MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

quinta-feira, 13 de junho de 2024

O País do Petralhas - Glossário - Por Reinaldo Azevedo

Amigos,

Com a volta do Babalorixá de Banânia e sua quadrilha petralha "à cena do crime" (by Geraldo Alckmin), vale a pena ler de novo os glossários que constam dos livros de Reinaldo Azevedo, “O País dos Petralhas” e “O País dos Petralhas II – O inimigo agora é o mesmo”.

Abaixo, links para download gratuito dos livros de Reinaldo Azevedo, enquanto esperamos que ele escreva “O País dos Petralhas III – O inimigo continua o mesmo”.

Félix Maier

 

O PAÍS DOS PETRALHAS


O PAÍS DOS PETRALHAS

GLOSSÁRIO

Reinaldo Azevedo

Algumas das palavras e expressões abaixo são de uso corrente no meu blog, e muitas delas estão nos textos reunidos neste livro:

AL QAEDA ELETRÔNICA – É a rede montada pelas esquerdas, especialmente os petistas, para difamar adversários. Ela patrulha revistas, jornais, blogs e sites, fazendo correntes na internet contra os seus desafetos, que participariam de uma grande “conspiração da direita”.

APEDEUTA – O termo é dicionarizado: “Que ou quem não tem instrução, ignorante.” Neste livro e no blog, “O Apedeuta”, com artigo, designa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando ele faz apologia da ignorância ou fala alguma batatada teórica.

BABALORIXÁ DE BANÂNIA – É outro dos epítetos de Lula, empregado quando ele assume certa vocação mística ou missionária. No candomblé, o babalorixá é um chefe espiritual. O termo “Banânia”, uma referência ao Brasil, é inspirado no país Kakânia, criação de Musil no romance Um homem sem qualidades.

COMPLEXO PUCUSP – Define uma parte dos professores e estudantes da área de humanidades da Pontifícia Universidade Católica e da Universidade de São Paulo. Consideram-se marxistas. Conseguiram a façanha de transformar seus “oprimidos” em “opressores”, já que eles sempre têm razão. De forma mais genérica, designa as esquerdas universitárias de todo o país.

CRÍTICA NEM-NEM – É uma variante do “Isentismo” (ver a seguir). O autor da crítica “nem-nem” não gosta de se posicionar nem a favor disso nem a favor daquilo. Seu herói secreto é Salomão. O crítico nem-nem acha que dividir a criança ao meio era uma prova de sagacidade.

DUALÉTICOS – É a turma que abraça a dialética perturbada, traduzida, de fato, pela dualidade ética: aos “companheiros” seriam facultadas licenças que aos demais humanos estão vedadas. Sabendo ou não, aplicam, na prática, os princípios expressos por Trótski no texto “A nossa moral e a deles”.

ESQUERDIOTA – É um misto de esquerdista com bobo da corte. Sua característica mais saliente é ignorar os princípios básicos das idéias que abraça. Acredita, por exemplo, que foi uma política de esquerda que levou o Brasil à condição de “Investment Grade”.

ESQUERDOFRÊNICO – É o esquerdista dividido, coitado! É aquele para quem o superávit primário era coisa de direita no governo FHC e passou a ser um ato de inteligência da esquerda no governo Lula.

ESQUERDOPATA – É o esquerdista patológico, disposto a eliminar os severos monstros da dominação ideológica que ainda assombram o seu sono. O principal deles é a imprensa, que ele chama de “mídia”.

ISENTISMO – É a doença infantil da “isenção”, uma qualidade que todo jornalista deve ter. Como o “isentista” rejeita radicalismos, ele declara não ver diferenças entre George W. Bush e Bin Laden ou entre a polícia e o narcotráfico. Se o assunto é Deus, ele acha justo que se ouça o diabo – afinal, é o “outro lado”.

PETRALHA – Neologismo criado da fusão das palavras “petista” e “metralha” – dos Irmãos Metralha, sempre de olho na caixa forte do Tio Patinhas. Um petralha defende o “roubo social”. Ele não vê mal nenhum em assaltar os cofres públicos desde que seja para a construção do “partido”.

PETRALHANTRA – É o petralha pilantra. Justifica o assalto aos cofres públicos com a lenda da redenção dos oprimidos e diz aos petralhotários que o roubo para “construir o partido” tem virtudes revolucionárias. De fato, embolsa a grana – e manda uma parte para paraísos fiscais. Um petralhotário costuma votar. O petralhantra costuma ser votado.

