MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O Agente Secreto - Por Félix Maier



O Agente Secreto

Félix Maier

Parabéns ao ator Wagner Moura e ao cineasta Kleber Mendonça Filho, pela conquista dos Globos de Ouro (ator e diretor) em 11/01/2026, pelo filme O Agente Secreto. Rumo ao Oscar?

Depois de tantos anos, parece que 1964 é um ano que teima em não terminar. Ano passado foi Ainda Estou Aqui, também com brasileiros premiados  Walter Salles e Fernanda Torres. A guerra fria no Brasil continua mais quente que nunca na cabeça de quem tem uma câmera na mão  na mão esquerda.

Esses filmes feitos por cineastas brasileiros da extrema-esquerda têm todos a única finalidade de exaltar terroristas sanguinários, como Lamarca e Marighella, e demonizar os militares que os combateram, evitando que o Brasil se tornasse uma Cuba continental. A mentira dos terroristas e seus simpatizantes é sempre a mesma: de que empunharam armas para restaurar a democracia no Brasil. Fernando Gabeira, Eduardo Jorge e Daniel Aarão Reis Filho foram dentre poucos militantes políticos (eufemismo para terroristas) que se mostraram honestos, ao afirmar que todos os grupos terroristas brasileiros lutaram em favor da ditadura do proletariado, ou seja, do regime comunista, tendo Cuba por modelo.

O ator Wagner Moura, após a premiação, falou em superação do trauma que a ditadura militar promoveu no Brasil, esquecendo, marotamente, que a ação dos militares foi uma resposta aos atos terroristas, não o contrário. O mesmo ocorreu no Chile e na Argentina, que também tiveram governos militares para enfrentar o terrorismo comunista. Wagner aproveitou para chamar Jair Bolsonaro de fascista. O verdadeiro fascista sempre chama os adversários de fascistas. O fascista Wagner Moura acordou no dia da premiação, se olhou no espelho e... viu um fascista. Vladimir Lênin explica: Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é. Lavrentiy Beria, o chefe do serviço secreto de Josef Stálin, é autor de uma frase 100% fascista: Mostre-me o homem e eu lhe mostrarei o crime.

    O cineasta Kleber Mendonça Filho aproveitou para concitar novos cineastas para fazer filmes sobre a ditadura militar, ao mesmo tempo em que tripudiou sobre Bolsonaro, de que estava preso, não tendo um pingo de humanidade com um homem muito doente, à beira da morte. Claro, filmes de acordo com a sua imagem de ativista da extrema esquerda.

    Tanto Wagner Moura, quanto Kleber Mendonça, não passam de capachos do Sistema Toga Petralha, criado pelo Ogro de Nove Dedos e por Dilma da VAR-Palmares, passando o Brasil a ser uma ditadura praticamente igual à da Venezuela, com o aparelhamento de todos os órgãos públicos. Ambos os farsantes só pensam em mamar nas tetas federais, seja por meio da Rouanet ou do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

A relação de filmes que exaltam criminosos brasileiros, comunistas ou não, é longa: Olga, Batismo de Sangue, O que é isso Companheiro?, Zuzu Angel, Lamarca, Marighella, Ainda estou aqui e, agora, O Agente Secreto, uma marca da patifaria típica da extrema-esquerda e seus cinquenta tons de vermelho-sangue. 

Só um completo idiota ou um patife assumido não entende o estupro que a América Latina sofreu durante a guerra fria, nas mãos de facínoras que se formaram em guerrilha e terrorismo na Rússia, em Pequim e, principalmente, na Cuba de Fidel Castro, com a criação de Vietnãs em nosso Subcontinente Latino a partir da Revolução Cubana, em 1959.

Cineastas como Walter Salles e Kleber Mendonça Filho nos devem filmes honestos, sem esse viés esquerdista de quinta categoria, simpáticos  ainda que de modo enviesado  apenas a assassinos que derramaram sangue em toda a América Latina, acusando os militares que deram a vida para salvar seus países como assassinos e torturadores. Maquiar a triste e cruenta realidade latino-americana durante a guerra fria, em favor de terroristas, é coisa de pulhas.

Que tal começar a ser honesto pelo menos uma vez na vida, fazendo filmes, p. ex., com o reco Mário Kozel Filho e o Tenente Alberto Mendes Jr., trucidados pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), a gangue terrorista de Lamarca? Ou um filme sobre o marinheiro britânico, David Cuthberg, que foi assassinado a tiros por terroristas de esquerda (membros da VAR-Palmares, ALN e PCBR) no Rio de Janeiro, em 5 de fevereiro de 1972?

Que tal fazer um filme sobre Orlando Lovecchio Filho, que sofreu um atentado a bomba da VPR em frente ao consulado americano de São Paulo, em 19 de março de 1968, tendo que amputar a perna esquerda?

