Preâmbulo
Ontem,
dia 26 de junho de 2016 (mesmo dia 26 de junho em que o soldado Kozel foi
assassinado pelo bando terrorista de Dilma Rousseff, em 1968), o Fantástico requentou
notícia de jornal velho, voltando a difundir a mentira de que a "repressão
militar" matou milhares de "opositores políticos", cujas ossadas
teriam sido enterradas clandestinamente no Cemitério de Perus, em São Paulo. Faz
parte da esquerda terrorista distorcer a história recente do Brasil, de modo a
diabolizar os militares que combateram a peste vermelha.
F. Maier
13 Abril 2013 - Mídia Sem Máscara
Artigos - Movimento Revolucionário
Todos os anos, a grande mídia serve de caixa de ressonância ao embuste e à desinformação esquerdista, requentando matéria antiga sobre ossadas de terroristas que teriam se perdido no Araguaia e em Perus.
Um exemplo desse maniqueísmo pode ser exemplificado por Dom Paulo Evaristo Arns, que, todos os anos, no dia de Finados, reza uma missa pelas “ossadas de Perus”, em São Paulo, um cemitério que conteria restos mortais clandestinos de terroristas e militantes de esquerda que infernizaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70.
Não consta que o distinto cardeal, que é barriga-verde como eu, tenha rezado missa pela alma do soldado Mário Kozel Filho, explodido pelo grupo terrorista de Dilma Rousseff (Vanguarda Popular Revolucionária - VPR) numa guarita de um quartel do Exército, em São Paulo, em 1968. Nem que tenha rezado um pai-nosso pelo tenente da PM paulista, Alberto Mendes Júnior, torturado até a morte, em 1970, com coronhadas de fuzil na cabeça, a mando de Carlos Lamarca, o chefão da VPR.
“A palavra ossadas tem algo de aterrador e foi muito utilizada, embora não signifique mais do que vala comum. (...) O que é importante é que basta mostrar na televisão um pedaço de terra revolvida de fresco e anunciar que talvez ali haja um número arbitrário X de cadáveres para que na cabeça do telespectador fique, em vez do ‘talvez’, o número X, que ele, aliás, tenderá a aumentar quando falar da emissão televisiva com os amigos” (VOLKOFF, 2004: 168). (*)
Durante o II Fórum Social Mundial, em 2002, em Porto Alegre, foi proibida a apresentação de fotos e vídeo das famosas ossadas dos cambojanos assassinados pelo líder do Khmer Vermelho, Pol Pot. Enquanto isso, “procuradores de ossos”, capitaneados pelo advogado petista Eduardo Greenhalgh (que ficou milionário defendendo “perseguidos políticos”), tentam localizar as ossadas de guerrilheiros do PC do B mortos na Guerrilha do Araguaia, não para dar um enterro digno às vítimas, mas apenas para praticar mais um ato de revanchismo contra as Forças Armadas que derrotaram a Peste Vermelha e, assim, manter o assunto ad aeternum na imprensa, pois as "ossadas de ouro" dificilmente poderão ser encontradas na selva, mesmo revolvendo todo o terreno do Pará e do Tocantins.
Todos os anos, a grande mídia serve de caixa de ressonância ao embuste e à desinformação esquerdista, requentando matéria antiga sobre ossadas de terroristas que teriam se perdido no Araguaia e em Perus. Na verdade, muitas das ossadas de Perus pertencem a indigentes, ainda não identificados. Em tese, pode até ocorrer a identificação de algum terrorista enterrado em Perus, não clandestinamente, como mente a esquerda, mas com o nome falso que portava em sua identidade quando foi morto em confronto com a polícia ou simplesmente “justiçado” pelos próprios companheiros. A repetida “terra revolvida de fresco”, tanto no Araguaia, quanto em Perus, faz esquecer as ossadas de Pol Pot (veja Museu do Genocídio Tuol Sleng - https://pt.wikipedia.org/wiki/Tuol_Sleng), o Massacre de Katyn (https://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Katyn) e a Estrada de Ossos da antiga União Soviética (https://destinationhistorypod.com/episodes/roadofbones).
Maiores informações sobre o assunto podem ser obtidas acessando o ORVIL (https://pt.slideshare.net/slideshow/orvil-completo-45315285/45315285).
Referências:
(*) VOLKOFF, Vladimir. Pequena História da Desinformação - do Cavalo de Troia à Internet. Editora Vila do Príncipe Ltda., Curitiba, 2004
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Revanchismo
11/04/13 - A vala do Cemitério de Perus
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José Luis Sávio Costa é coronel reformado do Exército. Foi Oficial de Inteligência e, por um tempo, articulista do site Mídia Sem Máscara, criado pelo professor, escritor, filósofo e pensador brasileiro Olavo de Carvalho.
Por seu trabalho de desinformação e mentiras sobre o Cemitério de Perus, Caco Barcellos recebeu os prêmios Embratel e Líbero Badaró.
É assim que a História do Brasil é contada todo dia, principalmente em nossas escolas.
É assim que a História do Brasil será deturpada pela Comissão Nacional da Verdade, o Pravda tupiniquim. Pravda, em russo, significa "verdade"...
F. Maier
A Grande Farsa de Caco Barcellos
por José Luís Sávio Costa
https://felixmaier1950.blogspot.com/2020/05/a-grande-farsa-de-caco-barcellos-por.html