MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Programa Raul Gil: Tire as crianças da sala!

Eu costumo assistir ao Programa Raul Gil pela qualidade dos cantores que lá se apresentam, sejam eles crianças ou adultos. Atualmente hospedado no SBT, o programa já circulou na Record e na Band. Chamados de calouros, esses cantores são na verdade profissionais de alto nível, e não se vê nada de semelhante nos outros canais abertos da TV brasileira.
Esse programa já revelou inúmeros talentos, como a cantora Amanda Neves, o saxofonista Caio Mesquita (campeão de venda de CDs), o cantor gospel Jotta A, a soprano Liriel Domiciano, que gravou 2 CDs com o tenor Rinaldo Vianna (também uma revelação do Raul Gil) e um CD com o Coro do Tabernáculo Mórmon, dos EUA. É um programa “classe A”, com uma banda e um corpo de balé que deixam no chinelo muitos shows musicais que se apresentam no Brasil, com preços abusivos. Até já escrevi sobre o assunto.
Atualmente, o Programa Raul Gil apresenta Mulheres que Brilham, já em segunda edição, patrocinado pela Bombril. Desse concurso sairá uma vencedora, que irá gravar um CD pela Sony Music. Um interessante quadro do programa é “Eu e as crianças”, no qual meninos e meninas fazem perguntas a personalidades artísticas em geral, que são convidadas pelo programa.

É agradável ter um bom programa de TV à disposição do controle remoto, de graça, onde toda a família possa assistir sem sobressaltos. E bom programa rareia cada vez mais na TV brasileira. Praticamente todos os canais da TV aberta têm programas espalhafatosos, nos quais predomina a apelação para os mais baixos instintos das pessoas. É comum a apresentação de grupos musicais, especialmente de raps e funks, cujas canções são chulas, cheias de duplo sentido, além de coreografia que imita a promiscuidade entre pessoas, inclusive do mesmo sexo. A dança na “boca da garrafa” é o exemplo mais acabado dessa orgia, com a agravante de, muitas vezes, ter crianças imitando inocentemente o ato sexual nos palcos das emissoras.
A propósito, segundo a língua de pau do politicamente correto, não existem mais putaria ou esbórnia, mas apenas ”poliafetividade”. Interessante é observar que hoje muitos falsos moralistas se escandalizam com a palavra “putaria”, que fiz questão de utilizar neste texto, mas não com a putaria em si. Trata-se do pérfido “stalinismo puritano” de que fala o diretor teatral inglês Peter Hall, com críticas ao patrulhamento do politicamente correto, cujos integrantes censuram a utilização de palavras julgadas ofensivas, mas não ficam corados frente a atentados violentos ao pudor. Esse puritanismo de idiotas tem larga aceitação em nosso País, onde a vida de uma tartaruguinha tem mais valor do que um feto humano.
Para minha surpresa, o Programa Raul Gil resolveu competir com o que há de mais degradante na televisão brasileira, a exemplo do Zorra Total, uma cloaca que a Rede Esgoto de Televisão emporcalha os lares nos sábados à noite. Semanas atrás, uma dupla conhecida como Caju e Castanha se apresentou para o auditório. E o que é que essa dupla cantou em plena tarde, para adultos e crianças de todo o Brasil? Além de uma baixaria que tinha como tema a bunda da mulher, com frases chulas, a dupla cantou algo que ficaria bem num programa humorístico do falecido Costinha, ou de Ari Toledo, para adultos, não para crianças: "mulher de amigo meu é como violino: eu viro a cara e enfio a vara".

Para piorar a coisa, a dupla castanheira ainda se apresentou como sendo evangélica. "A igreja de vocês permite cantar isso?" - perguntou Raul Gil. A dupla da música-esgoto afirmou que não havia nenhum problema.
Nos próximos programas do Raul Gil, é bom tirar as crianças da sala. Não se sabe o que poderá vir pela frente. Fico com pena das crianças que se apresentam no palco com o Raul Gil, que provavelmente ouviram tal imundície durante a gravação do Programa. E das crianças do Brasil inteiro, compelidas a submergir em tal cloaca. E a Vara da Infância, o que faz para evitar que nossas crianças sejam expostas a tal degradação, não só no SBT, mas também em outros canais de televisão?
“Mas, se alguém fizer cair no pecado um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar”.
(Jesus Cristo, no Evangelho de Mateus: 18, 6).

Imprensa golpista - por Félix Maier

O PT, para esconder suas falcatruas, pretende atacar a imprensa livre, apresentando projetos fascistas, como o “marco regulatório da comunicação” ou a “regulamentação dos meios de comunicação”, ou seja, estabelecer uma censura prévia como existe em Cuba e na China.

