Dia 7 de abril, Dia do Jornalista
Parabéns, jornalista, pelo seu dia!
Olavo de Carvalho, Reinaldo Azevedo, Alexandre Garcia, William Waack, Percival Puggina, Nivaldo Cordeiro, coronel Carlos Cláudio Miguez (jornal Inconfidência, MG), Edson Camargo, Diogo Mainardi, Diego Casagrande, Carlos Lúcio Gontijo, cônsul de Israel no Brasil Osias Wurman, Graça Salgueiro, Aluizio Amorim, Jorge Serrão, Rodrigo Constantino, Sacha Calmon, Ari Cunha, Claudio Humberto, Augusto Nunes, Rebecca Santoro, Rachel Sheherazade, Boris Casoy, Ricardo Boechat, Ruy Castro, Dora Kramer, Lauro Jardim, Roberto Pompeu de Toledo, Arnaldo Jabor, Luiz Carlos Azedo, José Simão etc.
Aos que já se foram:
Carlos Lacerda, Paulo Francis, Carlos Castelo Branco, Fernando Sabino, Joelmir Betting, Armando Nogueira, Daniel Piza...
E o eterno tricolor Nelson Rodrigues, grande dramaturgo e o melhor cronista do futebol brasileiro! Viva meu Fluzão!
Blog em defesa da democracia e do liberalismo clássico - liberdade de expressão, liberdade religiosa, livre mercado, livre empreendedorismo. Contra o autoritarismo do Cérbero - as três bocarras que infernizaram o século XX: Comunismo, Fascismo e Nazismo.
terça-feira, 7 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Movimento do dia 12/4 - locais e horários no Brasil e no exterior
Movimento do dia 12/4 - locais e horários no Brasil e no exterior
Rio Branco - Em frente ao Palácio Rio Branco - 14:30hs
.***AMAPÁ***
Macapá - na Praça da Bandeira - 15hs
***AMAZONAS***
Manaus - Av. Eduardo Ribeiro - 9:30hs
Manaus - Posto 300 - Av. Djama Batista - 14hs
***ALAGOAS***
Maceió - No Corredor Vera Arruda - 14hs
Arapiraca - Bosque das Arapiracas - 15hs
***BAHIA***
Salvador - Em frente ao farol - 9hs
Rio do Pires - EM frente a Igreja Matriz Praça da Feira antiga - 14hs
Ilhéus - Em frente à Catedral - 9hs
Luis E. Magalhães - Praça de Eventos em Santa Cruz - 14hs
Itabuna - Concentração no Jardim do Ó - 15hs
Feira de Santana - Em frente à Prefeitura - Av. Senhor dos Passos, 980 - 15hs
Vitória da Conquista - Praça Guadalajara (Praça da Normal) - 9hs
Santo Antônio de Jesus - Praça Dr. Renato Machado, Centro - 9:30hs
Petrolina - Praça Maria Auxiliadora - 9hs
Juazeiro - Praça Santiago Maior - 16hs
Teixeira de Freitas - Em frente ao Supermercado Casa Grande - 9hs
Camaçari - Praça Desembargador Montenegro - 9:30hs
Correntina - Praça Raimundo Salles - 10hs
Porto Seguro - Trevo do Cabral - 9:30hs
Jequié - Praça do Viveiro - 16hs
***CEARÁ***
Fortaleza - Praça Portugal - 15hs
Juazeiro do Norte - Praça Padre Cícero - 15hs
Sobral - Arco Nossa Senhora de Fátima - 9hs
Iguatu - Praça da Matriz - 16hs
***DISTRITO FEDERAL***
Brasilia - Congresso Nacional - 9:30hs
***ESPÍRITO SANTO***
São Mateus - Na FIAT - 14hs
Vitória - Praça do Papa - 16hs
Linhares - Praça 22 de Agosto - 16hs
Guarapari - em frente ao Radium Hotel no Centro da Cidade - 16hs
Castelo - Praça Tres Irmãos - 14hs
Colatina - Praça Municipal de Colatina - 8hs
Vila Velha - Posto Moby Dick - 14hs
Lúna - Pracinha do Ginásio de Lúna - 15hs
***GOIÁS***
Caldas Novas - Praça Central Mestre Orlando - 14hs
Goiânia - Praça Tamandaré - 14hs
Rio Verde - Praça Matriz - 14hs
Aparecida de Goiânia - Avenida Rio Verde (próximo do Buriti Shopping) - 14hs
Anapólis - Praça Dom Emanuel - 14hs
Trindade - Em frente a Igreja Basílica do Divino Pai Eterno - 14hs
Cidade de Goiás - Praça dos Eventos -14hs
Jataí - Em frente à Catedral Divino Espírito Santo -14hs
Monitividiu - Praça das Mães -14hs
Piracanjuba - Praça do Relógio -14hs
Itumbiara - Praça da República - 17hs
Piracanjuba - Praça do Relógio - 14hs
**MARANHÃO***
São José de Ribamar - em frente a Câmara Municipal - 14hs
Imperatriz - Praça Brasil - 9:30hs - Praça de Fátima - 16hs
São Luís - Av. Litorânea - Praça da Alimentação - 8:30hs
Barreirinhas - Praça do Trabalhador - 15hs
Caxias - Praça da Matriz - 15hs
**MATO GROSSO***
Cuiabá - Praça Ipiranga - 16hs
Rondonópolis - Em frente ao Rondon Plaza Shopping - 16hs
Juara - Praça dos Colonizadores - 14hs
Cáceres - Serraria Cáceres até a Praça Barão do Rio Branco -15hs
Primavera do Leste - Carreata com saída da Lagoa Vô Pedro Viana às 15hs, rumo à Praça de Eventos com grande ato público e apresentação artística
Sorriso - Praça da Juventude - 15hs
Água Boa - Bairro Universitário, próx. Caixa de Água - 15hs
Barra dos Garças - Praça dos Garimpeiros - 17hs
***MATO GROSSO DO SUL***
Campo Grande - Praça do Rádio - 15hs
Dourados - Praça da Igreja Matriz - 15hs
Maracaju - Praça Central - 16hs
***MINAS GERAIS***
Belo Horizonte - Praça da Liberdade - 10hs
Uberlândia - Praça Tubal Vilella - 10hs
Uberaba - Estádio Uberabão - 15hs
Paragominas - Praça Celio Miranda - 14hs
Carangola - Em frente a Igreja matriz 14hs
Governador Valadares - na Pca dos Pioneiros - 10hs
Poços de Caldas - Praça Pedro Sanches - 15hs
Ipatinga - Em frente a Prefeitura - 13hs
Curvelo - Praça Central do Brasil - 10hs
Sete Lagoas - Praça D. Carlos Carmelo Mota - 16hs
Juiz de Fora - Praça São Mateus - 14hs
Divinópolis - Praça do Santuário - 9:30hs
Pouso Alegre - Em frente à Catedral Metropolitana - 9hs
Capinópolis - João Moreira de Souza - 9:30hs
Montes Claros - Em frente ao Shopping Center -14hs
Paraisópolis - Praça do Centro - 14hs
Perdões - Praça do Berimbau - 14hs
São João Del Rei - Lgo da Igreja de São Francisco - 10:30hs
Ubá - Praça São Januário - 14hs
Viçosa - Quatro Pilastras apenas divisão UFV com cidade, praça p/ eventos - 14hs
Betim - Praça Milton Campos - Centro - 9:30hs
Betim - Praça Tiradentes - 15hs
Varginha - Em frente à Concha Acústica - 10hs
Guaxupé - Praça do Cemitério - 10hs
Patos de Minas - Praça do Fórum - 15hs
Nova Era - Praça da Rodoviária - 9:30hs
Janaúba - Praça da Catedral - 8hs
Oliveira - Praça XV de Novembro - Centro - 9:30hs
Caratinga - Praça Getúlio Vargas - Em frente ao Fórum - 9hs
Florestal - Comboio de Florestal e região vira para BH - Praça da Liberdade - 9:30hs
Barbacena - Praça das Andradas, em frente à Câmara dos Vereadores - 9:30hs
Ouro Fino - Em frente à prefeitura municipal - 9hs
Paraopeba - Praça da Matriz - 14hs
Teófilo Otoni - Praça da Radio Imigrantes - 9hs
Muzambinho - Av. Dr. Américo Luz - 10hs
Itajubá - Sambódromo de Itajubá - 14hs
Lavras - Praça Dr. Augusto Silva - 10hs
***PARÁ***
Belem - Praça da Republica - 9hs
Belem - Mercado de São Brás - 16hs
Bragança - Orla da cidade - 14hs
Marabá - Praça da Prefeitura - 16hs
Parauapebas - Praça de eventos cidade nova - 14hs
Santarém - Praça São Sebastião - 16:30hs
.
***PARAÍBA***
João Pessoa - Praça das Muriçocas - 15hs
Campina Grande - Avenida Brasília - 14hs
***PARANÁ***
Curitiba - Praça Santos Andrade - 13hs
Dois Vizinhos - Praça da Amizade - 14hs
Assai - Av. Rio de Janeiro, em frente à Igreja Matriz São José - 14hs
Unuarama - Praça Miguel Rossafa - 14hs
Maringá - Catedral de Maringá - 14hs
Foz do Iguaçu - na praça do Mitri - 18hs
Londrina - Em frente ao colégio Vicente Rijo (Av. Jk com Av. Higienópolis) - 14hs
Ponta Grossa - Praça dos Polacos - Av. Vicente Machado - 9hs
São José dos Pinhais - Em frente a Catedral - 14hs
Quedas do Iguaçu - Prefeitura Municipal - 14hs
Francisco Beltrão - Calçadão Central -15hs
Matinhos - PR - Em frente a prefeitura municipal - 14hs
Apucarana - Em frente à Catedral -15hs
Guarapuava - Praça Cleve - 14hs
Cascavel - Em frente à Catedral - 15hs
Pitanga - Praça da Pitanguinha - 9hs
Cianorte - Em frente à Prefeitura - 16hs
Cambé - Praça Getúlio Vargas em frente à Prefeitura -14hs
Ibiporá - Praça Pio XII - 15hs
Cambará - Av. Brasil - Em frente à Praça Principal da Cidade -15hs
Rolândia - Praça Castelo Branco - 15hs
Astorga - Posto Astorga - 9hs
Faxinal - Praça Central - 9:30hs
Toledo - Lago Municipal de Toledo - 15hs
Castro - Praça N. Senhora do Rosário - 15hs
Paranavaí - Praça dos Pioneiros - 9hs
Arapongas - Praça Mauá - 15hs
Entre Rios do Oeste - Praça João Natalio Stein - 14hs
Paranaguá - Em frente à Ferroviária - 10hs
Pato Branco - Posto Tigrão em direção a Praça Pres. Getulio Vargas - 9:30hs
União da Vitória - Santander - Calçadão - 14hs
***PERNAMBUCO***
Paulista - Praça Agamenon Magalhães - 14hs
Petrolina - Praça da Maria Auxiliadora - em frente à Prefeitura - 16hs
Recife - Praia de Boa Viagem (próximo a padaria boa viagem) - 14hs
Garanhuns - na Praça Dominguinhos - 14hs
Caruaru - Em frente à Igreja N. Sra. do Rosário - 15hs
***PIAUÍ**
Teresina - Av. Mal. Castelo Branco - ALEPI - 16hs
Parnaíba - Balão Do Mirante - Em frente à UFPI - 16hs
Alegrete - Largo do Centro Cultural - 15hs
***RIO DE JANEIRO***
Rio de Janeiro - Posto 5 de Copacabana - concentração 12hs e início 14hs
Resende - Av. Albino de Almeida (em frente a Caixa Econômica Federal) - 14hs
Três Rios - Praça São Sebastião - 14hs
Búzios - Praça Santos Dumont - 14hs
Volta Redonda - Praça Brasil - 9:30hs
Volta Redonda - Av. Amaral Peixoto - 278 - Centro - 16hs
Barra do Piraí - no Largo da feira - Liberdade Brasil - 14hs
Campos dos Goytacazes - Praça São Salvador - 15hs
Macaé - Praia Dos Cavaleiros - alto da gloria - 15:30hs
Barra Mansa - Praça da Matriz - 15hs
Petrópolis - Praça D. Pedro II , Centro - 14hs
Niterói - Praia de Icaraí - Em frente à Uff - 9hs
Paraiba do Sul - Praça Garcia - 14hs
***RIO GRANDE DO SUL***
Canela - Catedral de Pedra Canela - 15:30hs
Santana do Livramento - Parque Internacional - 15hs
São Borja - Parque General Vargas - Parcão 14hs
Caxias do Sul - Praça Dante - 15hs
Gravatai - Parcão - 15hs
Porto Alegre - Parque Moinho dos Ventos - 15hs
Santa Maria - Praça Saldanha Marinho - 14hs
Passo Fundo - Esquina Brasil com Bento Gonçalves - 14hs
Cachoeirinha - prefeitura municipal - 14hs
Bento Gonçalves - Em frente à Prefeitura - 15hs
Novo Hamburgo - Vale dos Sinos - 15hs