PETRALHOTÁRIO – É o petralha otário. Ele acredita no roubo social e não vê mal nenhum em assaltar os cofres públicos para “construir o partido” – ao qual atribui virtudes redentoras. Costuma ser um duro. Não se aproveita de benesses, a exemplo do “petralhantra”. Todo petralhotário é um bobo alegre.

PORTA-SACO – Caracteriza certo tipo de jornalismo especializado em ser porta-voz e puxa-saco do governo ao mesmo tempo. Um porta-saco sempre sabe o que Lula anda comentando com o seu “círculo íntimo”.

REMELENTOS E MAFALDINHAS – Ou “Moços Sem Banho, Moças Nervosas”. A expressão define os invasores de reitoria Brasil afora. Eles ainda usam barbicha-e-boina e fazem questão de afetar pouco asseio pessoal, ainda que isso seja falso, o que lhes confere o aspecto de quem dormiu sem trocar de roupa. Elas são contestadoras incansáveis, a exemplo de Mafalda, a personagem do argentino Quino.

TECLA SAP – Com a variante “acionar a tecla SAP”: há leitores, especialmente os “petralhas” (ver anteriormente), que não entendem ironia ou piada. “Acionar a tecla SAP” significa atentar para o sentido da linguagem figurada. TOCADORES DE TUBA – É o colunismo engajado na defesa incondicional do governo petista. O tocador de tuba é o propagandista menos sutil. Suas versões mais amenas podem tocar flauta ou saxofone. Alguns dos tocadores desses instrumentos de sopro já estão empregados na TV Pública – a Lula News. Mas há muita gente na fila.


 

O PAÍS DOS PETRALHAS II - O INIMIGO AGORA É O MESMO

GLOSSÁRIO

Reinaldo Azevedo

Algumas das palavras e expressões abaixo são de uso corrente no meu blog, e muitas delas estão nos textos reunidos neste livro: 

AL QAEDA ELETRÔNICA — É a rede montada pelas esquerdas, especialmente os petistas, para difamar adversários. Patrulha revistas, jornais, blogs e sites, fazendo correntes na internet contra os seus desafetos, que participariam de uma grande “conspiração da direita”. 

APEDEUTA — O termo é dicionarizado: “Que ou quem não tem instrução, ignorante.” Neste livro e no blog, O Apedeuta, com artigo, designa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando faz apologia da ignorância ou fala alguma batatada teórica. 

BABALORIXÁ DE BANÂNIA — É outro dos epítetos de Lula, empregado quando assume certa vocação mística ou missionária. No candomblé, o babalorixá é um chefe espiritual. O termo Banânia, uma referência ao Brasil, é inspirado no país Kakânia, criação de Musil no romance Um homem sem qualidades. 

COMPLEXO PUCUSP — Define uma parte dos professores e estudantes da área de humanidades da Pontifícia Universidade Católica e da Universidade de São Paulo. Consideram-se marxistas. Conseguiram a façanha de transformar seus “oprimidos” em “opressores”, já que eles sempre têm razão. De forma mais genérica, designa as esquerdas universitárias de todo o país. 

CRÍTICA NEM-NEM — É uma variante do isentismo (ver a seguir). O autor da crítica nem-nem não gosta de se posicionar nem a favor disso nem a favor daquilo. Se o crítico nem-nem fosse Salomão, ele de fato dividiria a criança ao meio. 

DUALÉTICOS — É a turma que abraça a dialética perturbada, traduzida, de fato, pela dualidade ética: aos “companheiros” seriam facultadas licenças que aos demais humanos estão vedadas. Sabendo ou não, aplicam, na prática, os princípios expressos por Trotsky no texto A nossa moral e a deles. 

ESQUERDIOTA — É um misto de esquerdista com bobo da corte. Sua característica mais saliente é ignorar os princípios básicos das ideias que abraça. Acredita, por exemplo, que foi uma política de esquerda que levou o Brasil à condição de Investment Grade. 

ESQUERDOFRÊNICO — É o esquerdista dividido, coitado! É aquele para quem o superávit primário era coisa de direita no governo FHC e passou a ser um ato de inteligência da esquerda no governo Lula. 

ESQUERDOPATA — É o esquerdista patológico, disposto a eliminar os severos monstros da dominação ideológica que ainda assombram o seu sono. O principal deles é a imprensa, que chama de “mídia”. 