Toda vez que a imprensa publica que petralhas foram pegos metendo a mão no dinheiro, os honoráveis petistas e os jornalistas aduladores falam em “imprensa golpista”, que deseja derrubar o governo do PT. “A esquerda vive acusando a grande imprensa de ‘golpista’, de ‘conservadora’, de ‘neoliberal’. Globo, Folha, Estadão e Veja, todos na lista negra desses que vibram de tanta emoção com a ‘nova mídia do povo’, os Ninja. ‘Finalmente alguém para desbancar esses reacionários!’, eles bradam” (Rodrigo Constantino - O paradoxo de Epicuro aplicado aos ninjas).
A esquerda até inventou uma sigla, PIG - Partido da Imprensa Golpista. Para os petralhas, a revista Veja é seu objeto de ódio predileto. Tentam diabolizar o mensageiro da notícia (Veja), de modo que a mensagem (os crimes cometidos) seja esquecida. No entanto, como se pode comprovar abaixo, a sigla correta para o “porco” imundo é Partido da Imprensa Governista, composta, principalmente, pelas redes de TVs, que recebem milhões de reais em publicidade para bajular o governo.
“Os lulistas reclamam da imprensa. Não entendo o motivo. Lula já teria sido deposto se jornais, revistas e redes de televisão não estivessem tomados por seus partidários. (...) O Globo tem Tereza Cruvinel. É lulista do PC do B. Repete todos os dias que o mensalão ainda não foi provado. E que, de fato, José Dirceu não deveria ter sido cassado. Cruvinel aparelhou o jornal da mesma maneira como os lulistas aparelharam os órgãos públicos. (...) Franklin Martins é José Dirceu até a morte. Eliane Cantanhêde é da turma de Aloizio Mercadante. Luiz Garcia é lulista, sem dúvida nenhuma, mas não consigo identificar sua corrente. Vinicius Mota é do grupo de Marta Suplicy. Quem mais? Alberto Dines é seguidor de Dirceu. Alon Feurwerker, do Correio Braziliense, é do partidão, e apoia quem o partidão mandar. Paulo Markun, da TV Cultura, tem simpatia por qualquer um que seja minimamente de esquerda. Paulo Henrique Amorim é lulista de linha bolivariana. Ricardo Noblat era lulista ligado a Dirceu, mas pulou fora no momento oportuno”. (MAINARDI, 2007: 53-54). [1] Diogo Mainardi acrescenta, ainda, que Leonardo Attuch, da IstoÉ Dinheiro, é subordinado a Daniel Dantas; e Mino Carta, a Carlos Jereissati (pg. 54).
“Gramsci, que queria ‘o partido’ como o Moderno Príncipe, dizia que ele deveria ser o ‘imperativo categórico’ da sociedade e que tudo deveria existir e ser feito em função de suas necessidades. Até mesmo a crítica deveria ser autorizada por ele e tê-lo como referência. Em certos setores da imprensa, já experimentamos algo parecido. Só se aceita que petistas contestem petistas”.
 (AZEVEDO, 2008: 26-27) [2]
O PT, para esconder suas falcatruas, pretende atacar a imprensa livre, apresentando projetos fascistas, como o “marco regulatório da comunicação” ou a “regulamentação dos meios de comunicação”, ou seja, estabelecer uma censura prévia como existe em Cuba e na China. “A imprensa revelou o caso da Gamecorp, a empresa do filho de Lula comprada pela Telemar. Como a Telemar reunia interesses de lulistas e oposicionistas, o escândalo foi acobertado com o argumento de que era necessário salvaguardar a família do presidente” (MAINARDI, 2007: 23). Ou seja, quando os “malfeitos” são simultaneamente cometidos por petistas e tucanos, os fatos são varridos para debaixo do tapete - como também ocorreu no caso da CPI do Banestado, comprovando que o PT e o PSDB são irmãos siameses.
No mundo virtual, é crescente o uso da internet para ataques contra a imprensa e desafetos políticos, configurando-se verdadeira guerrilha digital. Um exemplo foi o “tuitaço” promovido por Rui Falcão, presidente do PT, e simpatizantes contra a revista Veja, que publica tanto os “malfeitos” da petralhada, quanto os dos tucanos. Eles utilizam robôs e perfis peões, para enganar que houve grande adesão a um movimento, como #vejabandida. O # (hashtag ou marcador) colocado na frente de uma palavra ou expressão compete por atenção na rede. Em 2011, o PT lançou o Núcleo de Militância em Ambientes Virtuais. “A utilização massiva da internet, das redes sociais e de blogueiros amestrados faz parte das táticas de engodo e manipulação da verdade no Brasil” (cfr.Falcão e os insetos: guerrilha digital envenena o Twitter”). Na China, os “peões” que defendem o governo comunista recebem 50 centavos por cada inserção de apoio. No Brasil, quanto ganham os insetos petralhas?
Sobre a imprensa, aprecie esse “bate-asas” da libélula da USP, Marilena Chauí, que ostenta orgulhosamente o título de filósofa e disse que “odeia a classe média”: “A imprensa? Não, pois embora os jornalistas aspirem pela universalidade e desejem ser guardiões da moralidade pública, trabalham para uma particularidade, a empresa capitalista de que são funcionários. Na medida em que insistem em fazê-lo, transformam a imprensa, no melhor dos casos, em igreja e, no pior, em servidora de interesses totalitários, uma vez que não reconhecem ao fato político ‘sua necessária aura de amoralidade’ e ‘zonas de indefinição’ (...) E fazemos o jogo da chamada ‘tolerância passiva’, em que toleramos o governante que nos engana porque é ele quem faz as regras da ausência de regras” (in “Acerca da moralidade pública”, Folha de S. Paulo, 24/5/2001). Chauí é um chuá de tolices, que ainda hipnotiza uma legião de idiotas. “Seu ideal [da intelectualidade moderna] é reduzir a consciência do historiador à condição do sapo da fábula, habitante de um poço, que, indagado sobre o que era o céu, responde: ‘É um buraquinho no teto da minha casa’.”
(CARVALHO, 2000: 191). [3]
Atualmente, nada é mais vergonhoso na imprensa do que a distorção da História recente do Brasil promovida pela famigerada Comissão Nacional da Verdade - ou “Comissão da Vaidade”, segundo o comissário Gilson Dipp, que se atém a requentar apenas fatos envolvendo os agentes do Estado que combateram o comunismo, deixando de fora as atrocidades cometidas pelos terroristas de esquerda. Lembrando o livro 1984, de George Orwell, a campanha midiática "Dois Minutos de Ódio" foi transformada por Dilma Rousseff em "Dois Anos de Ódio contra os Militares", já que o trabalho do “Esquadrão de Reescritores” – os tais comissários bolcheniquins - terá pelo menos dois anos de duração. A mídia em geral se comporta como servil “caixa de ressonância” desse embuste fenomenal. E o que vem a ser isso? A “caixa de ressonância” é uma das fases do processo da desinformação. “Na publicidade, as primeiras caixas de ressonância são os media que fazem passar as mensagens publicitárias. (...) Na desinformação o caso é mais complexo. O tema, equipado com os seus suportes, é geralmente confiado a um agente influenciador que vai encontrar forma de o passar adiante. (...) Mas para levar a bom termo uma operação não basta apenas uma caixa de ressonância. É preciso que o tema da sinfonia desinformadora seja retomado por toda a orquestra, o que não é tão difícil como se julga, pois os media têm tendência a copiar-se uns aos outros, a falar ‘do que se fala’, além de existirem jornais ou programas considerados os mais importantes e pelos quais os outros acertam o passo. Basta assim ter um conhecimento no ‘bom’ jornal ou na ‘boa’ emissora para que a orquestração do tema esteja no ‘bom’ caminho”.
(VOLKOFF, 2004: 104-5). [4]
“O ‘revanchismo’ grassa à solta, oriundo do próprio Governo; a mídia, primordialmente ‘revanchista’, reflete a história recontada e não a história verdadeira. É essa história recontada que os estudantes aprendem atém mesmo, pasmem, na AMAN, cujos professores do QCO e os contratados tiveram formação universitária com essa distorção” (Gen Ex Carlos Tinoco Ribeiro Gomes - História Oral do Exército - HOE/1964,Tomo 10, pg. 39). [5] “Mas a história, ela própria, acontece duas vezes. Uma no instantâneo eclodir dos fatos. Outra nas obras literárias, históricas, memorialísticas e, hoje, no audiovisual, na TV, no cinema, em CD-ROM. Se na primeira perdemos fragorosamente, na segunda não nos saímos de todo mal”.
 (Alfredo Sirkis, gabando-se da "vitória midiática" da esquerda no prefácio da 14ª. edição de seu livro Os Carbonários - cit. pelo Gen Div Raymundo Maximiliano Negrão Torres –HOE/1964, Tomo 14, pg. 49).
“O silêncio das Forças Armadas tem sido mantido pela crença ética, mas ingênua, nos resultados da Anistia concedida. A falta de versão oficial permitiu que os comunistas transformassem seus atos abomináveis em lenda e esta lenda se transformou em mito perverso que, até hoje, ganha gordos espaços e manchetes na mídia infiltrada e doutrinada pelas esquerdas, sem nenhum compromisso com a verdade histórica”.
(Cel Aluisio Madruga de Moura e Souza - HOE/1964, Tomo 15 pg. 356).
“A memória do que se passou nos últimos quarenta anos está sendo totalmente apagada, caricaturada, recontada, reescrita, safenada, já fizeram ‘o diabo’ com essa história” (Otto Maria Carpeaux - HOE/1964, Tomo 3, pg. 102).
Enganando a sociedade, a esquerda tenta seguir a máxima de Aristóteles Onassis: “Não ser descoberto na mentira é o mesmo que viver na verdade”. O que dizer sobre essa neurose da esquerda, de tentar modificar sua biografia, destruindo o passado? Freud explica: “O passado rejeitado volta com redobrada força”. Por que perpetuar esse conflito com o passado? É Hitler que responde ao “fascismo gay”: “Deve-se permitir que as pessoas entrem em atrito mútuo. O atrito produz calor, e calor é energia”.
Imprensa golpista? A imprensa, na verdade, sempre esteve cheia de golpistas - de esquerda. Durante o governo dos militares, Frei Betto infiltrou muitos comunistas na Editora Abril e na Folha da Tarde. Frei Betto, o "Vítor" ou "Ronaldo", ficou encarregado do sistema de imprensa dos terroristas e também dos contatos com Joaquim Câmara Ferreira, que coordenava as atividades do Agrupamento Comunista em São Paulo (AC/SP), precursor da Ação Libertadora Nacional (ALN), de Carlos Marighella.
Na Folha da Tarde, Frei Betto recrutou os jornalistas Jorge Miranda Jordão (Diretor), Luiz Roberto Clauset, Rose Nogueira e Carlos Guilherme de Mendonça Penafiel. Clauset e Penafiel cuidavam da preparação de “documentos”, e Rose, do encaminhamento de pessoas para o exterior.
Na editora Abril, a base de apoio era de aproximadamente 20 pessoas, comandadas pelo jornalista Roger Karman, e composta por Karman, Raymond Cohen, Yara Forte, Paulo Viana, George Duque Estrada, Milton Severiano, Sérgio Capozzi e outros, que elaboraram um arquivo secreto sobre as organizações armadas (servia também como fonte de informações para organizações subversivas). Roberto Civitta, criador da revista Veja, em suas memórias, fala com mágoa de Mino Carta, que trabalhou muitos anos na Editora Abril, a favor do esquerdismo.
“Nesse livro [O Repórter e o Poder, do jornalista José Carlos Bardawil], ele dá vários depoimentos que mostrou o poder imenso que, já na década de 1970, o Partido [PCB] tinha sobre a classe jornalística” (Otto Maria Carpeaux - HOE/1964, Tomo 3, pg. 122).
Assim como a Igreja Católica ajudou a criar o PT (com suas Comunidades Eclesiais de Base - CEBs) e o MST (com a Comissão Pastoral da Terra - CPT), Golbery, o bruxinho que era bom, influiu diretamente no aparelhamento esquerdista de toda a sociedade brasileira:
“Antes da Revolução, meu irmão fez, aqui no III Exército, um Manual de Guerra Psicológica, no qual mostrava isso tudo. (...) Acontece que o nosso Golbery do Couto e Silva, uma das eminências do Governo, não era favorável ao combate sistemático e radical da subversão. Ele dizia que os subversivos tinham que ter alguma coisa para fazer, para se expandir e assim permitiu que eles se infiltrassem. Então, com o consentimento dos governos militares, a esquerda apossou-se de todos os pontos-chave da mídia e dos estabelecimentos de ensino, inclusive das cadeiras de Organização Social e Política do Brasil (OSPB) e de Moral e Cívica, que tinham sido criados justamente para difundir os nossos ideais” (Gen Ex Ruy de Paula Couto - HOE/1964, 1964, Tomo 13, pg 45).
“Paradoxal e surpreendentemente, a primeira publicação no Brasil dos Cadernos do Cárcere, do comunista italiano Antonio Gramsci - uma iniciativa de Ênio Silveira e de sua Editora Civilização Brasileira - veio à luz entre 1966 e 1968, com uma reedição em 1970, em plena ‘ditadura’. Um ‘cochilo’ da censura ou a ‘mordaça’ não era tão severa como muitos na época e ainda hoje querem fazer crer? Isto é a confirmação do que afirmou Olavo de Carvalho, ao dizer que ‘por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial’ quando ‘o governo, influenciado pela teoria golberiana, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos’ ” (Gen Div Negrão Torres -HOE/1964, Tomo 14, pg. 80).
Deu no que deu.
A esquerda sonha com o dia em que não haverá mais “imprensa golpista” no Brasil, a exemplo do que ocorre em Cuba, na China e na Venezuela. O que ela deseja é que apenas a imprensa composta por pelegos ideológicos sobrevivam, como a Mídia Ninja, cujos integrantes já foram entrevistados pela esquerdosa Roda Viva. Eu espero não estar mais vivo quando essa desgraça ocorrer.

