MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Causos de Milico - Por Ary Portella Lopes

 


 Nesse livro de Ary Portella Lopes, Causos de Milico, publicado em 1985 pela Editora Epecê, de Porto Alegre, RS, com um linguajar próprio dos pampas gaúchos, há 75 causos de milico, alguns muito interessantes, outros nem tanto. 

Vejamos alguns deles: 

Um general na Arábia

Como sabemos, entre as Forças Armadas dos países pertencentes à ONU existe um intercâmbio de experiências bélicas. Por isso, foi um general servir como observador militar nos campos de batalha na Arábia. Ele recebeu as prerrogativas e mordomias possíveis naquela situação, entre eles um bom intérprete para facilitar as indagações recíprocas.

 Certa tarde chuvosa, o general foi visitar um depósito de repouso dos soldados que acabavam de regressar do “front”. A visita do Grande Chefe brasileiro havia sido anunciada, mas ninguém sabia nada da língua falada pelo ilustre visitante. Baseado no famoso jeitinho brasileiro, para descontrair o auditório, o general contou uma anedota brasileira daquelas do papagaio, com mais de uma centena de palavras. Em ato contínuo, o intérprete traduziu tudo com meia dúzia de vocábulos. Os milicos árabes bateram palma e riram muito.

O general continuou a programação, mas ficou intrigado com o laconismo daquela tradução. Em um intervalo, perguntou em voz confidencial, ao seu intérprete, como havia traduzido aquela anedota em tão poucas palavras, à qual todos entenderam perfeitamente.

- Foi muito simples, Excelência. Eu disse o seguinte: “O general contou uma piada engraçadíssima”.

 

Vinho de outra pipa

 


O sargento Kaxorrão tinha uma mulher gorducha, como uma pipa, daquelas que criam bigodes iguais a homens. Era uma verdadeira fera. Trazia aquele pobre marido sob controle absoluto, porque ele havia andado prestando favores a uma fulana desquitada.

Um dia de serviço, o Kaxorrão chamou um praça velho e boêmio: - Kaburé, hoje tu pegas a minha charrete e ao escurecer me traga uma mulher, que eu pago as despesas e te dou uma gorjeta.

O soldado Kaburé, ao sair de charrete, falou com o comandante da guarda, que era o Sargento Bocage, um baita gozador das judiarias alheias, e perguntou:

 - Tu sabes onde mora a mulher que ele mais gosta?

 - Ela é uma gordona que mora na rua tal, numa casa assim, assim... Não converse muito, só diz que ele mandou chamá-la urgente.

 Ao escurecer, o dito Kaxorrão caminhava na sombra das árvores do renque do portão lateral. Demorou um pouco e começou a ouvir o plac-te-plac das patas do tordilho. A uma certa distância, dava para ver os dois vultos, que vinham naquela charrete macia, a qual logo estacionou aquela silhueta de sereia.

 O destinatário da encomenda não se conteve e foi correndo ao encontro. Ao aproximar-se, sem reconhecer a esposa, foi abrançando-a e dizendo:

 - Que coisa linda! Hoje tem vinho de outra pipa.

 Foi o mesmo que cutucar a lichiguana. Ela tirou um pé de sapato e bateu como em porco roceiro, sem respeitar nem a gloriosa farda militar.

 

Polícia feminina

Uma tenenta da Polícia Feminina alugou um quarto de casa de uma viúca, que não entendia nada de fardas militares e não teve oportunidade de informar-se sobre a atividade profissional desta inquilina.

 Todas as manhãs a velha observava pela janela a saída da moça, sempre com o mesmo vestido. Foi ficando curiosa. E nada de mudar.

 No fim do mês, a pontual inquilina veio com o dinheiro na mão pagar o aluguel. Mas, a boa senhora, penalizada pela dificuldade que deveria estar passando a pobre moça, deu-lhe o dinheiro de volta dizendo:

 - Leva, minha filha, vai comprar outro vestido, pois este está muito batido.

 

 

O reformado desligado

Um turista, militar reformado, despreocupado com a política nacional, estava a passeio pela primeira vez na nova Capital Federal.

Havia, na ocasião, um movimento revolucionário para derrubar o Presidente da República. Mas o velho não estava ligando para fofocas e queria ir conhecer o Palácio das Forças Armadas.

Perguntou ao primeiro soldado que encontrou:

- Para que lado está o Ministério do Exército?

- Santo Deus! Não posso dar opinião, mas espero que esteja do lado do Governo. E, com licença, vou entrar de prontidão.

 

A mula da pipa

Em cidade grande, muitas coisas passam despercibidas. E, numa manhã de verão, quando o Tenente-Coronel Subcomandante do Regimento de Infantaria entrou no quartel, recebeu a apresentação de armas da guarda formada e logo veio a apresentação do Sargento de Serviço, de Adjunto do Oficial-de-Dia, o qual era o Sargento Corujão, calmo como o bicho preguiça. Aproximou-se, bateu os calcanhares, fez a continência regulamentar e disse:

- O serviço está sem alteração, isto é, morreu a mula da pipa.