Já que Recife é o cenário de O Agente Secreto, que tal fazer um filme sobre o atentado terrorista no Aeroporto de Guararapes, ocorrido em 25 de julho de 1966, por obra da Ação Popular — uma transgenia macabra da antiga Ação Católica, criada em 1935 para combater o comunismo. O ato terrorista tinha como alvo Costa e Silva, então candidato presidencial pelo voto indireto. Na ocasião, morreram o jornalista e secretário do governo de Pernambuco, Edson Régis de Carvalho, e o Vice-Almirante reformado, Nelson Gomes Fernandes, além de o ato terrorista ferir gravemente outras doze pessoas, como o ex-jogador de futebol, Sebastião Tomaz de Aquino, o Paraíba, que teve uma perna amputada, e o Tenente-Coronel Sylvio Ferreira da Silva, que teve fratura exposta do ombro esquerdo, estourou um tímpano e perdeu quatro dedos da mão? Bora fazer esse filme, com muito estrondo e massa cerebral de inocentes voando pelo Aeroporto?

A propósito, o historiador Jacob Gorender acusa o português e ex-padre Alípio de Freitas (que também fez curso de escoteiro em Cuba) de ter sido o mentor do atentado em Guararapes — pelo que foi posteriormente agraciado com mais de R$ 1.000.000,00 pela angelical obra, dinheirama doada pela famigerada Comissão dos Mortos e Desaparecidos Políticos.  

As atividades terroristas de Dilma Rousseff também dariam um ótimo filme. Por que não eternizar a vida da presidenta de múltiplas facetas na juventude terrorista, se escondendo atrás de codinomes como Estela, Wanda, Patrícia e Luíza?

A hora é agora, cineastas farsantes, verdadeiros guerrilheiros de câmera a serviço da desinformação da História recente do Brasil. Vocês não têm vergonha na cara, ao descontextualizar os tristes fatos ocorridos no Brasil nas décadas de 1960 e 70, que até hoje reverberam no País, sempre endeusando terroristas sanguinários, ainda que de modo indireto, ao mesmo tempo em que demonizam as Forças Armadas que os combateram?

 

Leia

As ações armadas comunistas na América Latina – Da Intentona Comunista às Ações de Cuba

Por Félix Maier

https://drive.google.com/file/d/1NM-YQGMFYok4sA6fbzkXi-3PqQeRTX1r/view

Atentado terrorista no Aeroporto de Guararapes, Recife.

Orlando Lovecchio Filho,
teve a perna esquerda amputada.


Veja também:

Eles não eram os mocinhos



P. S.:

And last but not least...

Vi o filme O Agente Secreto, na noite de terça de carnaval, 17/02/2026. Wagner Moura e o cineasta Kleber Mendonça Filho já haviam conquistado os Globos de Ouro (ator e diretor) em 11/01/2026. E foram indicados ao Oscar.

Na verdade, só vi um pouco mais da metade do filme. Teria que ter estômago de tubarão para ir até o fim.

O enredo até começa bem, de suspense, em pleno carnaval da época do governo Ernesto Geisel, visto em fotos nas repartições públicas. Porém, o filme não esclarece a vida passada do protagonista, se foi um cruel assassino de algum grupo terrorista da extrema esquerda ou apenas um professor aloprado cometendo crimes secretos como hobby para matar o stress das pesquisas sobre carros elétricos na universidade. Também não esclarece se a perna encontrada na barriga de um tubarão era de sua mulher.

Como todo filme de cineasta da extrema esquerda que aborda os anos da ditamole dos militares, Kleber M. Filho expõe um país governado por brutamontes corruptos e assassinos, existentes em todas as esquinas e repartições públicas. Nada de positivo tem chance de aparecer na tela. E, como também ocorre em Bacurau, do mesmo diretor, o sexo anda mais solto que a língua do Ogro de Nove Dedos depois de tomar uma branquinha. É trepada com a dentista, é trepada por trás na repartição pública, é felatio tranquilo em sala de cinema, é orgia ao ar livre, como se só isso fosse o que havia de edificante nos anos 1970.

Bacana, mesmo, foi ver a parte do, digamos, manifesto de moralidade, sobre a perna encontrada na barriga do tubarão, que passa pelo IML, sai de lá mediante uma troca de perna de animal e alguns trocados no bolso, e volta a ser jogada de novo na represa onde um corpo havia sido jogado, depois de levar alguns tiros enquanto ainda estava dentro do porta-malas, envolto em panos. Muito idiotas ou muito autoconfiantes, esses matadores de aluguel, metendo bala na lataria do próprio carro, podendo atingir o tanque de combustível.

Que manifesto de moralidade foi esse?

A perna cabeluda sai da margem do lago, onde uma marola a deve ter levado, e passa a ter vida própria, como um ente vingador e moralista, dando porrada em quem encontra pela frente, especialmente uma pequena multidão que fazia sexo ao ar livre numa praça. Quase me senti vingado, com a perna ambulante impondo a moral e os bons constumes. Foi a dica para desligar a TV e dormir.

Se um filme tosco, ridículo e apelativo como O Agente Secreto conquistou o Globo de Ouro e foi indicado ao Oscar, imagino o nível escroto dos filmes que não foram indicados. Prova disso é Os Pecadores, outra excrescência de violência máxima, ter recebido mais indicações ao Oscar do que Titanic.

Pela obra-prima de Kleber Mendonça Filho, sugiro que o Ministério da Cultura crie o Kikito do Kleber, para futuras premiações bacuráuticas, pernocas secretas e quetais.

F. Maier





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