ISENTISMO — É a doença infantil da “isenção” — esta, sim, uma postura que todo jornalista deve adotar. Como o isentista rejeita radicalismos, declara não ver diferenças entre George W. Bush e Bin Laden ou entre a polícia e o narcotráfico. Se o assunto é Deus, acha justo que se ouça o diabo — afinal, é o “outro lado”. 

JEG — Jornalismo da Esgotosfera Governista. É composto de revistas, sites, blogs, emissoras de TV e portais que são alimentados por anúncios do governo federal, de administrações petistas estaduais e municipais e das estatais. Os veículos e jornalistas que integram o JEG só existem porque são financiados com o nosso dinheiro. Sem ele, não teriam nem emprego, já que seu único talento é puxar o saco. 

MEGALONANICO — Sua expressão material é Celso Amorim, nanico para todos os efeitos práticos, mas megalonas intenções e, certamente, na visão que tem de si mesmo. O megalonanico criou na política externa brasileira o megalonaniquismo, que é uma diplomacia que oscila entre o terceiro-mundismo e a estupidez, uma faixa bem estreita. Sua característica mais marcante é falar grosso com democracias e fino com ditaduras e tiranias. 

PETRALHA — Neologismo criado da fusão das palavras “petista” e “metralha” — dos Irmãos Metralha, sempre de olho na caixa forte do Tio Patinhas. Um petralha defende o “roubo social”. Ele não vê mal nenhum em assaltar os cofres públicos desde que seja para a construção do “partido”. 

PETRALHANTRA — É o petralha pilantra. Justifica o assalto aos cofres públicos com a lenda da redenção dos oprimidos e diz aos petralhotários (ver a seguir) que o roubo para “construir o partido” tem virtudes revolucionárias. De fato, embolsa a grana — e manda uma parte para paraísos fiscais. Um petralhotário costuma votar. O petralhantra costuma ser votado. 

PETRALHOTÁRIO — É o petralha otário. Acredita no roubo social e não vê mal nenhum em assaltar os cofres públicos para “construir o partido” — ao qual atribui virtudes redentoras. Costuma ser um duro. À diferença do petralhantra, não se aproveita de benesses. Todo petralhotário é um bobo alegre.

 PORTA-SACO — Caracteriza certo tipo de jornalismo especializado em ser porta-voz e puxa-saco do governo ao mesmo tempo. Um porta-saco sempre sabe o que o governante anda comentando com o seu “círculo íntimo” (?). 

REMELENTOS E MAFALDINHAS — Ou “moços sem banho e moças nervosas”. A expressão define os invasores de reitoria Brasil afora. Eles ainda usam barbicha-e-boina e fazem questão de afetar pouco asseio pessoal, ainda que isso seja falso, o que lhes confere o aspecto de quem dormiu sem trocar de roupa. Elas são contestadoras incansáveis, a exemplo de Mafalda, a personagem do argentino Quino. 

TECLA SAP — Com a variante “acionar a tecla SAP”: há leitores, especialmente os petralhas (ver anteriormente), que não entendem ironia ou piada. Acionar a tecla SAP significa atentar para o sentido da linguagem figurada. 

TOCADORES DE TUBA — É o colunismo engajado na defesa incondicional do governo petista. O tocador de tuba é o propagandista menos sutil. Suas versões mais amenas podem tocar flauta ou saxofone. Alguns dos tocadores desses instrumentos de sopro já estão empregados na TV Pública. Mas há muita gente na fila. 

***

Baixe gratuitamente os livros de Reinaldo Azevedo: 

AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas (3ª. edição). Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2008. Disponível para download em https://professordiegodelpasso.files.wordpress.com/2016/05/reinaldo-azevedo-o-pac3ads-dos-petralhas.pdf 

AZEVEDO, Reinaldo. O país dos petralhas II – O inimigo agora é o mesmo (1ª. edição). Editora Record, Rio de Janeiro e São Paulo, 2012. Disponível para download em https://docs.google.com/file/d/0B7Kmav1S0xnaNVh6WHNFdnZTUmM/view?resourcekey=0-G7QMUgoP-4QaOPeFEd9dwQ


Obs.:

Com a volta do Ogro de Nove Dedos "à cena do crime", em 2023, Reinaldo Azevedo passou a adular o "descondenado" - cfr. a babação de ovo em https://www.youtube.com/watch?v=DgQomtI4TG4

Depois de massacrar sem trégua o Presidente Jair Messias Bolsonaro durante quatro anos, teria Reinaldo Azevedo se tornado um PETRALHANTRA (petralha pilantra) ou um PETRALHOTÁRIO (petralha otário)?

