monetária, ou emissão de dinheiro falso). Vejam que essa orgia saiu de 17,86% do PIB em 2010, para 21,73% do PIB em novembro de 2022. Crescimento real em relação ao PIB de 21,61%. Nessa lama que o Brasil joga os seus criminosos e imorais déficits fiscais.

 

Em 2010, o estoque da dívida líquida da União (interna mais líquida externa) era de R$ 2.388,0 bilhões (61,46% do PIB). Em dezembro de 2018 era de R$ 5.671,4 bilhões (80,97% do PIB). Crescimento real em relação ao PIB de 31,74%, comparativamente a dezembro de 2010. Em novembro de 2022, migra para R$ 7.997,2 bilhões (81,73% do PIB). Aumento real em relação ao PIB de 0,94%, comparativamente a dezembro de 2018.

 

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

 

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