- De que morreu a mula? Perguntou o Ten Cel.

- Foi de tanto puxar água.

- Mas para que tanta água, Sargento?

- Para apagar o incêndio do pavilhão de Administração, que pegou fogo, por motivo de uma vela que caiu na Bandeira Nacional, quando estavam velando o Oficial-de-Dia, o qual morreu no tiroteio.

- Mas que tiroteio?

- Foi no escurecezinho, quando o pessoal do Lampião entrou pelos fundos, depois de matar o guarda com uma peixeirada nas costas. Ainda bem que o Tenente já vinha de volta, donde havia ido dar uma espiadinha no forró da Xica Bico Doce, tadinho, deu logo de cara com os cabras-da-peste que estavam arrombando o Paiol de Munições e tocaram bala no homem.

- Chega, chega! Gritou o Subcomandante.

- Mas não fique tão nervoso, meu Coronel, eu le garanto que arranjo outra mula mansa para a pipa d’água.

 

Mãe viva

No quartel, existe a preocupação de manter-se elevada a moral da tropa. Por isso, quando chegam notícias tristes para os soldados, usa-se o tato conveniente na comunicação.

Foi o caso do Soldado 667, que faleceu a mãe e veio o aviso para o Comandante, mas o jovem era do tipo muito nervoso e a missão foi entregue ao Sargenteante, o qual aproveitou a hora da formatura matinal da Companhia e disse:

- Quem tem mãe viva dê um passo em frente.

A maioria avançou.

- Epa, 667. Você não tem mais, de ontem para cá.

 

Poderia ser...

O General perdeu o sono e resolveu caminhar pelo quartel, a altas horas da madrugada.

Foi entrando calmamente e pegou dormindo sentado o soldado de sentinela. Chegou e bateu com a mão no ombro do jovem, este levantou-se assustado e apresentou-se dizendo que havia trabalhado muito no dia anterior e estava muito cansado.

O General era um pai para os graduados e um avô-coruja para os recrutas. Assim falou:

- Para um jovem, isso não justifica, o guarda é responsável pela segurança dos companheiros que dormem. Não diga a ninguém que estive aqui, imagine que poderia ser o Sargento da Guarda...


Vide verso

O Sargento-de-Dia ao Esquadrão de Cavalaria Hipomóvel tirava serviço armado de espada. E o Sargento Kakito, um baixinho metido como galo garnizé, foi promovido por atos de bravura e não era muito bem com as letras, mas procurava se fazer respeitar puxando a espada até o meio da bainha cada vez de dar ordens aos recrutas.

Certa noite, ele foi fazer a chamada de revista do recolher, e como havia muita gente no pernoite, o Sargenteante colocou os nomes do pessoal de serviço na frente do papel e logo abaixo escreveu: vide verso. Pois ali estava relacionado o restante do pessoal.

O Sargento Kakito chamou os primeiros e, como havia muito nome de gringo, achou que vide verso era mais um. Chamou-o e nada, berrou, já com a dita espada a meia-folha, mas, como sempre, tinha um sabido entre aqueles cento e poucos, que gritou lá do fundo:

- Vira de lado.

- Tava dormindo em forma, abostado?

 

O Capitão Galo

Como sabemos, as gírias são regionais, em um lugar pode ser considerada pornográfica ou pejorativa, ao passo que noutros é palavra comum.

Foi o motivo do fiasco daeuele Capitão, muito autoritário, que por trás da cortina os milicos o chamavam de “Capitão Galo”, pois ao chegar, transferido para nova guarnição, recebeu o comando de uma Subunidade. E, na primeira formatuva, ele usou a palavra, fazendo uma série de advertências aos seus novos comandados, empolgando-se a ponto de concluir dizendo:

- O lugar de ladrão e indisciplinado é na cadeia. Comigo não adianta bancar o machão, o “galo” aqui sou eu.

Os praças ficaram estourando para rir e ele replicou:

- Acabem com essas caras de viados ou vou dar ordem unida até vocês criarem vergonha.

Refletiu e chamou o Subtenente “Sorro Manso” ao gabinete e perguntou:

- Qual é o motivo do arreganhamento dos recrutas?

O velho respondeu:

- Sr. Capitão, acontece que aqui chamam de galo aqueles que têm costumes sexuais esquisitos ou passivos.

O Capitão voltou, dizendo à tropa que era um Homem com H maiúsculo e não tinha nada a ver com galo.

Porém nada adiantou o “remendo”, milico é fogo.