Balneário Pinhal - Largo do Osso da Baleia - 14hs
Santa Cruz do Sul - Praça da Bandeira - 16hs
Farroupilha - Praça da Bandeira - 16hs
Carazinho - Praça Albino Hillebrand - Centro - 14hs
Cachoeira do Sul - Praça da Matriz - 16hs
Erechim - Praça da Bandeira - 14hs
Santiago - Em frente à Prefeitura - 14hs
São Lourenço do Sul - Prefeitura Municipal - 14hs
Esteio - na Rua Coberta - 14hs
Ujuí - Praça da República - 17hs
Bagé - Praça da Estação - 15hs
Santa Fé do RS - Praça Matriz - 9:30hs
Lagoa Vermelha - Praça do Altar da Pátria - 14:30hs
Pelotas - Praça Coronel Pedro Osório -15hs
Pelotas - Largo do Mercado Público - 9:30hs
Torres - Praça XV de Novembro, Centro - 15hs
Uruguaiana - Câmara Municipal - Praça do Barão - 16hs
Rio Grande - Largo Dr. Pio - 15hs
Lageado - Parque Prof. Theobaldo Dick - 15hs
Estrela - Rodoviária de Estrela - 15hs
Montenegro - Praça dos Ferroviários - 15hs
Alegrete - Praça Nova - 16hs
Capão da Canoa - Antigo Largo do Baronda - 14hs
Garibaldi - Cooperativa Vinícola Garibaldi - 16hs
Passo Fundo - Praça da Mãe, Av. Brasil - 14hs
São Leopoldo - Em frente à Prefeitura - 15hs
Cruz Alta - Em frente à Prefeitura - 15hs
***RIO GRANDE DO NORTE***
Natal - Em frente ao Midway - 15hs
Mossoró - Praça Diocesano - 15hs
Parnamirim - Cohabinal - Gosto E Sabor - 14hs
Pau dos Ferros - Praça dos Eventos - 15hs
Caicó - Em frente à Rodoviária - 16hs
***RONDÔNIA***
Cerajeiras - No Semáforo - na Avenida Integração Nacional com a Avenida das Nações - 14hs
Porto Velho - Praça das 3 Caixas d’Água, Centro - 14hs
Ariquemes - Praça da Vitória - Av. Jamari - 15hs
Ji - Paraná - Gerivaldão - 16hs
***RORAIMA***
Boa Vista - Praça do Centro Cívico - 16hs
***SANTA CATARINA***
Balneário Camboriú - Av. Atlântica, praça Tamandaré - 14hs
Blumenau - Em frente a prefeitura - 16hs
Orleans - Praça Celso Ramos - Centro da Cidade - 14hs
Chapecó - Praça Central - 9:30hs
Florianópolis - Trapiche da Beira Mar - Av. Beira Mar Norte, 88015 - 16hs
Itajaí - Beira-Rio - 15hs
Jaragua do Sul - Praça Angelo Piazero - 15hs
Joinville - Praça da Bandeira - 16hs
Timbó - Parque Central de Timbó - 9:30hs
Canoinhas - Praça do Centenário - 9:30hs
Rio do Sul - em frente ao antigo Ceola - 14hs
Araranguá - Relógio do sol - Cidade Alta - 14hs
Curitibanos - Em frente a matriz, praça da Republica - 14hs
Tubarão - 7 de Setembro em frente ao Museu - 16hs
São Francisco do Sul - Em frente ao Contorno Ferroviário - 14hs
São Bento do Sul - Praça Central - 14hs
Criciúma - Parque Das Nações Cincinato Naspoline - 15hs
Lages - Praça Antonio Correia Pinto - 10:30hs
Brusque - Praça Sesquicentenário - em frente a Prefeitura - 16hs
Videira - Em frente à estação ferroviária - 14:15hs
Concórdia - Posto Lamonato, em direção a Praça - 15hs
Campos Novos - Praça Lauro Muller - 16hs
Laguna - Mercado Público de Laguna - 16hs
Joaçaba - Praça da Prefeitura - 15hs
***SÃO PAULO***
Americana - Praça do Trabalhador - 16hs
Araras - Praça Barão de Araras - em frente ao obelisco - 9:30hs
Bauru - Em frente ao Prédio da Polícia Federal na Avenida Getúlio Vargas - 9:30hs
Botucatu - Em frente à Igreja São José - 15hs
Bragança Paulista - Praça Raul Leme - 14hs
Campinas - Largo do Rosário - 13hs
Indaiatuba - Estacionamento do Parque ecológico - 10hs
Jaguariúna - Centro Cultural - 14hs
Jundiaí - Av nove de Julho - Pontilhão da Nove - 9:30hs e outro às 16hs em frente à Prefeitura
Mogi das Cruzes - Praça Oswaldo Cruz - 9:30hs
Osasco - Av. Hirante Sanazar em frente a prefeitura - 14hs
Pindamonhangaba - Praça Monsenhor Marcondes - 14hs
Piracicaba - Praça José Bonifácio - 9:30hs
Ribeirão Pires - Vila do Doce - 14hs
Ribeirão Preto - Teatro Pedro II - Rua Álvares Cabral nº 370 - 9:30hs
São Caetano do sul - Em frente à Câmara Municipal - 14hs
São José dos Campos - Praça Afonso Pena - 15hs
São Paulo - Masp - 15hs
Sorocaba - Parque das Águas - 9:30hs
Sorocaba - Praça da Amizade - Estádio CIC - 16hs
Aparecida - Em frente a Basílica da Nossa senhora aparecida - 14hs
Barueri - Boulevard do centro de Barueri - 14hs
Campos do Jordão - Em frente a igreja matriz - 14hs
Porto feliz - Centro da cidade - 14hs
Taubaté - Praça do Batalhão da PM - Avenida Independência - 15hs
Praia Grande - Praça da FATEC - 14hs
Caçapava - Praça da Bandeira - 14hs
Tatuí - Rua Onze de Agosto - 14hs
Santa Bárbara d´Oeste - Em frente a Prefeitura - 16hs
Pirassununga - Praça Central - 14hs
Cubatão - Praça da Independência, Jd Casqueiro - 10hs
Cubatão - Em frente ao Senai - Praça da Bíblia - 14hs
Batatais - Praça da Matriz - 14hs
Artur Nogueira - Praça do Coreto - Av. Fernando Arena, esquina com a Rua Duque de Caxias - 14hs
Capivari - Praça Central - 14hs
Salto - Praça XV - 16hs
Jaboticabal - Praça 9 de Julho - 14hs
Dracena - Praça Arthur Pagnozzi - 14hs
Marília - Av. Sampaio Vidal - Prefeitura - 15hs
Lorena - Praça Arnolfo de Azevedo - 16hs
Cruzeiro - Na Praça em frente à Prefeitura Municipal - 15:30hs
Patrocínio Paulista - Praça da Matriz - 14hs
Vinhedo - Portal - 14hs
São Carlos - Avenida São Carlos ao lado do Mercado Municipal - 15hs
São José do Rio Preto - Avenida Alberto Andaló - em frente a prefeitura - 10hs
Votuporanga - Praça Matriz - em frente a concha acústica - 9:30hs
Fernandópolis - Praça Matriz - 9:30hs
Araçatuba - Rotatória da Avenida Brasília com a Avenida Pompeu de Toledo - 9:30hs
Catanduva - Praça da Prefeitura - 14hs
Santa Fé do Sul - Praça da Matriz - 16hs
Santo André - Paço Municipal - 10hs
Bom Jesus dos Perdões - Em frente a Prefeitura - 9:30hs
Guarujá - Praça das Bandeiras no Centro - 14hs
Presidente Prudente - Praça 9 de Julho - em frente Chick Center - 16hs
Presidente Prudente - Parque do Povo - Em frente ao Colégio Poliedro - 9hs
Araraquara - Parque Infantil até Prefeitura -14hs
Arujá - Praça do Coreto - 14hs
Assis - Praça Arlindo Luz - 16hs
Atibaia - Igreja da Matriz - 9:30hs
Bertioga - Av. 19 de Maio - 9:30hs
Guarulhos - Bosque Maia - Av. Paulo Faccini - 11hs
Itú - Em frente à Igreja Matriz - 9:30hs
Santos - Praça da Independência - 9:30hs
Santos - Praça do Surfista - Posto 2 - 14hs
Águas de Lindoya - Centro - 14hs
São Sebastião - Praça do Coreto - 15hs
Tupã - Praça da Bandeira - 9:30hs
Birigui - Praça Central da cidade - Doutor Gama - 9hs
Itatiba - Praça das Bandeiras - 14hs
Limeira - Praça Toledo Barros (Rua Doutor Trajano Barros de Camargo, 13480) - 9:30hs
Sertãozinho - Praça 21 de Abril - 9:30hs
Franca - Pça. N. Sra. da Conceição - na Concha Acústica - 9:30hs
Mogi Guaçu - Campo da Brahma - 14hs
Bariri - Praça da Matriz - 20hs
Capão Bonito - Av. Plácido Batista da Silveira - Coop. Agr. -14hs
Avaré - Concha Acústica - 14hs
Guaratinguetá - Av. Presidente Vargas - 16hs
Olimpia - Praça da Matriz - 9hs
São Bernardo do Campo - Av. kennedy em frente ao Poliesportivo - 14hs
São Bernardo do Campo - Paço Municipal - 17hs
Peruibe - Praia do Centro - 15hs
Jacareí - Parque da Cidade - 10hs
São João da Boa Vista - Praça Cel. Joaquim José - 9hs
São Roque - Praça da Matriz - 9:30hs
Holambra - Moinho Povos Unidos - 14:30hs
Barretos - Fórum de Barretos - 15hs
Embu-Guaçú - Praça do Coreto - 14hs
Espírito Santo do Pinhal - Em frente ao Coreto - Agência do Banco do Brasil - 15hs
Itajobi - Praça 09 de Julho - 15hs
Lins - Praça Dom Bosco - 9:30hs
Piraju - Praça Ataliba Leonel - 14hs
São José do Rio Pardo - Praça da Matriz - 14hs
Macaraí - Av. José Bonifácio x Av. São Paulo - 14hs
Rio Claro - Praça Dalva de Oliveira - 9:30hs
Jales - Praça do Jacaré - 9:30hs
Jaú - Praça Centenário - 9:30hs
Monte Aprazível - Praça Igreja Vila Araújo - 9:30hs
Paraguaçu Paulista - Praça da Matriz - 16hs
Valinhos - Em frente à Prefeitura - 14hs
Bebedouro - Em frente à Igreja Matriz - 10hs
Caraguatatuba - Praça da Bíblia - 10hs
Leme - Praça Rui Barbosa - 15hs
Paulínia - Em frente à Câmara Municipal - 11hs
Sumaré - Praça das Bandeiras - 10hs
Itapeva - Praça de Eventos - 15hs
***SERGIPE***
Aracaju - Calçadão da Treze de Julho - 15hs
***TOCANTINS***
Palmas - Praça dos Girassóis - 16hs
Araguaína - Praça do Galo - 14hs
***MOTO PASSEATA EM SÃO PAULO***
ALESP - Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - 10:30hs
***PROTESTOS #VemPraRua FORA DO BRASIL***
***AUSTRÁLIA***
Sydney - Martin Place - 16hs
Melbourne - Federation Square - 16hs
***ESTADOS UNIDOS***
São Francisco - Justin Herman Plaza - 11hs
Orlando/Flórida - 5403 Internacional Dr - Banco do Brasil - 13hs
Miami/Flórida - Ocean Drive com 8th Street - 14hs
Miami - Torch of Friendship Bayside - Downtown Miami - 12hs
Boston - 175 Purchase St, Boston - em frente ao consulado do Brasil - 14hs
New York - Union Square - SW Corner - 11hs
***PORTUGAL***
Lisboa - Praça Luis de Camoēs - 15hs
***BOLÍVIA***
Santa Cruz de la Sierra - Plaza del Estudiante - 14:30hs
***INGLATERRA***
Londres - Trafalgar Square - 12hs
***ESPANHA***
Provincia de Cuenca - Vara Del Rey - 11:30hs
***ARGENTINA***
Buenos Aires - Em frente ao Consulado Brasileiro - 12hs
***PERU***
Lima - Em frente à Embaixada Brasileira - 10hs
***CANADA***
Toronto - Queens Park - 14hs
Montreal - Em frente ao Consulado Brasileiro - 11hs
Vancouver - Vancouver Art Galery - 15hs
***BÉLGICA***
Bruxelas - Rue du Trône n 108 Bruxelles 1050 - 9hs
***PARAGUAY***
Asunción - Em frete a Embaixada Brasileira - 9hs
***SUÍÇA***
Zurich - Zurich HB - Em frente ao Zurich Hauptbahnhof - 11hs
***IRLANDA***
Dublin - Em frente à Embaixada Brasileira - 12hs - em Brasil.
Caríssimos
lembrem-se que está em evidência o destino do Brasil Brasileiro,
verdadeiramente Democrático, que herdamos dos nossos pais e temos que
entregá-lo aos nossos filhos em melhores condições. Brasil Pátria
Querida eu te AMO!
Não se esqueçam levem os familiares, principalmente os jovens para que sintam a Brasilidade.