Notas:
[1] MAINARDI, Diogo. Lula é minha anta. Record, Rio e São Paulo, 2007.
[2] AZEVEDO, Reinaldo. O País dos Petralhas. Record, São Paulo e Rio, 2008.
[3] CARVALHO, Olavo de. O Jardim das Aflições (2ª edição, revista). Realizações, São Paulo, 2000.
[4] VOLKOFF, Vladimir. Pequena História da Desinformação - do Cavalo de Troia à Internet. Editora Vila do Príncipe Ltda., Curitiba, 2004.
[5] MOTTA, Aricildes de Moraes (Coordenador Geral). História Oral do Exército - 1964 - 31 de Março - O Movimento Revolucionário e sua História. Tomos 1 a 15. Bibliex, Rio, 2003.

Leia MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964:

Terrorismo: de Guararapes a Boston - Por Félix Maier

A Joana D’Arc da guerrilha, a papisa da subversão

Quem foi Dilma Rousseff, a "Joana D'Arc da guerrilha", a "papisa da subversão", ativa comparsa do grupo terrorista VAR-Palmares, que o jornal  The New York Times apresentou como inocente anjo maltratado pelos gorilas militares? (Ver Dilminha Bang Bang no NYT)
“Meu nome é Dilma Vana Rousseff. Mas também podem me chamar de Estela, Wanda, Luíza e Patrícia”.
O currículo angelical da terrorista de múltiplos codinomes pode ser comprovado por sua passagem pelos grupos terroristas por onde “militou”. Uma pergunta que não quer calar: afinal, Estela chegou a metralhar pessoas inocentes ou apenas serviu cafezinho aos camaradas nos aparelhos onde se escondeu?   
1 - POLOP - Organização Revolucionária Marxista Política Operária
A POLOP teve entre seus quadros Nilmário Miranda, integrante do naipe de espadas vingadoras da “Comissão dos Desaparecidos Políticos” - grupo revanchista criado no primeiro governo FHC, que deu início às indenizações a parentes de terroristas, como Lamarca e Marighela - verdadeiro assalto ao erário. Por sua obra pecuniária, poder-se-ia chamar o petista que recebia dinheiro de entidades européias de “Numerário Miranda”. Outros intelectuais da POLOP foram: Dilma Rousseff (“Estela”), Érico Izackes Sachs (“Ernesto Martins”), Éder Simão Sader (“Raul Villa”), Rui Mauro de Araújo Marini e Teotônio dos Santos.