  

O cavalo do comandante

 

No esplendor da Cavalaria Hipomóvel, o poderio das Unidades era representado pelo estado de nutrição e treinamento constante de sua cavalhada. O cavalo estava sempre em destaque.

Na incorporação, os recrutas entravam para o quartel e logo iam lidar com os ditos animais, pois este “companheiro” era o assunto dominante.

Baseado nisso, em um regimento sediado na fronteira havia um cabo velho chamado Paraguay Felipeto, que todos os anos montava uma arapuca para os novatos, rifando o cavalo do Comandante, que era sempre o mais lindo e bem manso. Ele observava os gringos que estavam com grana e mostrava o belo cavalo, dizendo que era de um oficial que fora transferido e o encarregou de rifar e remeter-lhe o dinheiro pelo banco.

Todos pagavam na hora e ficavam torcendo para a sorte ajudar. Assim, o espertalhão completava a lista dos trouxas, no outro dia avisava a todos que havia corrido a rifa e que o felizardo acertador havia sido o Coronel Comandante. E, para confirmar, ele aproveitava os passeios diários do Coronel montado no tal cavalo, para mostrar aos apostadores, e comentava:

- Que homem de sorte é o nosso Comandante, mas ele merece!

 

O Almirante e o Monsenhor

Eram dois meninos nascidos e criados, até completarem os estudos do curso primário em uma cidade interiorana.

Foram sempre bons amigos, mas um foi para a Marinha e o outro para o seminário. Nunca mais se encontraram, e lá pelas tantas, um era Almirante e o outro um gorducho Monsenhor Católico.

Já, em uma grande metrópole, encontraram-se casualmente em um aeroporto. O Monsenhor, vestido de batina e demais indumetárias clericais, reconheceu o Almirante e resolveu fazer uma brincadeira.

Imaginou um porteiro de hotel, pela farda de gala vistosa que o amigo ostentava. Aproximou-se e em tom golhofeiro, assim foi dizendo:

- Oh seu porteiro! Estou à procura de um hotel, em qual o senhor trabalha?

O Almirante logo o reconheceu e respondeu de improviso:

- Trabalho no Hotel Tamandaré, mas, pelo que vejo, a senhora está em adiantado estado de gravidez e deve ir direto para a maternidade – abraçando-o afetuosa e fraternalmente, ao estilo de grandes amigos leais.

  

Metro curto

Na Guerra de 45, o Sargento Padilha, chefe da turma de sapadores, foi encarregado de fazer uma valeta de quinze quilômetros de comprimento, um metro de boca e um de fundo.

O terreno variava entre lama a cascalhos e pedras.

Ele media diariamente o rendimento do trabalho, mas os soldados não sabiam qual era a marca a atingir no fim da tarde, mas aquilo era sagrado para o enérgico feitor.

Certa tarde, ele mediu e resolveu liberar o pessoal uma hora antes do horário costumeiro, dizendo que “o progresso foi muito bom”. Porém, quando a turma já estava no banho, ele tocou formatura geral e furioso queria saber:

“Quem havia serrado um pedaço do sarrafo que era o seu metro?”

 

Por que beber álcool?

Cumprindo a programação antialcoólica, o Capitão Médico Doutor Magaréfe fez uma palestra aos recrutas de todo o Batalhão, no salão do rancho, em uma tarde chuvosa. O palestrante empolgou o auditório, enfatizando com exemplos da hereditariedade dos alcoólatras, dos problemas gerados pelo uso do álcool por pessoas que perdem o controle e a saúde. Pois o organismo vai perdendo as imunidades e as doenças entram com facilidade.

Duma maneira especial, recomendou que os militares não deviam tomar álcool, porque faziam parte de uma organização modelo, portadora de muita responsabilidade perante a sociedade e a Pátria.

Pediu por amor à futuras gerações, que ninguém se viciasse no perigoso líquido. E, após estar certo de ter dado seu recado, perguntou:

- Alguém ainda tem alguma dúvida?

Levantou-se o Soldado Pudim de Canha e falou:

- Mas, Doutor, eu acho que na dúvida é o senhor que está. Porque, com tanta caninha boa que tem por aís, ninguém é louco de andar bebendo álcool.

 

Os guias inimigos

O Sargento Santo tinha uma comadre, dona de um gongá sediado na periferia da Vila Militar, onde frequentavam muitas famílias de militares.

Lá pelas tantas, veio transferido para aquela Guarnição o Sargento Bezerro, que logo procurou o dito gongá da Dona Bixinha e apresentou-se como médium.

Foi trabalhando, mas quando incorpovava só recebia “guias mulherengos”. Entrava em transe e ia direto agarrar-se às bonitonas, especialmente naquelas que inspiraram o poeta que disse “em teu seio formoso retratas”.