VEJA E DIVULGUE
Locais estabelecidos até o momento:
***ACRE***Rio Branco - Em frente ao Palácio Rio Branco - 14:30hs
.***AMAPÁ***
Macapá - na Praça da Bandeira - 15hs
***AMAZONAS***
Manaus - Av. Eduardo Ribeiro - 9:30hs
Manaus - Posto 300 - Av. Djama Batista - 14hs
***ALAGOAS***
Maceió - No Corredor Vera Arruda - 14hs
Arapiraca - Bosque das Arapiracas - 15hs
***BAHIA***
Salvador - Em frente ao farol - 9hs
Rio do Pires - EM frente a Igreja Matriz Praça da Feira antiga - 14hs
Ilhéus - Em frente à Catedral - 9hs
Luis E. Magalhães - Praça de Eventos em Santa Cruz - 14hs
Itabuna - Concentração no Jardim do Ó - 15hs
Feira de Santana - Em frente à Prefeitura - Av. Senhor dos Passos, 980 - 15hs
Vitória da Conquista - Praça Guadalajara (Praça da Normal) - 9hs
Santo Antônio de Jesus - Praça Dr. Renato Machado, Centro - 9:30hs
Petrolina - Praça Maria Auxiliadora - 9hs
Juazeiro - Praça Santiago Maior - 16hs
Teixeira de Freitas - Em frente ao Supermercado Casa Grande - 9hs
Camaçari - Praça Desembargador Montenegro - 9:30hs
Correntina - Praça Raimundo Salles - 10hs
Porto Seguro - Trevo do Cabral - 9:30hs
Jequié - Praça do Viveiro - 16hs
***CEARÁ***
Fortaleza - Praça Portugal - 15hs
Juazeiro do Norte - Praça Padre Cícero - 15hs
Sobral - Arco Nossa Senhora de Fátima - 9hs
Iguatu - Praça da Matriz - 16hs
***DISTRITO FEDERAL***
Brasilia - Congresso Nacional - 9:30hs
***ESPÍRITO SANTO***
São Mateus - Na FIAT - 14hs
Vitória - Praça do Papa - 16hs
Linhares - Praça 22 de Agosto - 16hs
Guarapari - em frente ao Radium Hotel no Centro da Cidade - 16hs
Castelo - Praça Tres Irmãos - 14hs
Colatina - Praça Municipal de Colatina - 8hs
Vila Velha - Posto Moby Dick - 14hs
Lúna - Pracinha do Ginásio de Lúna - 15hs
***GOIÁS***
Caldas Novas - Praça Central Mestre Orlando - 14hs
Goiânia - Praça Tamandaré - 14hs
Rio Verde - Praça Matriz - 14hs
Aparecida de Goiânia - Avenida Rio Verde (próximo do Buriti Shopping) - 14hs
Anapólis - Praça Dom Emanuel - 14hs
Trindade - Em frente a Igreja Basílica do Divino Pai Eterno - 14hs
Cidade de Goiás - Praça dos Eventos -14hs
Jataí - Em frente à Catedral Divino Espírito Santo -14hs
Monitividiu - Praça das Mães -14hs
Piracanjuba - Praça do Relógio -14hs
Itumbiara - Praça da República - 17hs
Piracanjuba - Praça do Relógio - 14hs
**MARANHÃO***
São José de Ribamar - em frente a Câmara Municipal - 14hs
Imperatriz - Praça Brasil - 9:30hs - Praça de Fátima - 16hs
São Luís - Av. Litorânea - Praça da Alimentação - 8:30hs
Barreirinhas - Praça do Trabalhador - 15hs
Caxias - Praça da Matriz - 15hs
**MATO GROSSO***
Cuiabá - Praça Ipiranga - 16hs
Rondonópolis - Em frente ao Rondon Plaza Shopping - 16hs
Juara - Praça dos Colonizadores - 14hs
Cáceres - Serraria Cáceres até a Praça Barão do Rio Branco -15hs
Primavera do Leste - Carreata com saída da Lagoa Vô Pedro Viana às 15hs, rumo à Praça de Eventos com grande ato público e apresentação artística
Sorriso - Praça da Juventude - 15hs
Água Boa - Bairro Universitário, próx. Caixa de Água - 15hs
Barra dos Garças - Praça dos Garimpeiros - 17hs
***MATO GROSSO DO SUL***
Campo Grande - Praça do Rádio - 15hs
Dourados - Praça da Igreja Matriz - 15hs
Maracaju - Praça Central - 16hs
***MINAS GERAIS***
Belo Horizonte - Praça da Liberdade - 10hs
Uberlândia - Praça Tubal Vilella - 10hs
Uberaba - Estádio Uberabão - 15hs
Paragominas - Praça Celio Miranda - 14hs
Carangola - Em frente a Igreja matriz 14hs
Governador Valadares - na Pca dos Pioneiros - 10hs
Poços de Caldas - Praça Pedro Sanches - 15hs
Ipatinga - Em frente a Prefeitura - 13hs
Curvelo - Praça Central do Brasil - 10hs
Sete Lagoas - Praça D. Carlos Carmelo Mota - 16hs
Juiz de Fora - Praça São Mateus - 14hs
Divinópolis - Praça do Santuário - 9:30hs
Pouso Alegre - Em frente à Catedral Metropolitana - 9hs
Capinópolis - João Moreira de Souza - 9:30hs
Montes Claros - Em frente ao Shopping Center -14hs
Paraisópolis - Praça do Centro - 14hs
Perdões - Praça do Berimbau - 14hs
São João Del Rei - Lgo da Igreja de São Francisco - 10:30hs
Ubá - Praça São Januário - 14hs
Viçosa - Quatro Pilastras apenas divisão UFV com cidade, praça p/ eventos - 14hs
Betim - Praça Milton Campos - Centro - 9:30hs
Betim - Praça Tiradentes - 15hs
Varginha - Em frente à Concha Acústica - 10hs
Guaxupé - Praça do Cemitério - 10hs
Patos de Minas - Praça do Fórum - 15hs
Nova Era - Praça da Rodoviária - 9:30hs
Janaúba - Praça da Catedral - 8hs
Oliveira - Praça XV de Novembro - Centro - 9:30hs
Caratinga - Praça Getúlio Vargas - Em frente ao Fórum - 9hs
Florestal - Comboio de Florestal e região vira para BH - Praça da Liberdade - 9:30hs
Barbacena - Praça das Andradas, em frente à Câmara dos Vereadores - 9:30hs
Ouro Fino - Em frente à prefeitura municipal - 9hs
Paraopeba - Praça da Matriz - 14hs
Teófilo Otoni - Praça da Radio Imigrantes - 9hs
Muzambinho - Av. Dr. Américo Luz - 10hs
Itajubá - Sambódromo de Itajubá - 14hs
Lavras - Praça Dr. Augusto Silva - 10hs
***PARÁ***
Belem - Praça da Republica - 9hs
Belem - Mercado de São Brás - 16hs
Bragança - Orla da cidade - 14hs
Marabá - Praça da Prefeitura - 16hs
Parauapebas - Praça de eventos cidade nova - 14hs
Santarém - Praça São Sebastião - 16:30hs
.
***PARAÍBA***
João Pessoa - Praça das Muriçocas - 15hs
Campina Grande - Avenida Brasília - 14hs
***PARANÁ***
Curitiba - Praça Santos Andrade - 13hs
Dois Vizinhos - Praça da Amizade - 14hs
Assai - Av. Rio de Janeiro, em frente à Igreja Matriz São José - 14hs
Unuarama - Praça Miguel Rossafa - 14hs
Maringá - Catedral de Maringá - 14hs
Foz do Iguaçu - na praça do Mitri - 18hs
Londrina - Em frente ao colégio Vicente Rijo (Av. Jk com Av. Higienópolis) - 14hs
Ponta Grossa - Praça dos Polacos - Av. Vicente Machado - 9hs
São José dos Pinhais - Em frente a Catedral - 14hs
Quedas do Iguaçu - Prefeitura Municipal - 14hs
Francisco Beltrão - Calçadão Central -15hs
Matinhos - PR - Em frente a prefeitura municipal - 14hs
Apucarana - Em frente à Catedral -15hs
Guarapuava - Praça Cleve - 14hs
Cascavel - Em frente à Catedral - 15hs
Pitanga - Praça da Pitanguinha - 9hs
Cianorte - Em frente à Prefeitura - 16hs
Cambé - Praça Getúlio Vargas em frente à Prefeitura -14hs
Ibiporá - Praça Pio XII - 15hs
Cambará - Av. Brasil - Em frente à Praça Principal da Cidade -15hs
Rolândia - Praça Castelo Branco - 15hs
Astorga - Posto Astorga - 9hs
Faxinal - Praça Central - 9:30hs
Toledo - Lago Municipal de Toledo - 15hs
Castro - Praça N. Senhora do Rosário - 15hs
Paranavaí - Praça dos Pioneiros - 9hs
Arapongas - Praça Mauá - 15hs
Entre Rios do Oeste - Praça João Natalio Stein - 14hs
Paranaguá - Em frente à Ferroviária - 10hs
Pato Branco - Posto Tigrão em direção a Praça Pres. Getulio Vargas - 9:30hs
União da Vitória - Santander - Calçadão - 14hs
***PERNAMBUCO***
Paulista - Praça Agamenon Magalhães - 14hs
Petrolina - Praça da Maria Auxiliadora - em frente à Prefeitura - 16hs
Recife - Praia de Boa Viagem (próximo a padaria boa viagem) - 14hs
Garanhuns - na Praça Dominguinhos - 14hs
Caruaru - Em frente à Igreja N. Sra. do Rosário - 15hs
***PIAUÍ**
Teresina - Av. Mal. Castelo Branco - ALEPI - 16hs
Parnaíba - Balão Do Mirante - Em frente à UFPI - 16hs
Alegrete - Largo do Centro Cultural - 15hs
***RIO DE JANEIRO***
Rio de Janeiro - Posto 5 de Copacabana - concentração 12hs e início 14hs
Resende - Av. Albino de Almeida (em frente a Caixa Econômica Federal) - 14hs
Três Rios - Praça São Sebastião - 14hs
Búzios - Praça Santos Dumont - 14hs
Volta Redonda - Praça Brasil - 9:30hs
Volta Redonda - Av. Amaral Peixoto - 278 - Centro - 16hs
Barra do Piraí - no Largo da feira - Liberdade Brasil - 14hs
Campos dos Goytacazes - Praça São Salvador - 15hs
Macaé - Praia Dos Cavaleiros - alto da gloria - 15:30hs
Barra Mansa - Praça da Matriz - 15hs
Petrópolis - Praça D. Pedro II , Centro - 14hs
Niterói - Praia de Icaraí - Em frente à Uff - 9hs
Paraiba do Sul - Praça Garcia - 14hs
***RIO GRANDE DO SUL***
Canela - Catedral de Pedra Canela - 15:30hs
Santana do Livramento - Parque Internacional - 15hs
São Borja - Parque General Vargas - Parcão 14hs
Caxias do Sul - Praça Dante - 15hs
Gravatai - Parcão - 15hs
Porto Alegre - Parque Moinho dos Ventos - 15hs
Santa Maria - Praça Saldanha Marinho - 14hs
Passo Fundo - Esquina Brasil com Bento Gonçalves - 14hs
Cachoeirinha - prefeitura municipal - 14hs
Bento Gonçalves - Em frente à Prefeitura - 15hs
Novo Hamburgo - Vale dos Sinos - 15hs
Balneário Pinhal - Largo do Osso da Baleia - 14hs
Santa Cruz do Sul - Praça da Bandeira - 16hs
Farroupilha - Praça da Bandeira - 16hs
Carazinho - Praça Albino Hillebrand - Centro - 14hs
Cachoeira do Sul - Praça da Matriz - 16hs
Erechim - Praça da Bandeira - 14hs
Santiago - Em frente à Prefeitura - 14hs
São Lourenço do Sul - Prefeitura Municipal - 14hs
Esteio - na Rua Coberta - 14hs
Ujuí - Praça da República - 17hs
Bagé - Praça da Estação - 15hs
Santa Fé do RS - Praça Matriz - 9:30hs
Lagoa Vermelha - Praça do Altar da Pátria - 14:30hs
Pelotas - Praça Coronel Pedro Osório -15hs
Pelotas - Largo do Mercado Público - 9:30hs
Torres - Praça XV de Novembro, Centro - 15hs
Uruguaiana - Câmara Municipal - Praça do Barão - 16hs
Rio Grande - Largo Dr. Pio - 15hs
Lageado - Parque Prof. Theobaldo Dick - 15hs
Estrela - Rodoviária de Estrela - 15hs
Montenegro - Praça dos Ferroviários - 15hs
Alegrete - Praça Nova - 16hs
Capão da Canoa - Antigo Largo do Baronda - 14hs
Garibaldi - Cooperativa Vinícola Garibaldi - 16hs
Passo Fundo - Praça da Mãe, Av. Brasil - 14hs
São Leopoldo - Em frente à Prefeitura - 15hs
Cruz Alta - Em frente à Prefeitura - 15hs
***RIO GRANDE DO NORTE***
Natal - Em frente ao Midway - 15hs
Mossoró - Praça Diocesano - 15hs
Parnamirim - Cohabinal - Gosto E Sabor - 14hs
Pau dos Ferros - Praça dos Eventos - 15hs
Caicó - Em frente à Rodoviária - 16hs
***RONDÔNIA***
Cerajeiras - No Semáforo - na Avenida Integração Nacional com a Avenida das Nações - 14hs
Porto Velho - Praça das 3 Caixas d’Água, Centro - 14hs
Ariquemes - Praça da Vitória - Av. Jamari - 15hs
Ji - Paraná - Gerivaldão - 16hs
***RORAIMA***
Boa Vista - Praça do Centro Cívico - 16hs
***SANTA CATARINA***
Balneário Camboriú - Av. Atlântica, praça Tamandaré - 14hs
Blumenau - Em frente a prefeitura - 16hs
Orleans - Praça Celso Ramos - Centro da Cidade - 14hs
Chapecó - Praça Central - 9:30hs
Florianópolis - Trapiche da Beira Mar - Av. Beira Mar Norte, 88015 - 16hs
Itajaí - Beira-Rio - 15hs
Jaragua do Sul - Praça Angelo Piazero - 15hs
Joinville - Praça da Bandeira - 16hs
Timbó - Parque Central de Timbó - 9:30hs
Canoinhas - Praça do Centenário - 9:30hs
Rio do Sul - em frente ao antigo Ceola - 14hs
Araranguá - Relógio do sol - Cidade Alta - 14hs
Curitibanos - Em frente a matriz, praça da Republica - 14hs
Tubarão - 7 de Setembro em frente ao Museu - 16hs
São Francisco do Sul - Em frente ao Contorno Ferroviário - 14hs
São Bento do Sul - Praça Central - 14hs
Criciúma - Parque Das Nações Cincinato Naspoline - 15hs
Lages - Praça Antonio Correia Pinto - 10:30hs
Brusque - Praça Sesquicentenário - em frente a Prefeitura - 16hs
Videira - Em frente à estação ferroviária - 14:15hs
Concórdia - Posto Lamonato, em direção a Praça - 15hs
Campos Novos - Praça Lauro Muller - 16hs
Laguna - Mercado Público de Laguna - 16hs
Joaçaba - Praça da Prefeitura - 15hs
***SÃO PAULO***
Americana - Praça do Trabalhador - 16hs
Araras - Praça Barão de Araras - em frente ao obelisco - 9:30hs
Bauru - Em frente ao Prédio da Polícia Federal na Avenida Getúlio Vargas - 9:30hs
Botucatu - Em frente à Igreja São José - 15hs
Bragança Paulista - Praça Raul Leme - 14hs
Campinas - Largo do Rosário - 13hs
Indaiatuba - Estacionamento do Parque ecológico - 10hs
Jaguariúna - Centro Cultural - 14hs
Jundiaí - Av nove de Julho - Pontilhão da Nove - 9:30hs e outro às 16hs em frente à Prefeitura
Mogi das Cruzes - Praça Oswaldo Cruz - 9:30hs