Quanta decadência, Tio Rei!

F. Maier

terça-feira, 11 de junho de 2024

Bilionários x pobres - Por Félix Maier

Tio Patinhas, na imaginação de um esquerdista.


Bilionários x pobres

Félix Maier

1. Milionários e bilionários são os que mais empregos criam ao redor do mundo.
Taxar fortunas dos super ricos é colocar milhares de pessoas na pobreza.
A esquerda acha que tirando dos ricos para dar aos pobres, a pobreza acabaria numa mágica.

2. Sabe o que iria ocorrer se tomassem o dinheiro dos super ricos como Bill Gates e Elon Musk, p. ex., e distribuíssem para os pobres da Índia, do Haiti e do Brasil?
Em apenas três dias, tudo estaria devidamente comido, digerido e cagado.
E todos voltariam a ser pobres. Incluindo Gates e Musk.

3. Enquanto isso, o poste Malddad se encontra com o Papa, para o Pontífice abraçar a ideia insana de Lula e do PT.
Provavelmente, vai sugerir ao Papa Chico a venda dos tesouros da Igreja para doar o dinheiro aos pobres.
Adivinha o que iria ocorrer...

4. Museus e ricaços comprariam o tesouro, a Igreja ficaria sem dinheiro do turismo para as obras sociais ao redor do mundo.
E os pobres, como já foi dito, em três dias teriam trocado os Museus do Vaticano por cocô.
Assim como as fortunas de Gates e Musk.

5. A ilusão maior da esquerda mundial é acreditar naquela velha imagem de Tio Patinhas dando cambalhotas em cima de uma montanha de moedas de ouro, dentro do seu quarto-cofre.
Como se todo milionário guardasse sua grana debaixo do colchão, sem utilidade prática nenhuma.

Obs.: Poste Malddad = Fernando Haddad


terça-feira, 14 de maio de 2024

Cavalo Caramelo - Por Félix Maier

 

Cavalo Caramelo, em Canoas, RS, ilhado no telhado
por 4 dias e resgatado por bombeiros.

Cavalo Caramelo

 

Félix Maier

No telhado do galpão, altivo e forte,
O Cavalo Caramelo enfrenta a morte,
Silente e imóvel, sem um relincho,
Demonstra sua força, seu instinto.

Símbolo de uma terra, de um povo valente,
Gaúcho em sua alma, coragem presente,
Caramelo, no alto, firme e altaneiro,
Peleia o dilúvio como falso ronceiro.

Dias se passam, e por mais que chova,
O Cavalo Caramelo sua bravura prova,
Sem se mover, sem provar alimento,
Mostra ao mundo seu resoluto intento.

Até que bombeiros, num gesto nobre,
Resgataram-no do telhado, sobre
Asas de solidariedade e empatia,
Caramelo desce, em sua augusta valia.

Assim como o cavalo, o gaúcho irmano,
Na tempestade, no afiado minuano,
Na coxilha demonstra resiliência, força e fé.
Levará gerações para recolocar a querência de pé.

Que essa história de Caramelo, de terror,
Inspire os corações e traga muito vigor.
Pois como o cavalo no alto do telhado,
O gaúcho vencerá o aguaceiro, pilchado.



segunda-feira, 29 de abril de 2024

2016: Sonho de uma noite de verão - Por Félix Maier

Impeachment de Dilma Rousseff.

