quinta-feira, 3 de julho de 2014

É bom lembrar que hoje vivemos nos tenebrosos tempos petistas, em que não se pode confiar em mais nada, nem mesmo em laudo médico, como aquele inventado recentemente a respeito de Vladimir Herzog.

Vários embusteiros andaram afirmando que a morte do Coronel do Exército Paulo Malhães, que assumiu ter cometido torturas durante o governo militar pós-1964, era “queima de arquivo”. Entre eles, destacam-se o Sr. Pedro Dallari, atual chefe do comissariado bolcheniquim (*), vulgarmente conhecido como Comissão Nacional da Verdade (CNV), e o Sr. Wadih Damous, do comissariado OABista do Rio. 

Incluem-se entre essas falsas mães dináhs também a jornalista comunista Tereza Cruvinel, que escreveu a mesma asneira na sua coluna do Correio Braziliense. O que esses farsantes insinuaram foi que a morte do militar poderia ter sido feita por antigos companheiros de repressão, para que o Coronel Malhães não voltasse a dar informações mais detalhadas no futuro, caso fosse novamente inquirido.

Teoria da conspiração por teoria da conspiração, pode-se levantar outra hipótese: as mortes dos coronéis Júlio Miguel Molina Dias e Paulo Malhães, ambos ligados de alguma forma ao caso Rubens Paiva, foram praticadas, em ato de vingança, por terroristas de esquerda, em caso típico de “justiçamento”, na sua particular “língua de pau”. Afinal, por que o Coronel Molina, morto em Porto Alegre, levou 15 tiros? Latrocínio é que não houve, houve vingança. Bandido comum não iria desperdiçar tanta bala.

Da mesma forma, há algo de muito estranho na morte do Coronel Malhães. Sabe-se que os “assaltantes” permaneceram na residência do militar durante 8 horas. Criminosos comuns ficariam tanto tempo na casa, dando bobeira? E aí, Sr. Dallari, o que diz sobre isso?

Quanto ao laudo médico referente ao Coronel Malhães, que teria morrido devido a infarto do miocárdio, é bom lembrar que hoje vivemos nos tenebrosos tempos petistas, em que não se pode confiar em mais nada, nem mesmo em laudo médico, como aquele inventado recentemente a respeito de Vladimir Herzog. Estresse e ansiedade podem causar ataque cardíaco. Mas, sabe-se também que existem drogas que podem ser injetadas na pessoa, para assassiná-la, de modo que pareça ter havido apenas infarto do miocárdio.

O Coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, recentemente alvo de covarde “escracho” em frente de sua residência em Brasília, temeroso de que algo de pior possa acontecer também com sua pessoa, escreveu um texto no site A Verdade Sufocada, dizendo que não é colecionador de armas, nem guarda documentos confidenciais em sua casa. O mesmo tipo de “escracho” ocorreu em frente da casa do Tenente do Exército José Vargas Jiménez, o “Chico Dólar”. Tem muito vagabundo pedindo para levar chumbo nos cornos!

Não custa lembrar que o Coronel Sebastião Rodrigues de Moura, o “Curió”, combatente da Guerrilha do Araguaia, também foi alvo de trama esquerdista em 2011, ao ter sua casa invadida pela Polícia Federal. Da casa de “Curió” foram levados armas, documentos e um computador. Com base em ampla pesquisa, incluindo vários depoimentos e arquivos cedidos por “Curió”, o jornalista Leonencio Nossa publicou o livro Mata! O major Curió e as guerrilhas do Araguaia.

Teoria da conspiração por teoria da conspiração, alguém pode também acreditar na hipótese de que, enquanto a Comissão Nacional da Calúnia vai levantando os nomes e endereços dos antigos “torturadores”, a turma do “justiçamento” vem logo atrás para “passar o cerol”. Nessa linha de raciocínio, a (c)Omissão da Verdade já estaria carregando dois coronéis mortos nas costas. Quantos mais cadáveres irão carregar? Sr. Dallari: o que acha dessa teoria conspiratória? Afinal, se existe alguém ainda hoje em dia capaz de "fazer o diabo", é a esquerda raivosa e revanchista.

(*) bolcheniquim = bolchevique tupiniquim


P.S.:
A respeito do ano 2014 (Annus Petraliorum XII – Ano dos Petralhas 12), que é o ano por excelência de satanização do Exército Brasileiro, em virtude do cinquentenário do movimento cívico-militar de 1964, reuni vários textos sobre o assunto em MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

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