Osasco - Av. Hirante Sanazar em frente a prefeitura - 14hs
Pindamonhangaba - Praça Monsenhor Marcondes - 14hs
Piracicaba - Praça José Bonifácio - 9:30hs
Ribeirão Pires - Vila do Doce - 14hs
Ribeirão Preto - Teatro Pedro II - Rua Álvares Cabral nº 370 - 9:30hs
São Caetano do sul - Em frente à Câmara Municipal - 14hs
São José dos Campos - Praça Afonso Pena - 15hs
São Paulo - Masp - 15hs
Sorocaba - Parque das Águas - 9:30hs
Sorocaba - Praça da Amizade - Estádio CIC - 16hs
Aparecida - Em frente a Basílica da Nossa senhora aparecida - 14hs
Barueri - Boulevard do centro de Barueri - 14hs
Campos do Jordão - Em frente a igreja matriz - 14hs
Porto feliz - Centro da cidade - 14hs
Taubaté - Praça do Batalhão da PM - Avenida Independência - 15hs
Praia Grande - Praça da FATEC - 14hs
Caçapava - Praça da Bandeira - 14hs
Tatuí - Rua Onze de Agosto - 14hs
Santa Bárbara d´Oeste - Em frente a Prefeitura - 16hs
Pirassununga - Praça Central - 14hs
Cubatão - Praça da Independência, Jd Casqueiro - 10hs
Cubatão - Em frente ao Senai - Praça da Bíblia - 14hs
Batatais - Praça da Matriz - 14hs
Artur Nogueira - Praça do Coreto - Av. Fernando Arena, esquina com a Rua Duque de Caxias - 14hs
Capivari - Praça Central - 14hs
Salto - Praça XV - 16hs
Jaboticabal - Praça 9 de Julho - 14hs
Dracena - Praça Arthur Pagnozzi - 14hs
Marília - Av. Sampaio Vidal - Prefeitura - 15hs
Lorena - Praça Arnolfo de Azevedo - 16hs
Cruzeiro - Na Praça em frente à Prefeitura Municipal - 15:30hs
Patrocínio Paulista - Praça da Matriz - 14hs
Vinhedo - Portal - 14hs
São Carlos - Avenida São Carlos ao lado do Mercado Municipal - 15hs
São José do Rio Preto - Avenida Alberto Andaló - em frente a prefeitura - 10hs
Votuporanga - Praça Matriz - em frente a concha acústica - 9:30hs
Fernandópolis - Praça Matriz - 9:30hs
Araçatuba - Rotatória da Avenida Brasília com a Avenida Pompeu de Toledo - 9:30hs
Catanduva - Praça da Prefeitura - 14hs
Santa Fé do Sul - Praça da Matriz - 16hs
Santo André - Paço Municipal - 10hs
Bom Jesus dos Perdões - Em frente a Prefeitura - 9:30hs
Guarujá - Praça das Bandeiras no Centro - 14hs
Presidente Prudente - Praça 9 de Julho - em frente Chick Center - 16hs
Presidente Prudente - Parque do Povo - Em frente ao Colégio Poliedro - 9hs
Araraquara - Parque Infantil até Prefeitura -14hs
Arujá - Praça do Coreto - 14hs
Assis - Praça Arlindo Luz - 16hs
Atibaia - Igreja da Matriz - 9:30hs
Bertioga - Av. 19 de Maio - 9:30hs
Guarulhos - Bosque Maia - Av. Paulo Faccini - 11hs
Itú - Em frente à Igreja Matriz - 9:30hs
Santos - Praça da Independência - 9:30hs
Santos - Praça do Surfista - Posto 2 - 14hs
Águas de Lindoya - Centro - 14hs
São Sebastião - Praça do Coreto - 15hs
Tupã - Praça da Bandeira - 9:30hs
Birigui - Praça Central da cidade - Doutor Gama - 9hs
Itatiba - Praça das Bandeiras - 14hs
Limeira - Praça Toledo Barros (Rua Doutor Trajano Barros de Camargo, 13480) - 9:30hs
Sertãozinho - Praça 21 de Abril - 9:30hs
Franca - Pça. N. Sra. da Conceição - na Concha Acústica - 9:30hs
Mogi Guaçu - Campo da Brahma - 14hs
Bariri - Praça da Matriz - 20hs
Capão Bonito - Av. Plácido Batista da Silveira - Coop. Agr. -14hs
Avaré - Concha Acústica - 14hs
Guaratinguetá - Av. Presidente Vargas - 16hs
Olimpia - Praça da Matriz - 9hs
São Bernardo do Campo - Av. kennedy em frente ao Poliesportivo - 14hs
São Bernardo do Campo - Paço Municipal - 17hs
Peruibe - Praia do Centro - 15hs
Jacareí - Parque da Cidade - 10hs
São João da Boa Vista - Praça Cel. Joaquim José - 9hs
São Roque - Praça da Matriz - 9:30hs
Holambra - Moinho Povos Unidos - 14:30hs
Barretos - Fórum de Barretos - 15hs
Embu-Guaçú - Praça do Coreto - 14hs
Espírito Santo do Pinhal - Em frente ao Coreto - Agência do Banco do Brasil - 15hs
Itajobi - Praça 09 de Julho - 15hs
Lins - Praça Dom Bosco - 9:30hs
Piraju - Praça Ataliba Leonel - 14hs
São José do Rio Pardo - Praça da Matriz - 14hs
Macaraí - Av. José Bonifácio x Av. São Paulo - 14hs
Rio Claro - Praça Dalva de Oliveira - 9:30hs
Jales - Praça do Jacaré - 9:30hs
Jaú - Praça Centenário - 9:30hs
Monte Aprazível - Praça Igreja Vila Araújo - 9:30hs
Paraguaçu Paulista - Praça da Matriz - 16hs
Valinhos - Em frente à Prefeitura - 14hs
Bebedouro - Em frente à Igreja Matriz - 10hs
Caraguatatuba - Praça da Bíblia - 10hs
Leme - Praça Rui Barbosa - 15hs
Paulínia - Em frente à Câmara Municipal - 11hs
Sumaré - Praça das Bandeiras - 10hs
Itapeva - Praça de Eventos - 15hs
***SERGIPE***
Aracaju - Calçadão da Treze de Julho - 15hs
***TOCANTINS***
Palmas - Praça dos Girassóis - 16hs
Araguaína - Praça do Galo - 14hs
***MOTO PASSEATA EM SÃO PAULO***
ALESP - Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - 10:30hs
***PROTESTOS #VemPraRua FORA DO BRASIL***
***AUSTRÁLIA***
Sydney - Martin Place - 16hs
Melbourne - Federation Square - 16hs
***ESTADOS UNIDOS***
São Francisco - Justin Herman Plaza - 11hs
Orlando/Flórida - 5403 Internacional Dr - Banco do Brasil - 13hs
Miami/Flórida - Ocean Drive com 8th Street - 14hs
Miami - Torch of Friendship Bayside - Downtown Miami - 12hs
Boston - 175 Purchase St, Boston - em frente ao consulado do Brasil - 14hs
New York - Union Square - SW Corner - 11hs
***PORTUGAL***
Lisboa - Praça Luis de Camoēs - 15hs
***BOLÍVIA***
Santa Cruz de la Sierra - Plaza del Estudiante - 14:30hs
***INGLATERRA***
Londres - Trafalgar Square - 12hs
***ESPANHA***
Provincia de Cuenca - Vara Del Rey - 11:30hs
***ARGENTINA***
Buenos Aires - Em frente ao Consulado Brasileiro - 12hs
***PERU***
Lima - Em frente à Embaixada Brasileira - 10hs
***CANADA***
Toronto - Queens Park - 14hs
Montreal - Em frente ao Consulado Brasileiro - 11hs
Vancouver - Vancouver Art Galery - 15hs
***BÉLGICA***
Bruxelas - Rue du Trône n 108 Bruxelles 1050 - 9hs
***PARAGUAY***
Asunción - Em frete a Embaixada Brasileira - 9hs
***SUÍÇA***
Zurich - Zurich HB - Em frente ao Zurich Hauptbahnhof - 11hs
***IRLANDA***
Dublin - Em frente à Embaixada Brasileira - 12hs - em Brasil.
sexta-feira, 27 de março de 2015
As 93 mentiras do PCdoB
As 93 mentiras do PCdoB
Félix Maier
Na propaganda eleitoral do PCdoB, que
foi ao ar no dia 26 de março de 2015, o PCdoB repetiu sua mentira
preferida: que a entidade tem 93 anos de existência.
O PCdoB foi criado em 1962, como
dissidência do PCB. Em 1922, foi criado o Partido Comunista - Seção
Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), que depois passou a ser
denominado Partido Comunista Brasileiro (PCB).
Na mesma propaganda, em que o PCdoB se
posicionou contra o impeachment de Dilma, o governador Flávio Dino, do
Maranhão, falou uma grande mentira com a cara mais lavada do mundo.
Disse o Dino Sauro que "o PT mudou o Brasil desde 2002". Ocorre que em 2002 foi o último ano do segundo mandato de FHC, não o primeiro de Lula.
Já são 93 anos de mentiras dos
comunistas no Brasil, além de derramamento de sangue, como o ocorrido em
1935, com 32 militares mortos (alguns assassinados enquanto dormiam no
quartel) e cerca de 1.000 civis, também mortos. Durante os anos de
dinamite, nas décadas de 1960 e 70, os comunistas tentaram impor ao País
um regime nos moldes cubanos ou chineses, deixando um saldo de 120
mortos - além de serem os verdadeiros responsáveis pela morte e
desaparecimento de centenas de pessoas dentre suas hostes.
Os símbolos do PCdoB e do atual PCB
(renascido depois da dissolução do antigo PCB, que virou PPS) - a foice e
o martelo - deveriam ser proibidos para sempre no Brasil, por
representar uma ideologia assassina que deixou mais de 100 milhões de
mortos ao redor do mundo. A lei brasileira, que proíbe, corretamente, o
uso e a divulgação de símbolos nazistas, está incompleta. Precisa
incluir urgentemente os símbolos comunistas como crime contra a
humanidade - como foi feito com o nazismo em todos os cantos do planeta.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
O verdadeiro holocausto brasileiro
Textos anteriores de Félix Maier podem ser
lidos em PIRACEMA - Nadando contra a corrente
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O verdadeiro holocausto brasileiro
Félix Maier
Existe, atualmente, um verdadeiro holocausto no
Brasil. Não me refiro ao livro de Daniela
Arbex, que trata dos horrores ocorridos em um hospício mineiro, onde mais de
60.000 internos foram tratados, até suas mortes, como animais em um verdadeiro
campo de concentração nazista. Refiro-me aos cerca de 60.000 brasileiros que são
mortos todos os anos em acidentes rodoviários e outro tanto que são assassinados.
Os números aqui apresentados são arredondados para
60.000. Não se trata de chutometria, mas da constatação, p. ex., de que muitas
mortes nas estradas não são devidamente contabilizadas, pois não se leva em
conta quem morre em hospital devido a acidente rodoviário.
Isso
significa que, em 12 anos, o holocausto brasileiro se aproxima de 720.000
assassinatos. Somando outro tanto nas mortes violentas nas estradas, significa
que o governo do PT pode comemorar os 12 anos no poder com a morte violenta de
cerca de 1.440.000 brasileiros. O músico Lobão também lembra esses números, de 60.000,
em seu best seller “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”.
Os
EUA participaram da Guerra do Vietnã durante cerca de 8 anos, a qual tirou a
vida de 58.198 norte-americanos. Somando os mortos anuais por assassinatos e em
decorrência de acidentes automobilísticos, a guerra civil brasileira é duas
vezes mais violenta que o Vietnã – considerando os mortos dos EUA como um todo,
já que a média anual dos mortos americanos foi de um pouco mais de 7.000, cerca
de 8 vezes menos violenta que a nossa guerra civil não declarada.
A Secretaria de Direitos Humanos, fazendo eco ao
embuste esquerdista, lamenta os cerca de 400 “desaparecidos políticos” durante o
governo militar – na verdade, a maioria deles era simplesmente terrorista. No
entanto, aquele antro esquerdista não mostra nenhuma emoção, nem revolta, pelos
cerca de 50.000 brasileiros que desaparecem todos os anos no Brasil, como
noticiou o Jornal Nacional do dia 24/5/2012. Só no pequeno
Distrito Federal, mais de 3 pessoas desaparecem todos os dias.
Com o aborto, todo ano são assassinados cerca de
1.200.000 nascituros no Brasil. Em 10 anos, são 2 holocaustos judeus! E o PT e
assemelhados ainda querem legalizar o aborto indiscriminado, para multiplicar
essas mortes. Todo defensor do aborto deveria ter sido abortado
espontaneamente. Assim, não estaria aí para promover o assassinato do mais
frágil ser humano que existe, o ser humano em gestação, que tem direito ao mais
fundamental de todos os direitos: a vida.
Não bastasse essa violência avassaladora, o Brasil
é campeão mundial em violência
contra professores. Nas escolas, o desrespeito é total. Um rapper poderia resumir assim a situação:
“Não atirei o pau no gato,
Mas fiz
bullying contra meu colega Down,
Dei um tapa no fessô,
Uma pernada na fessora,
E um teco no diretor com meu trezoitão...”
Para completar a desgraça, o Brasil é vice-campeão
em violência contra os jovens
– 12% das mortes no planeta ocorrem aqui. Que futuro nosso País deseja?
Por que existe toda essa violência no Brasil, que
tem 11 das 30
cidades mais violentas do mundo?
A palavra é uma só: impunidade. As leis são frouxas
para crimes hediondos, em que o condenado a 30 anos de reclusão fica preso no
máximo 5 anos, devido ao criminoso sistema de progressão da pena. Até parece
que as leis brasileiras foram feitas por vagabundos para beneficiar vagabundos.
É preciso reformular essas leis nefandas com a máxima urgência, de modo que o
preso que comete crime hediondo pague integralmente sua pena atrás das grades.
E que seja obrigado a trabalhar, para merecer o que come.
O Brasil ostenta outro título nefando, o país em
que mais se matam policiais no mundo, configurando um extermínio sistemático.