A POLOP era considerada radical até mesmo por Francisco Julião, líder das Ligas Camponesas. Da POLOP surgiram o Partido Operário Comunista (POC) e o Comando de Libertação Nacional (COLINA). O COLINA foi criado em 1968 e tinha entre seus líderes Ângelo Pezzuti, Carlos Alberto Soares de Freitas, Apolo Hering Lisboa, Herbert Eustáquio de Carvalho, Jorge Raimundo Nahas, Maria José de Carvalho Nahas, Inês Etienne Romeu e Dilma Vana Rousseff Linhares. Membros da POLOP em São Paulo, junto com o MNR de Brizola, criaram a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).
2 - COLINA - Comando (ou Corrente) de Libertação Nacional
Comando (ou Corrente) de Libertação Nacional: atual Congresso de Libertação Nacional, o antigo COLINA foi criado em 1968 como dissidência da POLOP.
Em 1969, com recursos “expropriados” em assaltos, o COLINA instalou três “aparelhos” em Belo Horizonte, que foram desbaratados pela polícia; na ação contra o 3º aparelho, situado na Rua Itacarandu, foram mortos pelo COLINA o agente Cecildes Moreira de Faria e o guarda civil José Antunes Ferreira, além de ferir gravemente o investigador José Reis de Oliveira.
No dia 31 de março de 1969, o COLINA assaltou a agência do Banco Andrade Arnaud, na Rua Visconde da Gávea, Rio, onde foi morto o comerciante Manoel da Silva Dutra.
O COLINA recebeu a adesão de 2 grupos: o Núcleo Marxista Leninista (NML) e a Dissidência da Dissidência (DDD), e em julho de 1969 fundiu-se com a VPR, dando origem à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares (VAR-Palmares).
Teve entre seus quadros o engenheiro Leovi Antonio Pinto Carisio, que acusou, no ano 2000, o tenente do Exército, Carlos Alberto del Menezzi, de torturador, sem apresentar provas; o tenente foi demitido da ABIN, onde trabalhava, enquanto Aloysio Nunes Ferreira (o Ronald Biggs tapuia, que em 1968 participou do assalto ao trem-pagador Santos-Jundiaí) permanecia Secretário-Geral de FHC, sendo posteriormente alçado a Ministro da Justiça - exemplo típico de que a Lei da Anistia é aplicada apenas para beneficiar os antigos terroristas.
Segundo Jacob Gorender, em seu livro Combate nas Trevas, o assassinato, no dia 1/7/1968, do major do Exército da Alemanha Ocidental, Edward Ernest Tito Otto, então cursando a ECEME, teria sido um equívoco, já que os assassinos do COLINA pensaram tratar-se do capitão Gary Prado, do Exército da Bolívia, que havia participado do combate ao foco de guerrilha que Che Guevara tentava implantar naquele país, onde acabou morto.
3 - MNR - Movimento Nacionalista Revolucionário
O MNR foi organizado por Leonel Brizola, João Goulart e outros exilados no Uruguai. Brizola, o último dos maragatos (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=4886&cat=Ensaios), era o líder idealizado por Fidel Castro para a Revolução no Brasil, devido a seu nacionalismo anti-imperialista. Após a Contrarrevolução de 1964, por intermédio de Lélio Telmo de Carvalho, o grupo de Brizola no Uruguai obteve ajuda de Cuba: treinamento de guerrilha e auxílio financeiro de mais de um milhão de dólares. O primeiro “pombo-correio” enviado a Cuba foi Herbert José de Souza, o “Betinho”, seguido de Neiva Moreira e do ex-coronel do Exército, Dagoberto Rodrigues (na Tricontinental, Brizola enviou Aloísio Palhano, ex-membro do CGT).
Pressionado por Cuba, para justificar os recursos financeiros, Brizola criou em 1966 o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), para implantar a guerrilha no campo. O MNR articulou a Guerrilha do Caparaó, na região do Pico da Bandeira, em Minas Gerais, onde todos os integrantes foram presos em 1967, depois de serem denunciados às autoridades, por abaterem reses, antes mesmo de desencadear qualquer tipo de ação terrorista. Brizola não contratou advogados para os presos e não prestou conta dos dólares cubanos, sendo chamado por Fidel Castro de El Ratón. Segundo Betinho, o valor desviado pelos Incríveis Exércitos de Brizoleone (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8513&cat=Ensaios) foi de 200 mil dólares (Jornal do Brasil, 17/7/1996). Os remanescentes desse grupo uniram-se à esquerda da POLOP para criar a VPR.
4 - VPR - Vanguarda Popular Revolucionária
A VPR originou-se da fusão de remanescentes do Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR) com dissidentes paulistas da POLOP. Teve como líder maior o ex-capitão do Exército, Carlos Lamarca. O chefe do Setor de Inteligência da VPR era Ladislas Dowbor, nascido na Polônia, que participou do sequestro do Cônsul do Japão em São Paulo, Nobuo Oguchi, e posteriormente foi preso e banido do território nacional em troca da liberdade do embaixador alemão Ehrenfried Anton Theodor Ludwig Von Holleben, sequestrado no Rio de Janeiro.
Carlos Lamarca, então capitão do Exército, desertou do 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, Osasco, SP, em 1969, roubando 63 FAL, cinco metralhadoras INA, revólveres e muita munição da Companhia onde comandava. O plano era levar mais 500 FAL do depósito de armamento do Batalhão, o que não ocorreu porque Lamarca teve que antecipar seu plano, que estava prestes a ser descoberto.
No dia 22/7/1968, a VPR já havia roubado nove FAL do Hospital Militar do Cambuci, em São Paulo.
Em 26/6/1968, a VPR explodiu um posto de sentinela do QG do então II Exército, em São Paulo, matando a sentinela, soldado Mário Kozel Filho.
Em 12/10/1968, a VPR assassinou o capitão do Exército dos EUA, Charles Chandler, projetando-se perante as organizações terroristas nacionais e internacionais. João Quartim de Moraes, junto com o ex-sargento Onofre Pinto e Ladislas Dowbor, foi o “guia” do “tribunal revolucionário” que condenou Chandler, que foi morto por Pedro Lobo de Oliveira (VPR), Diógenes José de Carvalho Oliveira (VPR) e Marco Antonio Braz Carvalho (ALN).
Em 1970, a organização terrorista sequestrou diplomatas estrangeiros: o Cônsul-Geral do Japão em São Paulo, Nobuo Okuchi, no dia 11/3/1970, para libertação do terrorista “Mário Japa”; o Embaixador da República Federal da Alemanha no Brasil, Ehrenfried Anton Theodor Ludwig von Holleben, no dia 11/6/1970; o Embaixador suíço no Brasil, Giovanni Enrico Bucher, em 7/12/1970, libertado em troca de 70 presos terroristas enviados ao Chile do presidente marxista Salvador Allende (24 desses terroristas eram da VPR), onde foram recebidos de braços abertos no dia 13/1/1971. Nesse sequestro, participaram Carlos Lamarca e Alfredo Sirkis; Lamarca desfechou dois tiros à queima-roupa contra o agente Hélio Carvalho de Araújo, que veio a falecer no dia 10/12/1970. O sequestro durou 40 dias e seria o último realizado por organizações terroristas no País.
“Ao tratar do sequestro do mesmo embaixador, o livro [A Ditadura Derrotada, de Elio Gaspari] registra as dificuldades para completar a lista dos que seriam libertados em troca da vida do diplomata e à página 341 registra que 18 presos se recusaram a deixar o país. Até hoje ninguém esboçou uma explicação para o estranho fato de presos que, segundo a versão assoalhada e reiterada convictamente por Gaspari, eram torturados e mortos, recusarem a liberdade e o fim das torturas. Curioso!” (General-de-Divisão Raymundo Maximiano Negrão Torres - HOE/1964, Tomo 14, pg. 82).
A VPR possuía sítio em Jacupiranga, SP, próximo à BR-116, para treinamento de guerrilha, depois desmobilizado, quando passou para a área de Registro, SP, no Vale da Ribeira. Uma das ações mais covardes desta organização, ocorrida durante a “Operação Registro”, foi o assassinato a golpes de fuzil do tenente da PM/SP, Alberto Mendes Júnior, em Registro, depois que o mesmo se entregou como refém a um grupo de terroristas, em troca da vida dos soldados de seu pelotão (10/5/1970).
No mês de setembro, descoberto o crime, a VPR emitiu um comunicado "ao povo brasileiro", onde tenta justificar o frio assassinato, no qual aparece o seguinte trecho: "A sentença de morte de um tribunal revolucionário deve ser cumprida por fuzilamento. No entanto, nos encontrávamos próximos ao inimigo, dentro de um cerco que pôde ser executado em virtude da existência de muitas estradas na região. O tenente Mendes foi condenado e morreu a coronhadas de fuzil, e assim o foi, sendo depois enterrado".
No início de 1971, a VPR tinha mais militantes no exterior (Cuba, Chile e Argélia - banidos e foragidos) do que no Brasil. Carlos Lamarca morreu em Brotas de Macaúbas, interior da Bahia, em 17/9/1971, ao resistir à prisão. Como recompensa por estes e muitos outros atos criminosos, a família de Lamarca, embora já recebesse pensão do Exército Brasileiro, foi “presenteada” com uma indenização de mais de 100 mil dólares (11/9/1996), doada pela famigerada “comissão dos desaparecidos políticos”. Com essa ignomínia, o 11 de setembro deveria ser instituído como o “dia da traição”, como já sugeriu o deputado Jair Bolsonaro.
Um dos principais terroristas da VPR foi Diógenes de Oliveira, hoje “Diógenes do PT”, que foi o “PC Farias” da campanha de Olívio Dutra (PT/RS) para governador. Outro “militante” da VPR foi Henri Phillipe Reichstul, presidente da Petrobrás durante o Governo FHC (sua irmã francesa, Pauline, também “militante” da VPR, morreu em um tiroteio no Recife, em janeiro de 1973, depois de fazer um curso de guerrilha em Cuba e tentar a reestruturação da VPR no Brasil. Pela morte da irmã, Henri recebeu R$ 138.300,00, em junho de 1997.
Militante da VPR e da VAR-Palmares foi também o Secretário do Trabalho do Rio de Janeiro, Jaime Cardoso (governo Garotinho), que teve como chefe de gabinete Rafton Nascimento Leão, antigo “militante” da VAR-Palmares. A fusão da VPR com o COLINA resultou na VAR-Palmares de Dilma Rousseff e de outros “honoráveis terroristas”.
5 - VAR-Palmares - Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares
A Vanguarda Armada Revolucionária Palmares resultou da fusão das organizações terroristas VPR e COLINA, em 1969.