2016: Sonho de uma noite de verão

Félix Maier

Vale lembrar a bela homenagem feita pela blogueira Christina Fontenelle a pessoas que se destacaram a combater a roubalheira petralha, denunciada pela Operação Lava Jato, e o avanço das pautas socialistas revanchistas durante os governos de Lula e Dilma (2003-2016) - cfr. postagem no Facebook https://www.facebook.com/ChristinaDFontenelle/videos/10201290484021495 e no Youtube https://www.youtube.com/watch?v=27EGL2ASt9w. Enfim, uma homenagem a todos que lutaram para preservar a liberdade e a verdade no Brasil nas últimas décadas. Obrigado, Christina, por me incluir em lista tão seleta!
A homenagem de Christina Fontenelle foi feita no início de 2016, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, que teve início em 02/12/2015 e se encerrou em 31/08/2016, com um enorme alívio para a população brasileira.
Infelizmente, a alegria durou pouco tempo, foi como um belo sonho de uma noite de verão, devido a um golpe sujo feito pelo STF, em que o Ogro de Nove Dedos foi "descondenado" em 15/04/2021, depois de ser condenado em três instâncias, por unanimidade (9 votos a 0) e ser preso em Curitiba por 580 dias, tornando-se hábil a concorrer às eleições presidenciais de 2022, alcançando a Presidência do Brasil pela 3a. vez, com uma forcinha extra do TSE ("missão dada, missão cumprida").
Pior de tudo, foi observar que mais de 60 milhões de brasileiros levaram o Ladravaz "de volta à cena do crime". Seriam idiotas úteis ou patifes assumidos?
A verdade inconteste é que só houve a balbúrdia do 08/01/2023 em Brasília, com depredação dos palácios dos Três Poderes, porque, antes, existiu o 15/04/2021, data da Traição Suprema feita contra o povo brasileiro.
O ex-ministro do STF, Marco Aurélio Mello, foi direto ao ponto, ao apontar a falha da segurança do DF e da União por ocasião do quebra-quebra de 08/01 (https://oantagonista.com.br/brasil/o-realismo-nada-fantastico-de-marco-aurelio-mello-sobre-o-8-de-janeiro/), além de criticar a decisão absurda do STF em anular processos contra Lula (https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/marco-aurelio-isenta-bolsonaro-e-culpa-o-stf-por-atos-de-vandalismo).
Houve crime de omissão (quiçá de prevaricação) por parte do Governo do DF (governador Ibaneis Rocha), do ministro da Justiça (Flávio Dino) e do Chefe do GSI (Gonçalves Dias, o "general do Lula"), que nada fizeram para impedir a depredação ocorrida no 08/01, embora tivessem sido alertados por documentos de Inteligência de que poderiam ocorrer tumultos naquele dia. 

Absurdo total é ver que só alguns coronéis da PMDF estão sendo processados, ninguém mais, por crime de omissão ou prevaricação.

***

"ANO NOVO 2016
Christina Fontenelle
2 de jan. de 2016
Eu fiz este vídeo para homenagear pessoas especiais para o Brasil, na minha opinião. E você está entre elas. Veja
Uma homenagem aos brasileiros que têm lutado para preservar a liberdade e a verdade no Brasil. São homens e mulheres que, cada um em sua área de ação, têm tido a coragem de se expor. Uns por motivos certos – a maioria –, outros por motivos nem tão corretos assim. Todos, porém, merecem o reconhecimento por suas atitudes de coragem. Alguns que aparecem aqui nem mesmo se conhecem. Há até entre eles os que se antagonizam. Há os que são pioneiros nesta luta. E há os que surgiram depois do advento das redes sociais. Muitos mais continuarão a surgir. Que a História os faça jus. Nem todos estão aqui neste vídeo. Peço desculpas. Seria inviável. Todos os brasileiros que lutam para livrar o Brasil do comunismo sintam-se incluídos. Que 2016 nos faça crescer em força, em coragem e em atitude.
5 Pessoas foram adicionadas ao vídeo original.
Músicas: HE KNOWS - Jeremy Camp mixada com TUDO POSSO - Padre Fábio de Melo (com Celina Borges) MIX
OBSERVAÇÃO: O nome de um dos homenageados foi escrito de maneira incorreta. Segue a correção: BRUNO GARSCHAGEN."



terça-feira, 16 de abril de 2024

Direita versus Esquerda - Por Félix Maier


Direita versus Esquerda


Félix Maier


À direita, LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
À esquerda, DISCURSO DO ÓDIO.

Que caminho você costuma seguir?

O do ódio da extrema esquerda, composta por socialistas, comunistas e outros extremistas, que dividem a sociedade em um dualismo pueril do "nós, os bons" contra "eles, os maus", e que tratam os adversários como inimigos a serem eliminados?

Ou o caminho da direita, da liberdade de expressão e da religião, e do capitalismo e livre empreendimento, que de fato leva o progresso a uma Nação?

A propósito, os muçulmanos usam a mão direita para comer e cumprimentar as pessoas. A mão esquerda é usada para fins menos nobres, como limpar a bunda.


quinta-feira, 4 de abril de 2024

O 31 de março de 1964 - Por Luiz Ernani Caminha Giorgis

 

"Ressurge a democracia!"