Não há nenhuma comoção das autoridades e dos órgãos de Direitos Humanos a
respeito desse assunto. No entanto, se um bandido mirim é morto por um policial,
logo aparecem a OAB e inúmeras organizações de “direitos dos manos” exigindo
punição, ônibus são incendiados, lojas assaltadas e depredadas, escolas
fechadas, o comércio institui dia de feriado forçado. Em 2012, pelo menos 100
policiais foram mortos em São
Paulo. Não consta que o governador Geraldo Alckmin tenha comparecido a um
funeral sequer. Neste ano de 2014, já são 105 policiais mortos no Rio
de Janeiro. Também não consta que Sérgio Cabral ou seu substituto Luiz
Fernando Pezão tenham ido a um desses funerais. Para eles, militar é mera bucha
de canhão. Só merece levar chumbo no lombo. Se quem nos defende dos marginais é
caçado e morto como porco imundo, a quem vamos recorrer para defender nossas
vidas, se nem uma arma temos o direito de portar?
Outro incentivo à bandidagem que tomou conta do
Brasil é a menoridade penal. O candidato derrotado na campanha presidencial,
Aécio Neves, prometia diminuir a idade de 18 para 16 anos. É pouco. A redução
deveria ser para 14 anos. Se pode engravidar uma moça com a idade de 14 anos,
esse rapaz já é, de fato, um adulto, e deve responder por seus atos – todos os
atos -, e não ser tratado como um criança, como um inimputável. É comum ver
situações em que menores de idade são cooptados pelos criminosos, para que
assumam assassinatos, mesmo que não tenham cometido, pois todos sabem que os
bandidos mirins ficarão no máximo três anos presos. A atual situação da
menoridade penal só atende aos bandidos – seja os do morro, seja os dos
gabinetes refrigerados das autoridades que não têm interesse em mexer no
assunto, como é o caso do PT.
O Estatuto do Desarmamento foi outra inovação do
governo petista, para alegria da criminalidade e para atender seu instinto
totalitário, que é monitorar e, depois, sequestrar as armas dos cidadãos, para
implantar o comunismo no País. As pessoas de bem não têm o direito de defender
sua vida, sua casa, sua família com uma arma na mão. Foram criadas tantas
restrições que, na prática, o brasileiro é impedido de comprar uma arma. Ter um
porte de arma é ainda mais difícil, além de custar uma pequena fortuna. No
entanto, os bandidos estão cada vez mais bem armados, o governo nada faz, de
modo que a situação foi invertida: hoje, os vagabundos, em vez de estarem
presos, tomam conta das ruas, enquanto o cidadão comum se tranca em casa atrás
de grades e muros cada vez mais altos, privando-se do elementar direito de ir e
vir.
Vale lembrar que os EUA, um povo altamente armado,
têm 4 assassinatos por 100 mil habitantes, enquanto que o desarmado Brasil tem
25 assassinatos para o mesmo grupo de habitantes. Isso prova que a posse
de arma torna as pessoas mais seguras.
A criação das Unidades de Polícia Pacificadora
(UPPs), no Rio de Janeiro, é um embuste total. Em vez de cercar os morros e
prender os bandidos e apreender armas e drogas, a Secretaria de Segurança
avisa, com alguma antecedência, qual morro será tomado pela polícia e
“pacificado” pela UPP, dando tempo para os traficantes fugir e abrir negócio em
outros bairros, ampliando ainda mais sua nefasta ação sobre a sociedade. Alguém
já apelidou tais ações como “operação espalha-bandido”. Fortalecidos em outros
bairros da capital fluminense, ou em outras cidades, como Macaé – até pouco
tempo uma cidade relativamente pacata -, os traficantes estão voltando para
retomar os morros cariocas. Daí os constantes tiroteios, que tiram a vida de
inocentes e de muitos policiais. E tem gente que classifica esse embuste como
modelo para ser adotado em todo o Brasil.
Com Aécio Neves, havia uma tênue esperança de que a
questão da Segurança Pública seria finalmente levada a sério no País. Com a
reeleição de Dilma Rousseff, é certo que nada será modificado. Continuarão as
medidas paliativas, para inglês ver, como o cinturão de segurança precariamente
feito em volta dos estádios de futebol durante a Copa de 2014, para segurança
de turistas, assim como será feito durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em
2016. É certo que depois desses megaeventos tudo voltará ao normal, com
liberdade maior para traficantes e incursões esporádicas da polícia nos morros.
Com o PT no governo por pelo menos mais quatro anos,
é certo que o holocausto brasileiro será ainda mais horrendo. Estarão
garantidas as mortes de mais 480.000 cidadãos brasileiros, incluindo os que
morrerão nas estradas e que serão assassinados. E haverá mais 200.000
desaparecidos nesse mesmo período. Lula promete voltar em 2018, de modo que
essa desgraça nacional não termine nunca.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Vitória de Pirro - Por Félix Maier
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Vitória de Pirro
Félix Maier
21/11/2014
De 1999 a 2002, eu servi no Ministério
da Defesa (MD), na Secretaria de Organização Institucional (Seori), que
era chefiada pelo Dr. Varanda. Lá descobri que todo mundo era "doutor",
desde que ocupasse um DAS, mesmo tendo só o 2º grau. Um nome bem
apropriado, "varanda", já que o doutor "estava por fora" de muita coisa
que ocorria em sua seara - como diziam as más línguas no "rádio
corredor". Funcionário público de carreira e oriundo da Casa Civil, o
que ele entendia mesmo era sobre cavalos, já que era proprietário de um
haras.
Durante quase todo o ano de 2000, eu
acompanhei a "malhação" que a imprensa fazia contra as Forças Armadas,
por conta do estudo da nova Lei da Remuneração dos Militares, que estava
sendo feito no Depad, Departamento da Seori que trata sobre legislação,
entre outros assuntos. Esse acompanhamento era facilitado tendo em
vista que na Secretaria recebíamos a resenha dos jornais e revistas
feitas no MD.
Como disse, a malhação contra os
militares era quase diária: para os jornalistas, éramos todos marajás,
com um monte de regalias que não eram concedidas aos mortais comuns,
como posto acima quando da ida para a reserva, quinquênios, auxílio
moradia, pensão para filhas etc.
Quando finalmente saiu a nova
Remuneração, eu não pude esconder um grande desapontamento. Afinal,
durante mais de trinta anos eu tinha ouvido falar sobre um tal de
"soldão" que estava em estudos, e, quando finalmente foi aprovado o tal
"soldão", observei que tinha sido uma vitória de pirro, um grande
engodo.
Revoltado, mandei uma carta, por e-mail, a vários jornais. O Jornal da Comunidade, um semanal de Brasília com distribuição gratuita aos sábados, publicou meu texto na íntegra. A Folha de S. Paulo
publicou a última parte, que é um resumo da "vitória de Pirro", com uma
charge em que aparece um capitão com maus bofes, com uma pata de porco
em cima e umas moedas caindo, sendo pegadas por uma unha de gato. Não
sei se descobriram que eu era capitão. Cópia desses textos podem ser
conferidos nas imagens abaixo.
O secretário Varanda, ao ler a resenha
da Folha de S. Paulo, chamou seu chefe de Gabinete, Dr. Paulo Roberto,
perguntando "esse Félix Maier é o nosso capitão?" O Dr. Paulo Roberto
respondeu "não sei, mas vou perguntar a ele".
Foi um bafafá e tanto no Ministério da
Defesa. Como pode um pica-fumo criticar o trabalho da Secretaria onde
trabalhava? Que sujeito abusado!
Já me via preso no 32º Grupo de
Artilharia de Campanha, para onde são levados os oficiais do Exército em
Brasília que dão alteração grave. Cadeia. Mas, depois de algumas
discussões no MD, suponho, onde havia com certeza os falcões que queriam
minha cabeça e a turma do "deixa pra lá", recebi apenas uma repreensão
verbal, que não consta em meus assentamentos. O capitão-de-mar-e-guerra,
gerente de Recursos Humanos, foi quem me chamou para dar a punição, ou
seja, para dizer que eu estava repreendido. O comandante da Marinha, no
entanto, fez questão de dizer que eu estava certo, que tínhamos sido
enganados. E lembrou que havia lido o texto completo no Jornal da Comunidade.
Uma vitória de Pirro, que fez um
estrago considerável no meio das Forças Armadas, pois, além de dar com
uma mão e apanhar de volta com outra, não houve cálculo de transição
(x/30), onde "x" eram os anos de serviço prestados, apenas uma regra:
quem já tinha 30 anos de serviço mantinha os "privilégios", como posto
acima e pensão para as filhas. O restante se danou. Não é preciso dizer
que os generais todos, à época, já tinham mais de 30 anos de serviço. O
deles estava garantido. O restante da tropa que se estrepasse. Teve
militar que passou a receber menos no contracheque (líquido), por ter
passado para outra alíquota do imposto de renda.
Essa
sem-vergonhice instituída por uma Medida Provisória até hoje não foi
votada pelo Parlamento. É uma medida exata do que pensam os deputados e
senadores sobre os militares das Forças Armadas: que se fodam!
Mas
nem tudo foi pro buraco. Sobrou o R$ 0,16 de salário família por
dependente, essa fortuna toda (!), que ainda é paga até os dias de hoje
aos militares. Não cobre a tinta de impressão do contracheque. Três filhos dão direito a R$ 0,48...
terça-feira, 2 de setembro de 2014
França e Inglaterra: incubadoras do terrorismo internacional
França e Inglaterra: incubadoras do terrorismo internacional
Félix Maier
Intelectuais de esquerda da França e da Inglaterra sempre tiveram
uma caidinha por regimes comunistas. Na França, o destaque fica para Jean-Paul
Sartre, que disse que “todo anticomunista
é um cão”. Na Inglaterra, um dos ícones do totalitarismo vermelho é Eric
Hobsbawn, tido como um grande historiador, porém não passa de um reles ideólogo
do marxismo.
Os campi da Sorbonne, localizados
em Paris, foram importantes incubadoras do marxismo para militantes advindos de
todos os cantos do planeta. Na segunda metade do
século XX, destacaram-se expoentes do comunismo, como Sartre e sua amante
Simone de Beauvoir, o cineasta Jean-Luc Godard, Pol Pot - o genocida do Khmer Vermelho, do Camboja,
que trucidou 20% de sua população -, e Abimael Guzmán, líder do grupo
terrorista peruano Sendero Luminoso,
que matou mais de 70.000 pessoas. Escaparam da lavagem cerebral marxista, na
Sorbonne, Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), Raymond Aron, entre poucos. Entre
os pupilos brasileiros, destacam-se personalidades da “esquerda caviar”, como Celso
Furtado, FHC, que eu chamo de “FHCannabis”, por sua recente militância em prol
da liberação da maconha, Dom Paulo Evaristo Arns (apelidado de “cardeal
vermelho”), Ibrahim Sued, Luiz Mott.
A Inglaterra tem um currículo de incubadora do marxismo ainda mais
duradoura do que a França. Em 1864, foi fundada em Londres a Associação
Internacional de Trabalhadores (AIT), posteriormente denominada “I
Internacional”; foi integrada por marxistas e anarquistas do movimento operário
europeu que se opunha ao capitalismo, entre eles Marx, Proudhom e Bakunin. Em
Londres foi criada em 1884 a
Fabian Society, agremiação socialista de tendência marxista; deriva-se do nome
de Fabius Cuntactor (Fábio, o
Contemporizador), que substituiu a doutrina da “mais-valia” pela da renda
socialmente criada que o Estado deveria devolver ao povo na forma de
realizações de interesse público; Bernard Shaw e H. G. Wells pertenceram a essa
variante langue de bois socialista.
Os “Apóstolos” eram um grupo de intelectuais, fundado em 1920, em
Cambridge, Inglaterra, influenciados por Hobson (imperialismo) e Lênin, entre
os quais se destacaram: John Maynard Keynes, Bertrand Russell, Roger Fry,
Ludwig Wittgenstein, Leonard Woolf, Alfred Tennyson (que logo deixou o grupo), Lytton
Strachey, William Wordsworth e Samuel Taylor Coleridge. Quem do Grupo não era
marxista, acabou logo por ser rejeitado: “Ele (Bertrand Russel) foi
sozinho para a Rússia, em 1920, encontrou-se com Lênin e denunciou o seu regime
como ‘uma burocracia tirânica fechada, com um sistema de espionagem mais
sofisticado e terrível do que o do Czar e com uma aristocracia tão insolente e
insensível quanto’. (...) Embora (Russell) compartilhasse de seu (o dos
“Apóstolos”) pacifismo, ateísmo, anti-imperialismo e das ideias gerais
progressistas, desprezava a sua apatia pegajosa; o Grupo, por sua vez, o
rejeitou” (JOHNSON, 1994: 140-1) (1). Lytton Strachey escreveu o
quarteto de ensaios biográficos, Eminent Victorians, publicado em
1918, expondo ao ridículo e ao desprezo Thomas Arnold, Florence Nightingale, o
cardeal Henry Edward Manning e o general Charles George Gordon. “Nos anos
30, os Apóstolos deixaram de ser o centro do ceticismo político e se tornaram
um centro ativo de recrutamento para a espionagem soviética. Enquanto alguns
Apóstolos, como Anthony Blunt, Guy Burgens e Leo Long foram encorajados a se
infiltrar nas agências britânicas a fim de transmitir informações para Moscou,
a totalidade da esquerda, conduzida pelos comunistas, tentou manter a
Grã-Bretanha desarmada - política sustentada por Stálin até que Hitler o
atacasse em junho de 1941. Na década de 20, o Partido Comunista britânico era
composto pela classe operária e se apresentava inovador e independente. No
princípio da década de 30, chegaram os intelectuais da classe média e o PC
rapidamente se tornou aviltadamente servil aos interesses da política externa
da União Soviética” (idem, pg. 290-1).