“Em 1968 saí daqui do 19º. RI e fui servir em Guaíra, no Paraná. Lá chegou ao nosso conhecimento de que grupos terroristas que atuavam no Rio de Janeiro e em São Paulo estavam utilizando aquela área como reunião de homizio. Em uma operação de informações, cercamos uma fazenda que tinha sido comprada por um grupo da Vanguarda Popular Revolucionária (VAR-Palmares) e era o local onde eles faziam treinamento. (...) A intenção deles era começar uma guerrilha na área rural, através do processo do foquismo, que fora sucesso lá em Cuba e na China. Estavam treinando ocultar-se em meio à vegetação, enterrar suprimentos, munição, medicamentos, a caminhar e orientar-se dentro do mato” (General-de-Brigada Flávio Oscar Maurer - HOE/1964, Tomo 8, pg. 309). Nesse depoimento, o general Maurer narra, ainda, que foi baleado pelo sargento Venadino (2º Sgt Venaldino Saraiva, que se suicidou em 12/5/1964), esquerdista fanático, junto com o aspirante Aloysio Oséas. Maurer teve toda a face esquerda dilacerada e passou por várias cirurgias plásticas.
“A par do Setor de Expropriações, a VAR Palmares possui o Setor Territorial, incumbido da arregimentação entre estudantes, camponeses e operários, bem como da ligação, na ocasião oportuna, da coluna guerrilheira com a região urbana, através da aceitação, divulgação e apoio dessa coluna. Cada subsetor do Territorial possui dois grupos distintos: SAM, Setor de Ação de Massas, e GAV, Grupo de Ações Violentas. Ao primeiro, compete conseguir adesões da doutrinação e induzir as massas à realização de ações de interesse da organização, greves, passeatas, depredações etc.; ao segundo compete agir no meio operário, estudantil e camponês, como um órgão de repressão às manifestações contrárias às ações desenvolvidas pelo SAM, como lhe compete, outrossim, a tomada violenta de fábricas, panfletagem e justiçamento” (SOLNIK, 2011: 241).
No dia 22/6/1969, a VAR-Palmares roubou em assalto à Companhia de Polícia do 10º Batalhão da FPESP (São Caetano do Sul) 94 fuzis, 18 metralhadoras INA, 30 revólveres Taurus cal .38, 300 granadas e cerca de 5.000 cartuchos de diversos calibres, aumentando consideravelmente seu arsenal, já suprido com o assalto à Casa de Armas Diana e ao 4º Regimento de Infantaria (4º RI) - ação empreendida por Carlos Lamarca, da VPR.
No Rio de Janeiro, a VAR-Palmares participou do assalto ao Banco Aliança, Agência Muda (1969), de onde foi roubada a importância de NCr$ 54.884,62, ocasião em que foi assassinado o motorista de praça Cidelino Palmeiras do Nascimento, que conduzia policiais em perseguição aos assaltantes.
A VAR-Palmares participou da “Grande Ação”, em 18/6/1969, quando foi roubado de um cofre em Santa Teresa, Rio de Janeiro, a quantia aproximada de 2,596 milhões de dólares. O cofre pertencia ao ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, e ficava no casarão de sua amante, Anna Capriglione. Parte desse dinheiro (cerca de 1 milhão de dólares) foi entregue ao embaixador da Argélia no Brasil, Hafid Keramane, para aquisição de armas, custear a viagem de terroristas àquele país e auxiliar Miguel Arraes a criar a Frente Brasileira de Informações (FBI) – cfr. http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3375-fbi-um-onagro-franco-argelino-brasileiro.html. “O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora ‘o maior golpe do terrorismo mundial’, segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro ‘A Ditadura Escancarada’. (...) A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo [“Max”, amante de Dilma], que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma” (“O cérebro do roubo ao cofre”, revista Veja, 15/1/2003, pg. 36). O ex-ministro Carlos Minc, que hoje participa de passeatas para a liberação da maconha, foi um dos que participaram do roubo.
No livro de Solnik, consta que a participação de Dilma a respeito do roubo do cofre foi apenas para trocar parte dos dólares em casas de câmbio no Rio de Janeiro, por ser uma “burguesinha” e ter aparência de socialite, não despertando suspeitas.
No Rio Grande do Sul, foram assaltados o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Agência Tristeza, 28/1/1970) e o Banco do Brasil, Agência Viamão, RS (18/3/1970).
Em São Paulo, houve tentativa de assalto em um estacionamento, assalto a um supermercado do Sesi, no Cambuci, assalto ao Supermercado Peg-Pag e 3 assaltos a supermercados diferentes do Grupo Pão de Açúcar, todos no ano de 1970.
Em 1/1/1970, a título de comemoração do aniversário da Revolução Cubana, a VAR-Palmares sequestrou em pleno voo um avião Caravelle, da Cruzeiro do Sul, que fazia a linha Montevidéu-Porto Alegre-Rio de Janeiro, desviando-o para Cuba. O sequestro foi planejado por James Allen Luz, que o executou com cinco comparsas, dentre os quais Jessie Jane Vieira de Souza, posteriormente diretora do Arquivo do Rio de Janeiro, com sede na antiga dependência do DOPS.
Uma das integrantes da VAR-Palmares, do setor de Inteligência, foi Elizabeth Mendes de Oliveira, a “Bete Mendes” de novelas como “Beto Rockfeller”, que usava o codinome “Rosa” na clandestinidade, talvez querendo ser a “Rosa de Luxemburgo” brasileira. Bete Mendes “fazia parte do núcleo da VPR do Colégio de Aplicação, onde foi colega de Pérsio Arida” (SOLNIK, 2011: 187). A então deputada federal Bete Mendes, em visita ao Uruguai com uma comitiva do Presidente Sarney, em 1985, acusou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, então adido militar naquele país, de ter sido torturada por ele nas dependências do DOI/CODI do II Exército (São Paulo), onde a terrorista passou 18 dias presa depois de ter sido detida no “aparelho” da Rua General Bagueira, 79, com documentos falsos e roubados para uso do grupo terrorista (“Rosa” ficou presa entre os dias 29 Set e 16/10/1970).
A tortura foi negada pelo coronel Ustra no livro Rompendo o Silêncio. Antes da denúncia, “Rosa” já havia sido entrevistada pela revista Afinal (2/7/1985) e pelo jornaleco Pasquim (17 Fev a 05/3/1986), ocasiões em que não citou a tortura, indício de que é uma boa atriz do disfarce e da mentira, o que pode ser corroborado, ainda, pelas declarações de “Max” (do Comando Nacional da organização terrorista) no jornal Zero Hora, de 20/8/1985.
Após a prisão de “Rosa”, a VPR realizou ainda as seguintes ações: assalto a um carro de transporte de valores da Transfort S/A, em Madureira, Rio, RJ, junto com o MR-8, em 22/11/1971, ocasião em que os terroristas levaram 2 metralhadoras, 2 pistolas calibre 45 e 1 espingarda calibre 12, e assassinaram o suboficial da reserva da Marinha, José Amaral Villela, chefe de segurança do carro de transporte; assalto ao Curso Fischer, Tijuca, Rio, RJ, no dia 14/1/1972; assassinato do marinheiro inglês David A. Gutheberg, no Rio de Janeiro, RJ, no dia 05/2/1972, numa atuação de “Frente” com a ALN, VPR e PCBR; assalto ao Banco da Bahia e ao Banco de Crédito Territorial, em São Cristóvão, Rio, RJ, no dia 25/2/1972; assalto ao Banco Territorial, na Avenida Brasil, Rio, RJ, em “frente” com o MR-8 e PCBR, em abril de 1972; assalto ao Banco Nacional, de Braz de Pina, Rio, RJ, em julho de 1972, em “frente” com o PCBR; assalto ao Banco Itaú, em Botafogo, Rio, RJ, em outubro de 1972, em “frente” com o PCBR; assassinato do Dr. Otávio Gonçalves Moreira Júnior, em Copacabana, Rio, RJ, no dia 25/2/1973, em “frente” com a ALN e PCR; no Rio Grande do Sul, assalto ao Banco Francês e Brasileiro, em Porto Alegre, RS, no dia 14/12/ 1973, em “frente” com o PCBR; em São Paulo, assaltos à Empresa Paulista de Ônibus (Vila Prudente, Out 1970), ao supermercado Pão de Açúcar (Rua Baturité) e Pão de Açúcar (Barão de Jundiaí), ambos em Nov 1970; ao Supermercado Gigante (Lapa, Fev 1971), em “frente” com o PRT; à Fábrica de Parafusos Mapri (Vila Leopoldina, Mar 1971), em “frente” com o PRT; à firma RCA-Victor (Jaguaré, Mai 1971); à Empresa de Ônibus Tusa (Freguesia do Ó, 10/5/1971), ocasião em que foi morto o soldado PM Manoel Silva Neto; tentativa de assalto a uma casa de armas (Av. Rangel Pestana), quando o proprietário foi ferido a tiros, após reagir e evitar o assalto; tentativa de assalto a uma casa de armas (Lapa), evitado por um vigia; tentativa de assalto à residência de um colecionador de quadros, na Rua Veríssimo Glória.
No interior do Rio, um terreno seria utilizado para fabricação de bombas de plástico: “O projeto era de montar uma ‘fábrica de bombas’ e fora desenhado por um engenheiro químico egípcio, ligado à Al Fatah e ao Setembro Negro, que se aproximou de Espinosa [Antonio Roberto Espinosa] e se ofereceu para colaborar com a VAR-Palmares. Era um cara de olhos muito vivos e atentos, que diziam mais que sua boca. (...) - Um leilão de velhos telefones públicos a manivela. Isso me interessa - disse o egípcio. (...) - Esses aparelhos funcionam como ímãs, dos quais precisamos para nossas bombas por controle remoto” (SOLNIK, 2011: 150). Em seu livro, Solnik não informa se o projeto foi consumado.
Durante certo tempo, Delfim Netto esteve na lista dos “sequestáveis”, quando os terroristas descobriram que todo fim de semana o “tsar” da economia viajava a Jundiaí.
Tadeu, um estudante de Geologia e apaixonado (não correspondido) por Dilma, dizia que ela “é a reencarnação da Krupskaya, e Krupskaia e a própria Dilma são reencarnações de Helena de Troia” (SOLNIK, 2011: 191).
Junto com Maria Celeste Martins, Dilma guardava as armas da organização criminosa.
No discurso de posse da Presidência, em 2011, Dilma Rousseff afirmou que não se envergonhava do passado. Mesmo que ela tenha apenas servido café aos “camaradas d’armas” nos aparelhos onde se escondeu como rato se esconde no esgoto, ela tem, também, as mãos sujas de sangue. “Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: ‘Joana D’Arc da guerrilha’ e ‘papisa da subversão” (Veja, 15/1/2003, pg. 37).
Está explicado por que Dilma Rousseff não se interessa em propor ao Congresso Nacional uma lei antiterrorista dura, que enquadraria o próprio MST, que se autodenomina “braço armado do PT”. Está explicado por que a presidente criou a maniqueísta Comissão Nacional da Verdade, para tentar vilipendiar as Forças Armadas, as quais ela deveria respeitar, por ser a comandante-em-chefe, não satanizá-las em um revanchismo e patifaria sem limites.