Ninguém podia impedir o Bezerro de mamar e manotear como mandasse o seu “cavaleiro”. Mas a Dona Bixinha foi observando e percebeu que aquele cavalo estava correndo solto. Falou com seu compadre, Sargento Santo, para aconselhar o seu colega, a fim de deixar de atrapalhar o seu trabalho.

O Sargento Santo compareceu à próxima sessão e constatou logo que o Bezerro estava abusando demais da paciência daquela boa gente dominada pela fé nas coisas do Além. E, quando o medonho entrou na “mamata”, o outro que trouxera por dentro da manga esquerda do casado um rabo de tatu de couro cru, trançado de oito, encostou com toda compostura de educado cavalheiro, pegou-o pelo braço e convidou-o para um particular lá fora. Assim que entraram no pátio, o couro de boi baixou sem alívio e o Santo só dizia:

- Eu sei porque bato e tu sabe porque apanhas.

No outro dia, o Sargento Bezerro apareceu no quartel mais machucado que gato que andou brincando no telhado. Foi ao Médico e contou a história de um assalto que fora vítima. O Capitão Médico foi conversando e descobriu a origem das lesões, levando a ocorrência ao conhecimento do Subcomandante da Unidade, o qual chamou os dois Sargentos em Gabinete, para serem ouvidos, e assim falou:

- Sargento Santo, qual foi o motivo de bateres em seu colega, que estava praticando sua devoção?

- Senhor Coronel, quem poderá le explicar melhor esse fato é a Dona Bixinha, porque eu estava ali assistindo e depois que incorporei não vi mais nada. Se deu briga eu não me lembro. Então vai ver que os nossos “guias” não se davam quando eram vivos e deu acaso de se encontrarem incorporados em nós que sempre fomos mui amigos. É uma pena...

O subcomandante solicitou o comparecimento de Dona Bixinha e, como solução, mandou o Sargento Bezerro ir baixar noutro gongá. Daí surgiu o ditado, para afastar alguém que esteja incomodando, “vais baixar noutro gongá”.

 

O cavalo e as galinhas

Antigamente, nas pequenas cidades, os regimentos de cavalaria tinham como praxe o uso de cavalos para transporte de militares entre o quartel e as residências. Do milho que vinha para os cavalos, alguns aproveitavam para criar porcos e galinhas. O desvio era tanto que a cavalhada não engordava nem no verão.

O Coronel Pirata, comandante da Unidade, baixou ordens severas para os comandantes-da-guarda revistarem todos os volumes na saída do quartel, para prender os ratões.

O Subtenente Abelardo, que era um grande estrategista desse assunto e possuía umas trezentas galinhas, alegou ao Fiscal Administrativo que não tinha ordenança e na sua casa havia uma boa estrebaria para pernoitar seu cavalo, porém precisava levar a ração de milho para a noite.

Foi publicada a autorização e diariamente ele levava um alforge cheio, mas soltava o cavalo no pátio junto com as galinhas e jogava o milho espalhado no terrendo dizendo que “era para o cavalo, mas se ele convidava as penosas era por delicadeza de amigo”.

 

Pescaria no seco

Serviam em um regimento sediado à margem de um grande rio os Sargentos Nido e Felizbixo, os quais constumavam passar os feriados pescando e caçando na beira do rio, que passava nos fundos da invernada reiúna onde havia uma extensão de mata natural.

Os dois amigos, como sempre, num sábado à tarde, selaram os cavalos, cada um com uma mochila, o material de pescaria e acampamento, bom cachorro, armas e munição. Saíram pelo bairro da Várzea, onde havia diversos botecos especializados em canha das melhores qualidades. Foram chegando, e de liso em liso, afinal lotaram as vazilhas e, já tarde da noite, entraram no mato da costa do rio.

A noite estava enluarada e pelas picadas eles foram penetrandeo mato a dentro. A certa altura, encontraram uma clareira de grama limpa, que com o reflixo da lua parecia uma bela lagoa.

Pararam os cavalos e combinaram dar uma linhada aí, mas poderia não dar em nada e depois não poderem montar a cavalo, iscaram os anzóis e jogaram na grama, vista como água.

Acenderam os pitos e logo correu a linha do Felizbixo, ele foi puxando com toda a prática de bom pescador e dizia:

- É muito grande ou esta lagoa é assombrada, pois o peixe não se bate na água. O Nido só recomendava:

- Mata no cansaço e não deixa escapar, a assombração que tu está vendo é a canha com bíter que aquela morena serviu lá no Xico Torto.

O cachorro choramingava e o dono exclamou:

- Isso não está cheirando bem, até o Companheiro está com medo.

Mas, veio vindo e apareceu na frente do cavalo o dito cachorro Companheiro, com o anzol na boca.


Hierarquia militar

Piadas de caserna:

https://gpeb.org/gpeb/?modulo=piadasdecaserna

 

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