Muitos intelectuais marxistas foram lutar na Guerra
Civil Espanhola (1936-39), como o britânico George Orwell, junto com as
Brigadas Internacionais (60.000 voluntários de todo o mundo), a favor dos
“republicanos”, que na verdade pertenciam à comunista Frente Popular, sob as
ordens de Moscou. Foram perpetradas atrocidades contra o clero católico, com
estupro de freiras e milhares de assassinatos de padres, freiras e bispos. O
general Franco, que venceu a barbárie comunista, teve, nos últimos anos, seu
nome retirado de logradouros públicos – uma abominável traição
a um herói nacional, fato que ocorre também no Brasil atual, em que
personalidades pós-1964, como Castello Branco e Emílio Garrastazu Médici, têm
seus nomes riscados de escolas e locais públicos, dando lugar a facínoras como Carlos
Marighella.
A Inglaterra tinha a sua Sorbonne, a Universidade de Cambridge,
onde atuaram importantes acadêmicos marxistas, como o “historiador” Eric
Hobsbawn, que havia fugido da Alemanha nazista e foi, durante toda sua vida,
membro do Partido Comunista Britânico. Hobsbawn foi secretário dos “Apóstolos”
e fez parte do Grupo de Historiadores do Partido Comunista – sabe-se lá o que
isso significa. Foi em Cambridge que ocorreu um dos maiores escândalos do
século XX, o caso dos “Cinco de Cambridge”, espiões britânicos contratados
pelos soviéticos: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt,
Donald Duart MacLean e John Cairncross. Philby foi até agraciado com um
selo comemorativo soviético, em 1990. No entanto, o episódio não chegou a
constituir um constrangimento muito grande à intelectualidade esquerdista
inglesa. Pelo contrário: até Khruschev denunciar os crimes do stalinismo no XX
Congresso do Partido Comunista da União Soviética, ser comunista, nas
academias, era estar do lado correto da história, apesar das crescentes
notícias de terror que ocorriam na antiga URSS. Mesmo com todas as evidências
dos crimes soviéticos, Hobwbawn, um “idiota
moral”, assim como Sartre, nunca fizeram um mea culpa por seu apoio ao comunismo. Pelo contrário, orgulhavam-se
em ser homens do Partido, até o fim de suas vidas.
Assim, não causa espanto a quantidade de organizações atuantes na
Inglaterra, a incubadora por excelência do terrorismo comunista internacional
(cfr. HUTTON, 1975: 227-8): (2)
1) Pró-URSS: Artistas para a Paz; Conselho de Autores pela Paz
Mundial; Associação de Amizade Inglaterra-China; Liga de Amizade Inglaterra
Tcheco-Eslováquia; Sociedade de Amizade Inglaterra-Hungria; Comitê Britânico
para a Paz; Sociedade de Amizade Inglaterra-Polônia; Associação de Amizade
Inglaterra-Romênia; Sociedade de Amizade Inglaterra-Sovietes; Sociedade
Inglaterra-Sovietes; Comitê Inglaterra-Vietnã; Associação Conolly; Movimento
para a Paz dos Antigos Soldados; Dia da Mulher Internacional; Departamento de
Pesquisas Trabalhistas; Liga pela Democracia na Grécia; Comitê de Ligação para a
Defesa dos Sindicatos; Marx House – Centro de Educação do Partido Comunista;
Organização dos Músicos para a Paz; Assembleia Nacional das Mulheres;
Associação Nacional das Mulheres; Associação Nacional de Inquilinos e
Residentes; Congresso do Povo para a Paz; Cientistas para a Paz; Sociedade de
Relações Culturais com a URSS; Sociedade de Amizade com a Bulgária; Federação
Trabalhista de Estudantes; Professores para a Paz; Conselho de Paz Gaulês;
Federação de Paz de West Yorkshire; Parlamento das Mulheres; Comitê de Campanha
de 1960;
2) Pró Pequim: A Sociedade Albanesa; Sociedade de Amizade
Inglaterra-Albânia; Frente de Solidariedade Inglaterra-Vietnã; Movimento
Comunista de Camden; Grupo Marxista-Leninista de Camden; Comitê Caribe-América
Latina, Afro-Asiático; Jovens Comunistas de Chelsea; Comitê contra o
Revisionismo pela Unidade Comunista; Partido Comunista da Inglaterra
(Marxista-Leninista); Associação Comunista de Finsbury; Amigos da China; Os
Internacionalistas; Comitê dos Trabalhadores de Londres; Fórum
Marxista-Leninista; Organização Marxista-Leninista da Inglaterra; Sociedade
para Compreensão Anglo-Chinesa; Partido dos Trabalhadores da Inglaterra;
Partido dos Trabalhadores da Escócia;
3) Pró-Cuba: Comitê Tricontinental.
Em Londres existia (ainda existe?) o onagro a serviço da URSS
chamado Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, com centenas de
milhares de membros em 51 países. Lá existia (ainda existe?) o Movimento
Revolucionário Internacionalista (MRI), que apoia movimentos maoístas no mundo
todo, como o Sendero Luminoso, no Peru, e o PKK, na Turquia. Lá existia (ainda
existe?) o Peru Support Group, um grupo de apoio ao Sendero
Luminoso; faziam parte do grupo o Presidente da Comissão de Direitos Humanos do
Parlamento e religiosos jesuítas britânicos.
Em Londres foi constituído, em 1966, o I Tribunal Bertrand Russell, que
criticava as ditaduras latino-americanas, mas nada falava das ditaduras
comunistas. Lá foi criada a Anistia Internacional, ONG esquerdista por
excelência, que defendeu “prisioneiros de consciência” como Abimael Guzmán.
Além de ser importante incubadora do marxismo e do terrorismo
comunista, a Inglaterra é também importante incubadora do terrorismo islâmico
atual.
Em Londres, é publicado o jornal Al-Quds al-Arabi (editor: Abdul-Bari Atwan, ligado à Al-Qaeda); em
editorial na véspera do atentado do voo 800 da TWA, o jornal afirmou que “existe
uma onda de ódio contra os americanos no cenário árabe” e que “foi
Washington, suas políticas e seus aliados na região que criaram esse fenômeno e
o alimentaram”, concluindo: “o que aconteceu no Cairo, em Riad e em
Khobar é apenas o começo” (Cfr. BODANSKY, 2002: 238) (3). Lá existe o
Comitê de Defesa dos Direitos Legítimos (CDDL), que é “o maior e mais
bem-organizado grupo de oposição islamita saudita e desfruta de acesso à elite
saudita no Ocidente e em sua pátria” (BODANSKY, 2002: 194); no início
dos anos de 1990, mostrava-se um movimento islamita “modernista”, para criar
uma imagem de “moderado” no Ocidente; porém, após a divulgação da palestra do
xeque Salman bin Fahd al-Udah (“A Arte da Morte” - teve a importância de
uma fatwa, convocando ao sacrifício da vida humana), este foi preso
na Arábia Saudita em setembro de 1994 e o CDDL passou a defender a derrubada do
governo em Riad através da luta armada.
Como se pode comprovar com os exemplos acima citados, a Inglaterra
sempre foi um porto seguro para terroristas de toda a espécie, tanto comunistas
como islâmicos. Não é à toa que em Londres fica o túmulo de Karl Marx - além de
bancos, jornais e organizações islâmicas que apoiam o terrorismo. Enfim, após
tantos anos da mais pura leniência, os políticos britânicos só começaram a abrir
os olhos depois dos ataques terroristas ocorridos em
estações de metrô e contra ônibus, em 2005, quando o brasileiro Jean Charles de
Menezes foi morto por engano. Também tiveram seus dias de Terceiro Mundo
durante os tumultos de 2011, quando jovens
islâmicos queimaram prédios e carros, promoveram saques e atacaram a polícia.
Em apoio ao multiculturalismo, temendo serem acusadas de racismo
ou xenofobia, as autoridades britânicas nunca se dispuseram a coibir os abusos
de paquistaneses e indianos que, em nome da religião islâmica, tentam impor a sharia
no país que os acolheu. Assim, a justiça britânica sempre foi cega, em não ver
os maus-tratos cometidos, p. ex., contra meninas que são obrigadas a se casar
com 11 anos de idade. Não se importaram com as denúncias de estupro
em massa que ocorre na Inglaterra, promovido por gangues islâmicas contra mulheres
brancas, com poucos casos de prisões. Nem prestaram atenção nas pregações
feitas por sheiks, que nas
mesquitas ou com megafones nas ruas pregam o ódio contra a civilização
ocidental. O mesmo ocorre na França, que tem a maior população islâmica da Europa.
Chegará o dia em que os muçulmanos exigirão a criação do califado de
Marselha...
John Laffin no livro The Arab Mind (4) diz: "A lei islâmica não reconhece a possibilidade
de paz com descrentes e infiéis. A parte do mundo não-muçulmano é conhecida na
teologia islâmica como 'território de guerra'. A maior parte dos militantes
muçulmanos acredita que a tarefa de Maomé não será bem-sucedida enquanto
não-muçulmanos tiverem controle de qualquer parte do planeta" (minha
tradução). Os políticos do Ocidente ainda não se deram conta do significado
teológico da expressão Dar Al-Harb (território
de guerra), que deve ser conquistado para o Islã, seja pela pregação, seja pela
força da espada. Assim, território não-islâmico é um território que deve ser totalmente conquistado para Alá. Ou seja:
o mundo inteiro.
No “Belgistão”
(Bélgica + bantustão), existe um processo de islamização por meio do partido 4ShariahBelgium, que ocupa assentos no parlamento. Entre suas
reivindicações, constam: que os restaurantes sirvam alimentos preparados
conforme o costume islâmico (halal),
o reconhecimento dos feriados islâmicos, o casamento com meninas, a imposição
da sharia como parte da legislação.
Assim, a Europa está se tornando
uma verdadeira “Eurábia”,
que é a combinação das palavras “Europa” e “Arábia”. Trata-se da islamização da
Europa moderna, motivada, principalmente, pelo “suicídio” daquele continente,
onde as pessoas não querem mais ter filhos, e onde já se fala em cultura
pós-cristã, com o fechamento de igrejas e catedrais, que dão lugar a
bibliotecas, centros culturais, restaurantes. “Estudo de uma equipe de sociólogos do EVS mostra que, em 1999, havia
62,1% de católicos e 25,8% de protestantes no continente. Em 2008, data do
último relatório, registrou-se queda vertical nas proporções, para 36,7% e
14,5%, respectivamente. (...) Do lado muçulmano, ocorre o contrário. Eles são
atualmente 44 milhões (6% da população europeia), depois de um aumento de 14,5
milhões de 1990 a
2010”
(“Europa: queda vertical de católicos e protestantes! Crescem os sem igreja e
os muçulmanos!” Ex-Blog do Cesar Maia,
28/10/2011). Os muçulmanos agradecem esse precioso presente oferecido por Alá, chucrán! Apesar dos magrebianos terem
casa, comida e escola de graça, como é o caso da França, eles não se aculturam
e exibem faixas em protestos: “O Islã é a
solução”, “O Islã é minha pátria”.
Já existe uma espécie de intifada na
França, na Alemanha e na Inglaterra, com incêndios de carros e prédios
públicos, e depredações em geral, a qualquer pretexto - com o apoio direto ou
indireto dos sheikhs nas mesquitas,
que vociferam contra os “infiéis”. Deveriam ser todos deportados, já que cospem
no prato em que comem.
Com o crescimento populacional da
nova nação, a “Eurábia”, não é de estranhar que haja tanto apoio ao insurgente Estado
Islâmico, que comete atrocidades na Síria e no Iraque, onde cristãos e yazidis
são dizimados como cães sarnentos: 2% dos alemães, 7% dos britânicos, 16% dos
franceses, conforme dados do site Notícias da
Rua Judaica. Esses dados percentuais refletem
a população muçulmana desses países, que aumenta a cada ano. Só depois de a
Grã-Bretanha ceder clandestinamente pelo menos 500 jihadistas para lutar ao
lado do grupo que decepou a cabeça de um jornalista americano frente a uma
câmera é que o 1º ministro David Cameron, enfim, acordou.
Durante décadas, houve um longo tempo de semeadura. Agora, a colheita
será farta.
Notas:
(1) JOHNSON, Paul. Tempos Modernos - O mundo dos anos 20 aos 80.
Bibliex e Instituto Liberal, Rio, 1994 (Tradução de Gilda de Brito Mac-Dowell e
Sérgio Maranhão da Matta).
(2) HUTTON,
J. Bernard. Os Subversivos - A primeira
revelação mundial do plano comunista de conquista do mundo ocidental.
Bibliex, coedição com Editora Artenova S. A., Rio, 1975 (Tradução de Luiz
Corção).
(3) BODANSKY, Yossef. Bin Laden - O Homem que Declarou
Guerra à América. Ediouro, São Paulo, 2002.
(4) LAFFIN, John. The Arab Mind - A need for Understanding. Cassel & Company
Limited, London,
1978.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Pensando o século XX – uma resenha
Preâmbulo:
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Pensando o século XX – uma resenha
Félix Maier
O livro Pensando o século XX
(1) foi escrito a quatro mãos pelos historiadores e especialistas em
Leste europeu Tony Judt (britânico) e Timothy Snyder (norte-americano),
mais por Judt do que por Snyder. O livro é fruto de transcrição de
gravações feitas quando Judt já sofria de doença degenerativa, a
esclerose lateral amiotrófica, que o levou à morte em 2010. No livro, em
letra redonda, é apresentado o pensamento político e filosófico de
Judt, enquanto que em itálico aparecem as intervenções de Snyder, um
provocador nato. [E, entre colchetes, nesta resenha, minhas divagações.]
Descendente
de judeus (assim como Snyder), Judt foi criado em uma família
comunista. Daí sua nostalgia por um socialismo imaginário, que ele nunca
viu se concretizar em país algum. Ele preza mais o liberalismo no
sentido britânico/americano do que o liberalismo clássico. Lembra até
uma frase solta, atribuída a Shakespeare, totalmente fora de propósito:
“matar todos os economistas”. [Resta saber quem iria substituir os
economistas que, segundo a língua ferina em geral, só sabem diagnosticar
o óbvio, depois dos fatos consumados.] Enfim, o sonho maior de Judt era
os EUA se tornarem uma nação de bem-estar social. Não houve tempo para
dar os cumprimentos a Obama... Judt enaltece John Maynard Keynes e não
poupa críticas a Friedrich Hayek, chamando-o de “autista político”. No
entanto, reconhece que a intervenção do Estado na economia eleva gastos
públicos, produzindo inflação: “Os
keynesianos do pós-guerra eram na maior parte desinteressados na
inflação ou no risco relacionado a uma dívida estatal sempre crescente.
