quinta-feira, 26 de setembro de 2013


O dia 31 de Março de 1964 deveria ser comemorado em todos os cantos do Brasil, pelo fato de os militares terem impedido a comunização do Brasil e terem promovido o desenvolvimento de nosso País como nunca antes na história havia sido observado, passando o Brasil da 46ª posição para a 8ª maior economia do mundo em apenas uma década. Os grandes feitos realizados pelos generais-presidentes podem ser conferidos na bela dissertação do major-brigadeiro Edilberto Corrêa, O orgulho do dever cumprido.
Milhões de brasileiros foram retirados da miséria depois do Movimento de 1964, ao contrário do que apregoa a mentirosa campanha governamental atual, de ter tirado da miséria dezenas de milhões de brasileiros, dando uma esmola de 70 reais mensais por cabeça de gado, digo, por voto de curral. Ora, com 70 reais, o miserável continua miserável como sempre foi, com a diferença de poder comprar apenas um pão com mortadela por dia. Outra mentira do governo safado e mentiroso ao qual vocês servem como prostitutas servem ao cafetão é que quem ganha 300 reais por mês está incluído na classe média.
Infelizmente, patifes de todos os matizes tentam denegrir esta bela História que foi o Movimento de 1964, como se os agentes do Estado pós-1964 fossem meros assassinos e torturadores. Entre esses patifes destacam-se vocês, membros da Comissão da Calúnia, que tentam reescrever a História recente do Brasil à imagem da sua cara, a cara da mentira.
Vocês não têm vergonha de satanizar as Forças Armadas e endeusar terroristas, defecando e urinando em cima de uma Lei assinada pela presidente Dilma Rousseff, que estabelecia que TODOS os crimes de violação dos direitos humanos deveriam ser apurados no período de 1946 a 1988, não apenas aqueles porventura praticados pelos que combateram os terroristas depois de 1964? Qual o compromisso de vocês com a Verdade, se apenas procuram a meia-verdade, que equivale a uma Mentira inteira? Por que não tomam conhecimento do verdadeiro assassino do “estudante” Edson Luís, cuja morte foi atribuída erradamente à PM carioca? Por que não vão viver em Cuba, país que admiram apenas da boca para fora?
No futuro, a verdade histórica do Brasil se imporá, quando ela for escrita por historiadores isentos da ideologia canalha à qual vocês pertencem, a ideologia comunista. E o lixo que vocês produziram tentando diabolizar as Forças Armadas não terá valor nenhum para os brasileiros, apenas servirá para a autoexaltação da companheirada petralha metida nessa safadeza sem limites.

Apesar da campanha covarde e mentirosa contra as Forças Armadas, que continuam em primeiro lugar na aceitação popular, segundo pesquisa recente da FGV, com apoio de 75% dos brasileiros, ao invés dos políticos corruptos e inescrupulosos como vocês, na lanterna, com apenas 7% de apoio, todo o Brasil não-vermelho e compromissado apenas com a Verdade tem O ORGULHO DO DEVER CUMPRIDO, como muito bem escreveu o major-brigadeiro Edilberto Corrêa.


Salve o 31 de março de 1964!
Félix Maier
Brasília, DF, 19 de março de 2013.
Obs.: O dia 19 de março é o dia de São José, padroeiro da Família, contra a canalha comunista.

ADENDO:

   Félix Maier  04/09/2013 16:17
No dia 13 de junho de 2013, Carlos I. S. Azambuja mandou um e-mail a Félix Maier, onde trata do caso Edson Luis, fazendo uma importante correção. Para que a VERDADE seja colocada onde ela deve estar, publico a íntegra do texto do Azambuja:

"Hoje estive relendo o texto "A Parcialidade Escancarada" e notei que há um grande equívoco sobre a morte de Edson Luiz de Lima Souto, no restaurante do Calabouço. Está lá, escrito:

"Em seu livro, narra em detalhes a morte do estudante Edson Luiz, no restaurante do Calabouço, ocorrida em 27 de março de 1964. Detalhes tão precisos como se ele estivesse lá, assistindo a tudo. Não estava. Tanto não estava que escreveu que o fato ocorreu "a três quarteirões do hospital da Santa Casa". Outra inverdade. Do restaurante ao hospital bastava atravessar a rua Santa Luzia. Eu estava lá e vi.

No entanto, na Faculdade Nacional de Filosofia, Rio de Janeiro, de onde era aluno, narra a morte, a tiro de revólver disparado por um seu colega, de um estudante da mesma Faculdade. E só. Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP."

Portanto o ACFPP matou um seu colega de Faculdade e não Edson Luiz, como eu próprio acreditei face aos e-mails que recebi de Você. O que eu me lembrava era de que tinha escrito que ACFPP tinha dado um tiro e matado alguém. Fui levado a crer, face aos e-mals, que havia sido Edson Luiz, Agora relendo cuidadosamente o texto vi que nós (Você e eu) nos enganamos. Aliás, eu fui induzido ao engano.
Não sei como esse equívoco será reparado.
Um abraço
Azamba"
   Félix Maier  03/04/2013 11:58
Em 3 de abril de 2013 10:24, Azambuja escreveu para Félix Maier:

ACFPP foi o autor do tiro que matou Edson Luis. Isso ficou claro para os órgaos de Informações da época (o CISA ainda não existia). Ignoro que qualquer outro estudante da FNF tenha morrido nesse dia. Devido ao tempo passado só tenho a lembrança da chegada ao local do Restaurante do Calabouço de uma viatura da PM (com soldados sentados dos dois lados, uns de costas para os outros), viatura sem qualquer cobertura, que conduzia uns 15 a 20 soldados. E, alguns minutos depois, alguns soldados tentando se refugiar no prédio do Ministério da Aer, fugindo da turba, obrigando a que as portas do Ministério fossem fechadas pela guarda. É isso o que eu me recordo, hoje, 45 anos depois.
Abs


Em 3/04/13 10:13 Félix Maier escreveu para Azambuja:

Eu gostaria de confirmar contigo a dúvida levantada por Ricardo R Nascimento (veja abaixo), em comentário no A Verdade Sufocada feito a respeito de um texto que eu enviei ao jornal O Dia Online e outros contatos: afinal ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO foi o assassino de Edson Luís ou de outro estudante da FNF?

#1 Ricardo R Nascimento d-m-Y H:i
Creio estar havendo um equívoco. Carlos Ilich Santos Azambuja comparou a descrição que Elio Gaspari fez de dois episódios, a morte do estudante Edson Luís (detalhadamente descrita) e a morte de um estudante da Faculdade Nacional de Filosofia (vagamente descrita). Segundo Carlos Ilich Santos Azambuja, o militante do PCB teria sido o autor da morte do estudante da Faculdade Nacional de Filosofia, não do Edson Luís.
   Félix Maier  22/11/2012 12:18
Leitor de Usina de Letras,
No dia 22/11/2012, por meio de e-mail (Em 22 de novembro de 2012 09:37, escreveu:), Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”.
F. Maier

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