Bibliografia:

MOTTA, Aricildes de Moraes (Coordenador Geral). História Oral do Exército - 1964 - 31 de Março - O Movimento Revolucionário e sua História. Tomos 1 a 15. Bibliex, Rio, 2003.
ORVIL - Tentativas de Tomada do Poder - Download gratuito em http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf
SOLNIK, Alex. O cofre do Adhemar - A iniciação política de Dilma Rousseff e outros segredos da luta armada. Jaboticaba, São Paulo, 2011.

As ossadas do cemitério de Perus

Todos os anos, a grande mídia serve de caixa de ressonância ao embuste e à desinformação esquerdista, requentando matéria antiga sobre ossadas de terroristas que teriam se perdido no Araguaia e em Perus.

As ossadas e as valas comuns de nossos amigos são mais caras aos nossos sentimentos do que a de nossos inimigos, e por isso devem ser pranteadas com rios de lágrimas.

Um exemplo desse maniqueísmo pode ser exemplificado por Dom Paulo Evaristo Arns, que, todos os anos, no dia de Finados, reza uma missa pelas “ossadas de Perus”, em São Paulo, um cemitério que conteria restos mortais clandestinos de terroristas e militantes de esquerda que infernizaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70.
Não consta que o distinto cardeal, que é barriga-verde como eu, tenha rezado missa pela alma do soldado Mário Kozel Filho, explodido pelo grupo terrorista de Dilma Rousseff (VAR-Palmares) numa guarita de um quartel do Exército, em São Paulo, em 1968. Nem que tenha rezado pelo tenente da PM paulista, Alberto Mendes Júnior, torturado até a morte, em 1970, com coronhadas de fuzil na cabeça, a mando de Carlos Lamarca.
“A palavra ossadas tem algo de aterrador e foi muito utilizada, embora não signifique mais do que vala comum. (...) O que é importante é que basta mostrar na televisão um pedaço de terra revolvida de fresco e anunciar que talvez ali haja um número arbitrário X de cadáveres para que na cabeça do telespectador fique, em vez do ‘talvez’, o número X, que ele, aliás, tenderá a aumentar quando falar da emissão televisiva com os amigos” (VOLKOFF, 2004: 168). (*)
Durante o II Fórum Social Mundial, em 2002, em Porto Alegre, foi proibida a apresentação de fotos e vídeo das famosas ossadas dos cambojanos assassinados pelo líder do Khmer Vermelho, Pol Pot. Enquanto isso, “procuradores de ossos”, capitaneados pelo advogado petista Eduardo Greenhalgh (que ficou milionário defendendo “perseguidos políticos”), tentam localizar as ossadas de guerrilheiros do PC do B mortos na Guerrilha do Araguaia, não para dar um enterro digno às vítimas, mas apenas para praticar mais um ato de revanchismo contra as Forças Armadas que derrotaram a Peste Vermelha e, assim, manter o assunto ad aeternum na imprensa, pois as "ossadas de ouro" dificilmente poderão ser encontradas na selva, mesmo revolvendo todo o terreno do Pará e do Tocantins.
Todos os anos, a grande mídia serve de caixa de ressonância ao embuste e à desinformação esquerdista, requentando matéria antiga sobre ossadas de terroristas que teriam se perdido no Araguaia e em Perus. Na verdade, muitas das ossadas de Perus pertencem a indigentes, ainda não identificados. Em tese, pode até ocorrer a identificação de algum terrorista enterrado em Perus, não clandestinamente, como mente a esquerda, mas com o nome falso que portava em sua identidade quando foi morto em confronto com a polícia ou simplesmente “justiçado” pelos próprios companheiros. A repetida “terra revolvida de fresco”, tanto no Araguaia, quanto em Perus, faz esquecer as ossadas de Pol Pot (veja Museu do Genocídio Tuol Sleng - http://pt.wikipedia.org/wiki/Tuol_Sleng), o Massacre de Katyn (http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=12532&cat=Ensaios) e a Estrada de Ossos da antiga União Soviética (http://textozon.com/conteudo/artigo-4872.html).
“O número de enterrados tem variado de milhares ou de centenas até a umas poucas dezenas de ‘assassinados’. O Correio Braziliense, de 20/12/02, publicou em seu caderno Coisas da vida, que pesquisadores brasileiros e ingleses começarão a examinar os ‘corpos de 1.200 desaparecidos durante a ditadura militar’ que estão sepultados no cemitério de Perus. O Grupo Tortura Nunca Mais diz que são 184 os mortos e 136 os desaparecidos na ‘luta contra a ditadura’. Desses 136 desaparecidos, 53 teriam sido durante a guerrilha do Araguaia, em plena floresta amazônica. Portanto, restariam 83 corpos de desaparecidos para o restante do Brasil, inclusive para o cemitério de Perus que, por sinal, nunca foi clandestino. (...) Quando Luiza Erundina era prefeita de São Paulo iniciou a campanha para encontrar os ‘desaparecidos da ditadura no cemitério clandestino de Perus’. Os jornais da época noticiavam em primeira página e as TV em seus noticiários, o encontro de milhares de ossadas de desaparecidos e mostravam ossadas e mais ossadas sendo desenterradas para serem entregues aos legistas da Unicamp, que iriam identificá-las. Ninguém foi identificado, mas os desmentidos nunca foram feitos. (...) A mídia e os escribas de aluguel, porém, nunca se preocuparam em dizer que o famoso ‘cemitério clandestino’ não passava de valas comuns, onde eram enterrados os indigentes e, também, os corpos daqueles para quem as famílias não renovavam o aluguel das covas ou dos jazigos onde foram sepultados. Essas ossadas, na realidade, são muitas e com o acúmulo dos anos podem ter chegado aos milhares”
(General-de-Divisão Raymundo Maximiano Negrão Torres - História Oral do Exército, 1964, Tomo 14, pg. 84-5). (**)