Tinham aceitado que o pleno emprego era o objetivo o gasto do governo
era o meio – sem entender que a política contracíclica atua nos dois
sentidos: nos bons tempos, você dever cortar gastos. Mas é muito difícil
diminuir gastos de governo. E assim se teve uma inflação maior” (pg. 372-3).
Criado
num ambiente esquerdista, Judt não podia deixar de falar sobre o
“historiador” comunista Eric Hobsbawn, refugiado em Londres, fugindo da
Alemanha nazista, que chegou a ser eleito secretário dos “Apóstolos” (2)
e fez parte do Grupo de Historiadores do Partido Comunista. Também não
podia deixar de falar dos “Cinco de Cambridge”, espiões britânicos
contratados pelos soviéticos: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt, Donald Duart MacLean e John Cairncross. Philby foi até agraciado com um selo comemorativo soviético, em 1990.
[Espiões
na academia: constrangimento entre a intelectualidade? Nada disso! Na
época, a traição aos interesses britânicos foi até considerado um ato
heróico, como ocorre também em nossa Terra da Jabuticaba. Em nome do
socialismo/comunismo, vale tudo! Londres, durante muito tempo, foi uma
verdadeira incubadora de terroristas, tanto de esquerda, quanto
islâmicos (3). Em 1864, foi fundada em Londres a Associação
Internacional de Trabalhadores (AIT), posteriormente denominada “I
Internacional”; foi integrada por marxistas e anarquistas do movimento
operário europeu que se opunha ao capitalismo, entre eles Marx, Proudhom
e Bakunin. Lá foi criada em 1884 a Fabian Society, agremiação
socialista de tendência marxista; deriva-se do nome de Fabius Cuntactor
(Fábio, o Contemporizador), que substituiu a doutrina da “mais-valia”
pela da renda socialmente criada que o Estado deveria devolver ao povo
na forma de realizações de interesse público; Bernard Shaw e H. G. Wells
pertenceram a essa variante langue de bois
socialista. Lá existia (ainda existe?) o onagro a serviço da URSS
chamado Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, com centenas de
milhares de membros em 51 países. Lá existia (ainda existe?) o
Movimento Revolucionário Internacionalista(MRI), que apoia movimentos
maoístas no mundo todo, como o Sendero Luminoso, no Peru, e o PKK, na
Turquia. Lá existia (ainda existe?) o Peru Support Group,
um grupo de apoio ao Sendero Luminoso, grupo terrorista do Peru; faziam
parte do grupo o Presidente da Comissão de Direitos Humanos do
Parlamento e religiosos jesuítas britânicos. Em Londres foi constituído,
em 1966, o I Tribunal
Bertrand Russell, que criticava as ditaduras latino-americanas, mas
nada falava das ditaduras comunistas. Lá foi criada a Anistia
Internacional, ONG esquerdista por excelência, que defendeu
“prisioneiros de consciência” como Abimael Guzmán, líder do Sendero
Luminoso. Lá é publicado o jornal Al-Quds al-Arabi (editor: Abdul-Bari
Atwan, ligado à Al-Qaeda); em editorial na véspera do atentado do voo
800 da TWA, o jornal afirmou que “existe uma onda de ódio contra os americanos no cenário árabe” e que “foi Washington, suas políticas e seus aliados na região que criaram esse fenômeno e o alimentaram”, concluindo: “o que aconteceu no Cairo, em Riad e em Khobar é apenas o começo” (Cfr. BODANSKY, 2002: 238) (4). Lá existe o Comitê de Defesa dos Direitos Legítimos (CDDL), que é “o
maior e mais bem-organizado grupo de oposição islamita saudita e
desfruta de acesso à elite saudita no Ocidente e em sua pátria”
(BODANSKY, 2002: 194); no início dos anos de 1990, mostrava-se um
movimento islamita “modernista”, para criar uma imagem de “moderado” no
Ocidente; porém, após a divulgação da palestra do xeque Salman bin Fahd
al-Udah (“A Arte da Morte” - teve a importância de uma fatwa, convocando ao sacrifício da vida humana), este foi
preso na Arábia Saudita em setembro de 1994 e o CDDL passou a defender a
derrubada do governo em Riad através da luta armada. Os países ditos
democráticos sempre foram um porto seguro para terroristas de toda a
espécie, tanto comunistas como islâmicos. Não é à toa que em Londres
fica o túmulo de Karl Marx - além de bancos, jornais e organizações
islâmicas que apoiam o terrorismo. Enfim, após tantos anos da mais pura
leniência, os políticos britânicos só abriram os olhos depois dos ataques terroristas
ocorridos em estações de metrô e contra vários ônibus, em 2005, quando o
brasileiro Jean Charles de Menezes foi morto por engano. Também tiveram
seus dias de Terceiro Mundo durante os tumultos
de 2011, quando jovens islâmicos queimaram prédios e carros, promoveram
saques e atacaram a polícia. Durante décadas, houve tempo de semeadura.
Até que veio a colheita.]
Quando
jovem, Judt passou algum tempo em Israel, onde ajudou a colher laranja e
banana. Estrangeiros admiradores do sionismo trabalhavam de graça nos
primeiros kibutzim, para auxiliar na efetiva ocupação do recém-criado país. Durante a Guerra dos Seis Dias, “organizações
sionistas, kibutzim e fábricas em Israel haviam emitido um pedido de
voluntários para trabalhar lá, substituindo os reservistas que haviam
sido convocados antes da batalha” (pg. 133). [Me faz lembrar a leva
de latino-americanos, incluindo brasileiros, cortando cana de graça em
Cuba, em prol da “revolução”. Tanto sacrifício por nada!]
Como
judeu, Judt afirma que sente facilidade em fazer críticas a Israel sem
passar a ser visto como antissemita. Suas posições são fortes: “Mas
Israel só nasce depois da Segunda Guerra Mundial. Como consequência,
ele se destaca por sua cultura política nacional um pouco paranóica e se
tornou doentiamente dependente do Holocausto – sua muleta moral e sua
arma preferida para se defender de todas as críticas” (pg. 139). Segue
Judt: “Se você pode vir para um país [EUA] em que – com o tempo – as
pessoas não vão saber que você é judeu a menos que você deseje que eles
saibam, então realizamos uma das grandes ambições dos assimilacionistas.
Nesse caso, por que precisamos de Israel?” (pg. 147-8). [Nas
entrelinhas, observa-se que Judt julga que a criação do Estado de Israel
foi uma decisão equivocada da ONU, e não haveria o conflito
israelo-palestino que perdura por décadas. De fato, não haveria o
conflito com judeus, mas o cada vez mais sangrento conflito
sunita-xiita. Se levarmos adiante esse raciocínio, também devemos
defender a não existência do Curdistão e de outras minorias étnicas que
estão sendo dizimadas no norte do Iraque pelos integristas do EIIL,
como curdos, cristãos e yazidis. E, por extensão, a não-existência de
ciganos, gays, negros, feministas, de modo que o mundo todo fique na
santa paz dos cemitérios.]
Sobre a Revolução Industrial, Judt começa mal, mas termina bem: “Ela pode ter tido terríveis resultados humanos no curto prazo,
mas foi necessária e benéfica. A transformação foi necessária porque sem
industrialização não teria sido gerada a riqueza fundamental para
superar os obstáculos malthusianos em sociedades agrárias; e foi
benéfica porque a longo prazo o padrão de vida de todos aumentou”
(pg. 119). [Judt termina bem seu raciocínio, mas por que começou mal?
Porque é um equívoco dizer que a Revolução Industrial, em seu primórdio,
trouxe miséria para a população, como o exposto em romances como Oliver
Twist. Qual era a outra opção para a classe trabalhadora do meio rural,
que migrou em massa para as cidades? Era morrer de fome. Então, era
melhor trabalhar 12, 15 horas por dia, em condições sub-humanas, do que
não ter o que comer. Em poucas décadas, a população britânica dobrou de
tamanho, graças à Revolução Industrial.]
Independente
em suas opiniões e alérgico a receber rótulos, Judt faz severas
críticas aos intelectuais franceses de esquerda, como Jean-Paul Sartre,
ao mesmo tempo em que tece elogios a Albert Camus e Raymond Aron. Também
escreveu textos sobre Kostler (autor de Darkness at noon
– Escuridão do meio-dia, sobre o terror na URSS), Kolakowski, Primo
Levi (o maior memorialista do Holocausto), Manès Sperber, Karol Woytyla
(depois Papa João Paulo II). “O
que sempre me incomodou em Sartre foi sua incapacidade continuada de
pensar direito, muito depois de as ambiguidades das décadas de 1930 e
1940 terem se dissipado. Por que, afinal, ele se recusa tão
insistentemente a discutir os crimes do comunismo, até mesmo ao ponto de
permanecer conspicuamente em silêncio sobre o antissemitismo dos
últimos anos de Stálin?” (pg. 53).
Por que, hoje, a esquerda internacional automaticamente é a favor dos palestinos e se volta contra Israel? Diz Judt: “Não
foi tanto na Guerra dos Seis Dias, de 1967, mas sim no período entre
essa guerra e a Guerra do Yom Kippur, em 1973, que a esquerda
internacional abandonou Israel. Isso, eu creio, teve mais a ver com o
tratamento de Israel aos árabes do que com as suas políticas internas,
que pouco mudaram nesses anos” (pg. 151). [Propaganda, Judt,
propaganda! Como os terroristas palestinos e até “O Chacal” estavam
intimamente ligados aos regimes comunistas de Moscou, Cuba e China, a
mídia, majoritariamente esquerdista, começou a atacar Israel,
considerado um apêndice maléfico dos EUA em pleno coração do Oriente
Médio. Nada mais do que antiamericanismo e antissemitismo, cada vez mais
exacerbado.]
Judt
apoiou a intervenção da ONU nos Bálcãs, no início dos anos de 1990. A
palavra mágica era “genocídio”. Não se deu conta de que tudo foi apoiado
em intensa propaganda, em que a mídia serviu apenas de caixa de
ressonância (“falar do que se fala”, “apoiar o que se apoia”), de modo a
sacramentar a intervenção. Por que não houve consternação semelhante a
respeito do genocídio em Ruanda, em 1994, quando 800 mil tutsis foram
mortos pela etnia rival, os hutus? O mesmo tipo de propaganda serviu
para Bush Filho bombardear e invadir o Iraque, em 2003: Saddam Hussein
estava construindo bomba atômica e tinha em seu poder grande número de
armas de destruição em massa, como agentes químicos e biológicos – além
de promover a tortura. A respeito das armas de destruição em massa,
segundo Judt, revelou-se que a fonte dessa informação foi Ahmad Chalabi,
“alguém que não só tinha um interesse pessoal óbvio na mudança
de regime no Iraque, mas que acabou se revelando um agente dos serviços
secretos iranianos” (pg. 332). [Olavo de Carvalho, em Os iluminados,
dá uma relação completa de tal material, que realmente existia. O
problema que se coloca é outro: por que os EUA atacaram o Iraque em
2003? Havia mísseis balísticos com ogivas químicas prestes a serem
lançadas no território americano? Não havia. Então, por que atacaram?
Para “promover a democracia”? Para mim, as duas guerras promovidas
contra o Iraque (1991 e 2003), destruindo toda a infraestrutura do país e
matando mais de 1 milhão de pessoas – aí incluídos os mortos por
inanição, leucemia provocada por urânio depletado e falta de remédio durante o entreguerras (1991 a 2003), devido às sanções da ONU
– configuram um crime colossal contra a humanidade. E tem gente que se
surpreende com os ataques islâmicos contra Nova Iorque (2001) e Boston
(2013). Os ataques contra o Iraque só atenderam aos interesses dos
senhores da guerra: os fabricantes de armas. Da mesma forma, amanhã, se
algum cacique proclamar a República Ianomâmi (muito provável de ocorrer,
em função da Declaração da ONU sobre os direitos
dos povos indígenas, que o Brasil assinou), e o País enviar forças
federais a Roraima para debelar o movimento, a ONU (leia-se EUA) poderá
apoiar uma intervenção no Brasil, atacando, não as tropas em Roraima,
mas incinerando toda a infraestrutura brasileira: refinarias e
plataformas de petróleo, São José dos Campos (Embraer, ITA), estações de
hidrelétricas etc. Foi, mal ou bem comparando, o que fizeram no Iraque.
Foi o que fizeram contra a Sérvia na questão do Kosovo, bombardeando
Belgrado e afundando pontes no Rio Danúbio.]
Judt
fala rapidamente sobre o Brasil em duas ocasiões: sobre os jogadores de
futebol brasileiros que jogam na Inglaterra e sobre a vergonhosa
disparidade de renda que existe em nosso País.
Sobre o marxismo, diz Judt: “Uma
coisa é eu dizer que estou disposto a sofrer agora por um futuro
desconhecido, mas possivelmente melhor. Outra coisa é eu autorizar o
sofrimento de outros em nome dessa mesma hipótese inverificável. Este,
em minha opinião, é o pecado intelectual do século: fazer um julgamento
sobre o destino dos outros em nome do futuro deles como você o vê, um
futuro em que você não pode ter nenhum investimento, mas em relação ao
qual você reivindica informação exclusiva e perfeita” (pg. 109).
E
sobre a pretensão do marxismo atual querer se perpetuar como opção
política, depois da queda do Muro de Berlim e do colapso da URSS,
deixando um rastro de 100 milhões de mortos, como prova o Livro Negro do Comunismo? “O
que acontece, afinal, quando o proletariado deixa de funcionar como um
motor da história? Nas mãos de praticantes dos estudos culturais e
sociais da década de 1970, a máquina ainda pode ser posta para
funcionar: você simplesmente substituía ‘trabalhadores’ por ‘mulheres’;
ou estudantes, ou camponeses, ou negros, ou – no fim – gays, ou na
verdade qualquer grupo que tivesse uma boa razão para estar insatisfeito
com a presente disposição de poder e autoridade” (pg. 173).
