quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas.

No dia 11/01/2013 08:58, a respeito de um texto postado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu site, eu enviei o seguinte comentário aos bolcheniquins fantasiados de comissários do povo ( comunicacao@cnv.presidencia.gov.br):

"Faltou o essencial ser publicado no texto acima, postado no site chapa-branca dos comissários do povo: quais os crimes cometidos pelo jornalista em questão. Tenho certeza que nenhum anjinho foi torturado, a maioria dos ditos "torturados" tinham ligações com grupos terroristas sanguinários, como a própria presidente Dilma Rousseff e sua querida VAR-Palmares. Convém ressaltar que muitos terroristas e "militantes" políticos mentiam sobre a tortura quando eram presos - assim como fazem os meliantes da atualidade, orientados por advogados - para tentar se defender perante os grupos terroristas de que confessaram sob tortura e por isso delataram companheiros, e para tentar obter pena mais suave na Justiça Militar.
Seria interessante a Comissão Nacional da Verdade publicar em seu site o verdadeiro autor da morte de Edson Luís, ocorrido em 1968 no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Eu já informei aos comissários do povo o nome do assassino e até agora obtive apenas um retumbante silêncio.
O historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, no texto A parcialidade escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”. - Cfr. em A Voz do Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade.
Aposto que os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas, em detrimento dos fatos. Ou seja, não passam de farsantes a serviço do petralhismo." 

ADENDO:

   Félix Maier  04/09/2013 16:17
No dia 13 de junho de 2013, Carlos I. S. Azambuja mandou um e-mail a Félix Maier, onde trata do caso Edson Luis, fazendo uma importante correção. Para que a VERDADE seja colocada onde ela deve estar, publico a íntegra do texto do Azambuja:

"Hoje estive relendo o texto "A Parcialidade Escancarada" e notei que há um grande equívoco sobre a morte de Edson Luiz de Lima Souto, no restaurante do Calabouço. Está lá, escrito:

"Em seu livro, narra em detalhes a morte do estudante Edson Luiz, no restaurante do Calabouço, ocorrida em 27 de março de 1964. Detalhes tão precisos como se ele estivesse lá, assistindo a tudo. Não estava. Tanto não estava que escreveu que o fato ocorreu "a três quarteirões do hospital da Santa Casa". Outra inverdade. Do restaurante ao hospital bastava atravessar a rua Santa Luzia. Eu estava lá e vi.

No entanto, na Faculdade Nacional de Filosofia, Rio de Janeiro, de onde era aluno, narra a morte, a tiro de revólver disparado por um seu colega, de um estudante da mesma Faculdade. E só. Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP."

Portanto o ACFPP matou um seu colega de Faculdade e não Edson Luiz, como eu próprio acreditei face aos e-mails que recebi de Você. O que eu me lembrava era de que tinha escrito que ACFPP tinha dado um tiro e matado alguém. Fui levado a crer, face aos e-mals, que havia sido Edson Luiz, Agora relendo cuidadosamente o texto vi que nós (Você e eu) nos enganamos. Aliás, eu fui induzido ao engano.
Não sei como esse equívoco será reparado.
Um abraço
Azamba"
   
   Félix Maier  03/04/2013 11:58
Em 3 de abril de 2013 10:24, Azambuja escreveu para Félix Maier:

ACFPP foi o autor do tiro que matou Edson Luis. Isso ficou claro para os órgaos de Informações da época (o CISA ainda não existia). Ignoro que qualquer outro estudante da FNF tenha morrido nesse dia. Devido ao tempo passado só tenho a lembrança da chegada ao local do Restaurante do Calabouço de uma viatura da PM (com soldados sentados dos dois lados, uns de costas para os outros), viatura sem qualquer cobertura, que conduzia uns 15 a 20 soldados. E, alguns minutos depois, alguns soldados tentando se refugiar no prédio do Ministério da Aer, fugindo da turba, obrigando a que as portas do Ministério fossem fechadas pela guarda. É isso o que eu me recordo, hoje, 45 anos depois.
Abs


Em 3/04/13 10:13 Félix Maier escreveu para Azambuja:

Eu gostaria de confirmar contigo a dúvida levantada por Ricardo R Nascimento (veja abaixo), em comentário no A Verdade Sufocada feito a respeito de um texto que eu enviei ao jornal O Dia Online e outros contatos: afinal ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO foi o assassino de Edson Luís ou de outro estudante da FNF?

#1 Ricardo R Nascimento d-m-Y H:i
Creio estar havendo um equívoco. Carlos Ilich Santos Azambuja comparou a descrição que Elio Gaspari fez de dois episódios, a morte do estudante Edson Luís (detalhadamente descrita) e a morte de um estudante da Faculdade Nacional de Filosofia (vagamente descrita). Segundo Carlos Ilich Santos Azambuja, o militante do PCB teria sido o autor da morte do estudante da Faculdade Nacional de Filosofia, não do Edson Luís.
   
   Félix Maier  22/11/2012 12:18
Leitor de Usina de Letras,
No dia 22/11/2012, por meio de e-mail (Em 22 de novembro de 2012 09:37, escreveu:), Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”.
F. Maier

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