Maiores informações sobre o assunto podem ser obtidas acessando o ORVIL (http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf) e o texto de Joseita Ustra, A vala do Cemitério de Perus (http://www.averdadesufocada.com/index.php/revanchismo-especial-98/8380-110413-a-vala-do-cemiterio-de-perus).

Referências:
(*) VOLKOFF, Vladimir. Pequena História da Desinformação - do Cavalo de Troia à Internet. Editora Vila do Príncipe Ltda., Curitiba, 2004
(**) MOTTA, Aricildes de Moraes (Coordenador Geral). História Oral do Exército - 1964 - 31 de Março - O Movimento Revolucionário e sua História. Tomos 1 a 15. Bibliex, Rio, 2003.

O dia 31 de Março de 1964 deveria ser comemorado em todos os cantos do Brasil, pelo fato de os militares terem impedido a comunização do Brasil e terem promovido o desenvolvimento de nosso País como nunca antes na história havia sido observado, passando o Brasil da 46ª posição para a 8ª maior economia do mundo em apenas uma década. Os grandes feitos realizados pelos generais-presidentes podem ser conferidos na bela dissertação do major-brigadeiro Edilberto Corrêa, O orgulho do dever cumprido.
Milhões de brasileiros foram retirados da miséria depois do Movimento de 1964, ao contrário do que apregoa a mentirosa campanha governamental atual, de ter tirado da miséria dezenas de milhões de brasileiros, dando uma esmola de 70 reais mensais por cabeça de gado, digo, por voto de curral. Ora, com 70 reais, o miserável continua miserável como sempre foi, com a diferença de poder comprar apenas um pão com mortadela por dia. Outra mentira do governo safado e mentiroso ao qual vocês servem como prostitutas servem ao cafetão é que quem ganha 300 reais por mês está incluído na classe média.
Infelizmente, patifes de todos os matizes tentam denegrir esta bela História que foi o Movimento de 1964, como se os agentes do Estado pós-1964 fossem meros assassinos e torturadores. Entre esses patifes destacam-se vocês, membros da Comissão da Calúnia, que tentam reescrever a História recente do Brasil à imagem da sua cara, a cara da mentira.
Vocês não têm vergonha de satanizar as Forças Armadas e endeusar terroristas, defecando e urinando em cima de uma Lei assinada pela presidente Dilma Rousseff, que estabelecia que TODOS os crimes de violação dos direitos humanos deveriam ser apurados no período de 1946 a 1988, não apenas aqueles porventura praticados pelos que combateram os terroristas depois de 1964? Qual o compromisso de vocês com a Verdade, se apenas procuram a meia-verdade, que equivale a uma Mentira inteira? Por que não tomam conhecimento do verdadeiro assassino do “estudante” Edson Luís, cuja morte foi atribuída erradamente à PM carioca? Por que não vão viver em Cuba, país que admiram apenas da boca para fora?
No futuro, a verdade histórica do Brasil se imporá, quando ela for escrita por historiadores isentos da ideologia canalha à qual vocês pertencem, a ideologia comunista. E o lixo que vocês produziram tentando diabolizar as Forças Armadas não terá valor nenhum para os brasileiros, apenas servirá para a autoexaltação da companheirada petralha metida nessa safadeza sem limites.

Apesar da campanha covarde e mentirosa contra as Forças Armadas, que continuam em primeiro lugar na aceitação popular, segundo pesquisa recente da FGV, com apoio de 75% dos brasileiros, ao invés dos políticos corruptos e inescrupulosos como vocês, na lanterna, com apenas 7% de apoio, todo o Brasil não-vermelho e compromissado apenas com a Verdade tem O ORGULHO DO DEVER CUMPRIDO, como muito bem escreveu o major-brigadeiro Edilberto Corrêa.


Salve o 31 de março de 1964!
Félix Maier
Brasília, DF, 19 de março de 2013.
Obs.: O dia 19 de março é o dia de São José, padroeiro da Família, contra a canalha comunista.

ADENDO:

   Félix Maier  04/09/2013 16:17
No dia 13 de junho de 2013, Carlos I. S. Azambuja mandou um e-mail a Félix Maier, onde trata do caso Edson Luis, fazendo uma importante correção. Para que a VERDADE seja colocada onde ela deve estar, publico a íntegra do texto do Azambuja:

"Hoje estive relendo o texto "A Parcialidade Escancarada" e notei que há um grande equívoco sobre a morte de Edson Luiz de Lima Souto, no restaurante do Calabouço. Está lá, escrito:

"Em seu livro, narra em detalhes a morte do estudante Edson Luiz, no restaurante do Calabouço, ocorrida em 27 de março de 1964. Detalhes tão precisos como se ele estivesse lá, assistindo a tudo. Não estava. Tanto não estava que escreveu que o fato ocorreu "a três quarteirões do hospital da Santa Casa". Outra inverdade. Do restaurante ao hospital bastava atravessar a rua Santa Luzia. Eu estava lá e vi.

No entanto, na Faculdade Nacional de Filosofia, Rio de Janeiro, de onde era aluno, narra a morte, a tiro de revólver disparado por um seu colega, de um estudante da mesma Faculdade. E só. Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP."