E
como foi feito essa “superação do marxismo”? Identificando-se com o
“jovem Marx”: o Marx filósofo, o Marx hegeliano, o Marx teórico da
alienação. “Os textos de Marx até o começo de 1845, principalmente os
‘Manuscritos econômico-filosóficos’, de 1844, agora se deslocaram para o
centro do cânone” (pg. 242). “Estar
do lado vencedor da história foi um trunfo soviético de 1917 a 1956:
depois disso, os perdedores começaram a parecer bons” (pg. 241). E
quem são esses perdedores? Trotsky, Rosa Luxemburgo, entre outros. É a
redescoberta dos “dissidentes comunistas”, como Karl Korsch, György
Lukács, Lucien Goldmann, Antonio Gramsci. Com isso, “o
marxismo se torna uma linguagem útil para novas categorias
revolucionárias substitutas – mulheres, gays, os próprios estudantes e
assim por diante. Essas pessoas podem agora ser prontamente inseridas na
narrativa, apesar de não terem nenhuma ligação orgânica com o
proletariado industrial” (pg. 242).
Um
assunto importante abordado por Judt é a Frente Popular, que atuou
durante a Guerra Civil Espanhola (1935-39, com apoio de Moscou. “Na
esquerda, a exemplificação política do antifascismo é a Frente Popular,
que reduz a Europa a fascistas e antifascista e que, em última
instância, se destina a proteger a pátria da revolução, a União
Soviética. E, como você [Judt]
observou em relação à Espanha, a maneira como os soviéticos
estabeleceram governos na Europa Oriental em primeiro lugar foi
precisamente baseada no modelo da Frente Popular” (Timothy Snyder, pg. 231). “E
assim, você produziu um grande partido guarda-chuva, ou frente, ou
coalizão, que estava em condições de justificar medidas repressivas
contra os partidos que não podia absorver. Pode-se argumentar que é isso
o que a Espanha era em miniatura, particularmente em Barcelona, em
1938” (Judt, pg. 232). [O atual governo petista dispõe hoje de um
amplo “guarda-chuva”, de uma frente populista, que são os partidos da
base aliada, também chamados como sendo da “base alugada”. Com
princípios gramscistas e de feição fascista,
sem que haja uma oposição política efetiva, o governo petista coopta
amplos setores da sociedade em volta de um objetivo comum, que é o de
comunizar o Brasil. Daí sua íntima ligação com ditadores comunistas
assasinos (desculpe o neoplasmo) – ou pretendentes a -, como Fidel
Castro, Nicolás Maduro, Evo Cocales, Cristina Kirchner, Daniel Ortega,
Rafael Correa. Daí sua ansiedade em propor um “plebiscito constituinte”,
que é apresentado para realizar uma reforma política, porém tem por
objetivo cubanizar mais rapidamente o Brasil, repetindo o que deu certo
na Venezuela de Chávez-Maduro. Daí sua persistência em controlar a mídia
sob o eufemismo de “democratização dos meios de comunicações”. Daí a
última patifaria totalitária assinada por Dilma Rousseff, que é o
decreto 8243, com vistas a dar um golpe final na democracia, com a criação de conselhos (sovietes) em todos os órgãos públicos.]
Sobre o ensino de História, Judt afirma que “em
nossa infância..., a história era um monte de informações. Você
aprendia de uma maneira aorganizada, em série – muitas vezes ao longo de
uma linha cronológica do tempo. O objetivo desse exercício era fornecer
às crianças um mapa mental – entendido para trás ao longo do tempo – do
mundo em que habitavam. Aqueles que insistiam em que essa abordagem era
acrítica não estavam errados. Mas revelou-se um grave erro substituir a
história carregada de dados pela intuição de que o passado foi um
conjunto de mentiras e preconceitos que precisam ser corrigidos:
preconceitos em favor de povos e homens brancos, mentiras sobre o
capitalismo ou o colonialismo, ou o que quer que seja” (pg. 284).
Continua Judt: “Fraudar
o passado é a mais antiga forma de controle do conhecimento: se você
tem poder sobre a interpretação do que aconteceu antes (ou pode
simplesmente mentir sobre isso), o presente e o futuro estão à sua
disposição. Portanto, é simples prudência democrática assegurar que
os cidadãos sejam historicamente informados” (pg. 284). [Não é preciso
muita imaginação para concluir que vários projetos dos governos tucano e
petista têm exatamente esse propósito: modificar a história recente do
Brasil, de modo que fique idêntica à cara da esquerda. Como exemplo,
podemos citar o Memórias Reveladas, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), já em terceira versão, onde se insere a funesta Comissão Nacional da Verdade,
por considerar apenas um lado da questão, diabolizando os militares e
enaltecendo os terroristas de esquerda. Da mesma forma, o PNDH pretende
modificar nomes em logradouros públicos, de modo a extirpar para sempre
da vida nacional nomes de “agentes da repressão”. Coisa típica de
bolchevique, que o PT é. Ponte Rio-Niterói virou Ponte Betinho. E a
Rodovia Castelo Branco, mudaria para Rodovia Carlos Lamarca? Sugiro
rebatizar Marginal Tietê para Marginal Lula da Silva.]
Um aspecto importante é abordado por Judt: a questão da história e da memória. “São filhas de mães diferentes, mas do mesmo pai – portanto se
odeiam e ao mesmo tempo têm em comum apenas o suficiente para ser
inseparáveis. Além disso, são obrigadas a disputar uma herança que não
podem abandonar, nem dividir. A memória é mais jovem e mais atraente,
muito mais disposta a seduzir e ser seduzida – e portanto faz muito mais
amigos. A história é a irmã mais velha: um pouco emaciada, simples e
séria, disposta a se retirar em vez de se envolver em conversa fiada.
Desta forma, ela é uma solitária política – um livro deixado na
prateleira” (pg. 295).
Judt
lembra que na França foi criado um Historial por um comitê
internacional de historiadores, em Péronne, e um Memorial, em Caen, para
lembrar a II Guerra Mundial. Ele afirma que o “Historial é pedagógico”, enquanto que o “Memorial é todo sentimento” (pg. 297). Continua: “O
Memorial se dedica a truques, artifícios e tecnologias para ajuda o
visitante a recordar o que ele acha que já sabe sobre a Segunda Guerra
Mundial. (...) Se de fato deve haver Memoriais, então as pessoas devem
pelo menos ser incentivadas a visitar primeiro os Historiais” (pg.
298). [No Brasil, já temos o Memorial da América Latina, em São Paulo, o
Monumento Tortura Nunca Mais, em Recife, o Memorial dos Povos
Indígenas, em Brasília – além de vários memoriais virtuais. Planeja-se
transformar “centros de tortura”, da época dos governos militares
pós-1964, em memoriais. Não me oporia a isso, desde que, juntamente com
esses memoriais fossem construídos, também, historiais, cujo acervo
fosse coletado por historiadores independentes, de acordo com a verdade
histórica, não obedecendo aos espúrios critérios ideológicos da
esquerda.]
Afinal, o que foi o século XX para Judt? “O
século XX é o século dos intelectuais, com todas as traições,
acomodações e compromissos que os acompanham. O problema é que hoje
vivemos em uma época em que ilusões, desilusões e ódios ocupam a posição
de destaque. Portanto, é preciso um esforço consciente tanto para
identificar como para salvar o núcleo do que foi bom na vida intelectual
do século XX” (pg. 303). [E ódio é o que não falta no Brasil,
principalmente nestes tempos petralhas, que opõem brancos contra negros,
índios contra agricultores, gays contra héteros. Assim, não deveria
causar surpresa os xingamentos
impublicáveis que Dilma Rousseff ouviu no encerramento da Copa da Fifa.
Houve um tempo de plantação do ódio. Hoje é tempo de colheita.]
O
livro da dupla de historiadores é bastante instigante. Ambos demonstram
ter uma grande consciência política, na busca insistente da verdade.
Por isso, embora tenham crescido num ambiente marxista, eles não têm
receio em renegar a antiga “verdade” que eles professavam, ainda que
isso possa, em alguns aspectos, ter prejudicado suas vidas acadêmicas. É
prova de integridade moral e ética acima de tudo.
O
socialismo é, antes de tudo, uma ilusão, por querer impor uma igualdade
linear a todos os humanos, que só é possível ocorrer em colônias de
insetos, como num formigueiro ou numa colmeia. “Uma ilusão é mais difícil de desfazer do que uma mentira”, afirma Frederick R. Karl no livro Geoge Eliot – A voz de um século, pg. 390 (5). Por isso, a busca do socialismo/comunismo é uma busca eterna.
No
entanto, Judt tem uma persistente nostalgia do socialismo, de um
socialismo de suas ilusões juvenis. Faz lembrar uma paixão antiga, uma
amante ou uma ex-esposa que nunca deixou de amar e ainda come de vez em
quando...
Notas:
(1) JUDT, Tony; SNYDER, Timothy. Pensando o século XX. Objetiva, Rio de Janeiro, 2014 (Trad. De Otacílio Nunes).
(2)
Apóstolos - Grupo de intelectuais, fundado em 1920, em Cambridge,
Inglaterra, influenciados por Hobson (imperialismo) e Lênin, entre os
quais se destacavam: Keynes, Bertrand Russell, Roger Fry, Ludwig
Wittgenstein, Leonard Woolf, Alfred Tennyson (que logo deixou o grupo),
Strachey, Wordsworth e Coleridge. “Ele (Bertrand Russel) foi sozinho para a Rússia, em 1920,
encontrou-se com Lênin e denunciou o seu regime como ‘uma burocracia
tirânica fechada, com um sistema de espionagem mais sofisticado e
terrível do que o do Czar e com uma aristocracia tão insolente e
insensível quanto’. (...) Embora (Russell) compartilhasse de seu (o dos
“Apóstolos”) pacifismo, ateísmo, anti-imperialismo e das ideias gerais
progressistas, desprezava a sua apatia pegajosa; o Grupo, por sua vez, o
rejeitou” (JOHNSON, 1994: 140-1) (6). Lyton Strachey escreveu o quarteto de ensaios biográficos, Eminent Victorians, publicado em 1918, expondo ao ridículo e ao desprezo Thomas Arnold, Florence Nightingale, o cardeal Manning e o general Gordon.
“Nos anos 30, os Apóstolos deixaram de ser o centro do ceticismo
político e se tornaram um centro ativo de recrutamento para a espionagem
soviética. Enquanto alguns Apóstolos, como Anthony Blunt, Guy Burgens e
Leo Long foram encorajados a se infiltrar nas agências britânicas a fim
de transmitir informações para Moscou, a totalidade da esquerda,
conduzida pelos comunistas, tentou manter a Grã-Bretanha desarmada -
política sustentada por Stálin até que Hitler o atacasse em junho de
1941. Na década de 20, o Partido Comunista britânico era composto pela
classe operária e se apresentava inovador e independente. No princípio
da década de 30, chegaram os intelectuais da classe média e o PC
rapidamente se tornou aviltadamente servil aos interesses da política
externa da União Soviética” (idem, pg. 290-1).
(3)
Vejamos, p. ex., as organizações atuantes na Inglaterra, a incubadora
por excelência do terrorismo internacional (Cfr. HUTTON, 1975: 227-8):
(7)
1) Pró-URSS: Artistas para a Paz; Conselho de Autores pela Paz Mundial; Associação de Amizade Inglaterra-China; Liga de Amizade Inglaterra Tcheco-Eslováquia; Sociedade de Amizade Inglaterra-Hungria; Comitê Britânico para a Paz; Sociedade de Amizade Inglaterra-Polônia; Associação de Amizade Inglaterra-Romênia; Sociedade de Amizade Inglaterra-Sovietes; Sociedade Inglaterra-Sovietes; Comitê Inglaterra-Vietnã; Associação Conolly; Movimento para a Paz dos Antigos Soldados; Dia da Mulher Internacional; Departamento de Pesquisas Trabalhistas; Liga pela Democracia na Grécia; Comitê de Ligação para a Defesa dos Sindicatos; Marx House – Centro de Educação do Partido Comunista; Organização dos Músicos para a Paz; Assembleia Nacional das Mulheres; Associação Nacional das Mulheres; Associação Nacional de Inquilinos e Residentes; Congresso do Povo para a Paz; Cientistas para a Paz; Sociedade de Relações Culturais com a URSS; Sociedade de Amizade com a Bulgária; Federação Trabalhista de Estudantes; Professores para a Paz; Conselho de Paz Gaulês; Federação de Paz de West Yorkshire; Parlamento das Mulheres; Comitê de Campanha de 1960;
2) Pró Pequim: A Sociedade Albanesa; Sociedade de Amizade Inglaterra-Albânia; Frente de Solidariedade Inglaterra-Vietnã; Movimento Comunista de Camden; Grupo Marxista-Leninista de Camden; Comitê Caribe-América Latina, Afro-Asiático; Jovens Comunistas de Chelsea; Comitê contra o Revisionismo pela Unidade Comunista; Partido Comunista da Inglaterra (Marxista-Leninista); Associação Comunista de Finsbury; Amigos da China; Os Internacionalistas; Comitê dos Trabalhadores de Londres; Fórum Marxista-Leninista; Organização Marxista-Leninista da Inglaterra; Sociedade para Compreensão Anglo-Chinesa; Partido dos Trabalhadores da Inglaterra; Partido dos Trabalhadores da Escócia;
3) Pró-Cuba: Comitê Tricontinental.
(4) BODANSKY, Yossef. Bin Laden - O Homem que Declarou Guerra à América. Ediouro, São Paulo, 2002.
(5) KARL, Frederick R. George Eliot - A voz de um século. Record, Rio e São Paulo, 1995 (Tradução de Laís Lira).
(6) JOHNSON, Paul. Tempos Modernos - O mundo dos anos 20 aos 80. Bibliex e Instituto Liberal, Rio, 1994 (Tradução de Gilda de Brito Mac-Dowell e Sérgio Maranhão da Matta).
(7) HUTTON, J. Bernard. Os Subversivos - A primeira revelação mundial do plano comunista de conquista do mundo ocidental. Bibliex, coedição com Editora Artenova S. A., Rio, 1975 (Tradução de Luiz Corção).
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