Portanto o ACFPP matou um seu colega de Faculdade e não Edson Luiz, como eu próprio acreditei face aos e-mails que recebi de Você. O que eu me lembrava era de que tinha escrito que ACFPP tinha dado um tiro e matado alguém. Fui levado a crer, face aos e-mals, que havia sido Edson Luiz, Agora relendo cuidadosamente o texto vi que nós (Você e eu) nos enganamos. Aliás, eu fui induzido ao engano.
Não sei como esse equívoco será reparado.
Um abraço
Azamba"
   Félix Maier  03/04/2013 11:58
Em 3 de abril de 2013 10:24, Azambuja escreveu para Félix Maier:

ACFPP foi o autor do tiro que matou Edson Luis. Isso ficou claro para os órgaos de Informações da época (o CISA ainda não existia). Ignoro que qualquer outro estudante da FNF tenha morrido nesse dia. Devido ao tempo passado só tenho a lembrança da chegada ao local do Restaurante do Calabouço de uma viatura da PM (com soldados sentados dos dois lados, uns de costas para os outros), viatura sem qualquer cobertura, que conduzia uns 15 a 20 soldados. E, alguns minutos depois, alguns soldados tentando se refugiar no prédio do Ministério da Aer, fugindo da turba, obrigando a que as portas do Ministério fossem fechadas pela guarda. É isso o que eu me recordo, hoje, 45 anos depois.
Abs


Em 3/04/13 10:13 Félix Maier escreveu para Azambuja:

Eu gostaria de confirmar contigo a dúvida levantada por Ricardo R Nascimento (veja abaixo), em comentário no A Verdade Sufocada feito a respeito de um texto que eu enviei ao jornal O Dia Online e outros contatos: afinal ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO foi o assassino de Edson Luís ou de outro estudante da FNF?

#1 Ricardo R Nascimento d-m-Y H:i
Creio estar havendo um equívoco. Carlos Ilich Santos Azambuja comparou a descrição que Elio Gaspari fez de dois episódios, a morte do estudante Edson Luís (detalhadamente descrita) e a morte de um estudante da Faculdade Nacional de Filosofia (vagamente descrita). Segundo Carlos Ilich Santos Azambuja, o militante do PCB teria sido o autor da morte do estudante da Faculdade Nacional de Filosofia, não do Edson Luís.
   Félix Maier  22/11/2012 12:18
Leitor de Usina de Letras,
No dia 22/11/2012, por meio de e-mail (Em 22 de novembro de 2012 09:37, escreveu:), Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”.
F. Maier
Eu, particularmente, não consigo acreditar na presidente, porque ela é uma mentirosa compulsiva. Por que vou acreditar que ela tenha sido torturada, como afirmou inúmeras vezes?

A penúltima mentira de Dilma Rousseff foi decretar que os brasileiros que recebem em torno de R$ 300,00 mensais passaram a pertencer à classe média. E qual seria a última mentira da presidente?

A antepenúltima mentira da presidente ocorreu durante o 2º turno da campanha presidencial, quando se comprometeu a não colocar em pauta de seu governo legislação de apoio à matança de nascituros, ou seja, o aborto. Se ela de fato fosse contra o aborto, não teria escolhido para a pasta da Secretaria de Políticas para as Mulheres a senhora Eleonora Menicucci de Oliveira, uma antiga amiga do tempo em que estiveram confinadas na Torre das Donzelas. Infelizmente, pouca gente no Brasil sabe que Menicucci é ao mesmo tempo abortista e aborteira.
Uma das primeiras mentiras, repetida inúmeras vezes pela presidente, de modo que hoje se tornou verdade incontestável, é que ela havia pertencido a um grupo de heróis que queria restaurar a democracia detonada pelos militares. A única verdade é que ela fazia parte de um grupo terrorista sanguinário, a VAR-Palmares, o qual não desejava o retorno da democracia no Brasil, porém a implantação de uma ditadura comunista nos moldes cubanos – e, portanto, mil vezes mais violenta que a “ditamole” ou “ditabranda” dos militares.
Quando foi chefona da Casa Civil, Dilma pisoteou a verdade em pelo menos três ocasiões. Na primeira, mandou colocar no site da Casa que havia concluído cursos de doutorado e mestrado na Unicamp. Desmascarada pelos jornais, a mentira foi rapidamente apagada do site. Na segunda ocasião, quando indagada por que sua pasta havia feito um dossiê contra FHC e Ruth Cardoso, depois que ocorreram denúncias de mau uso do cartão corporativo - o famigerado “Lulacard” - por parte do governo petista, ela afirmou que valores de suprimento de fundos haviam sido solicitados pelo TCU. Desmentida pelo Tribunal, ela inventou que se tratava apenas de um trabalho interno para o banco de dados, ainda que esses dados, sigilosos em princípio, tivessem sido atirados aos quatro ventos. Na ocasião, a mais folclórica denúncia era a respeito do ministro da Tapioca Esportiva, Orlando Silva, que havia comprado o delicioso quitute com seu cartão corporativo. Na terceira ocasião, a mentira envolveu a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que foi chamada ao Palácio do Planalto para “acelerar” as investigações que estavam sendo feitas contra um filho de José Sarney, ou seja, que o assunto fosse esquecido. Dilma afirmou que Lina nunca esteve no Palácio. Lina afirmou que esteve. Por que a secretária iria inventar uma mentira contra a mulher mais poderosa do Brasil? Por que Dilma não processou a “mentirosa”? Eu, particularmente, não consigo acreditar na presidente, porque ela é uma mentirosa compulsiva. Por que vou acreditar que ela tenha sido torturada, como afirmou inúmeras vezes?
E a última mentira de Dilma Rousseff, qual foi? Trata-se da redução da conta de energia elétrica, alardeada pela presidente como sendo um saco de bondades de seu governo, o que é uma mentira. Infelizmente, tanto ela quanto a mídia em geral deixaram de informar que a partir de 2010 a FIESP realizou uma campanha, "Energia a Preço Justo" (http://www.energiaaprecojusto.com.br/), ao constatar que as contas de luz mantinham uma parcela de amortização de investimentos de hidrelétricas indevida, e que a conta poderia ser reduzida em até 20%. A FIESP, por meio de seu presidente Paulo Skaf, entrou com representação junto ao TCU contra o ministro das Minas e Energia e contra o presidente da Aneel.
Na véspera do 7 de setembro de 2012, em cadeia nacional, a presidente Dilma anunciou a redução das tarifas, como se fosse um ato unilateral de seu governo. Em nenhuma ocasião a presidente ou a mídia se referiram ao assunto como sendo uma vitória da FIESP e de todo o povo brasileiro.
Em campanha presidencial antecipada, Dilma Rousseff omitiu a verdade, ou seja, que as concessionárias estavam cobrando um preço indevido e que, por isso, as contas deveriam ser reduzidas. Enganando mais uma vez seu eleitorado dócil e bisonho, ela simplesmente resolveu "antecipar" o desconto antes que a Justiça assim determinasse. Essa é a única verdade. A rigor, a Justiça deveria mandar devolver aos brasileiros o que foi cobrado a mais nos últimos anos, um valor de cerca de R$ 7 bilhões. Mas isso já é pedir demais ao Leviatã perdulário e insaciável.
Aliás, nem Paulo Skaf, em recente pronunciamento, lembrou o "esquecimento" de Dilma Rousseff, de creditar à FIESP a pressão pela redução do preço da energia elétrica. Por que será? Como o capitão da indústria paulista foi, em 2010, candidato ao governo de São Paulo pelo PSB, um partido dito socialista - como é também o PT de Dilma -, está explicado por que até os empresários hoje se renderam ao petralhismo e à sua principal cria, o “fascismo gay”.
Antes do início da redução de energia elétrica em nossas contas, já recebemos de presente o aumento do preço dos combustíveis. Isso prova que quando o governo dá alguma coisa com sua mão de vaca, rapidamente apanha tudo de volta com sua mão de gato.
De mentira em mentira, Dilma Rousseff está pavimentando firmemente sua estrada para a reeleição. Ah! Qual será a próxima mentira de Dilma Rousseff?