MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião que passou no dia 31 de março de 2014 pela orla carioca, com a seguinte mensagem: "PARABÉNS MILITARES: 31/MARÇO/64. GRAÇAS A VOCÊS, O BRASIL NÃO É CUBA." Clique na imagem para abrir MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964.

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

URNAS ELETRÔNICAS: HISTÓRICO DA FACILITAÇÃO SISTEMÁTICA DA FRAUDE - Autoria não identificada

URNAS ELETRÔNICAS:

HISTÓRICO DA FACILITAÇÃO SISTEMÁTICA DA FRAUDE  


Autoria não identificada 

 

 

 

Em 1996, quando as máquinas de votar foram usadas pela primeira vez, além do registro magnético, as urnas imprimiam o voto em papel - o que permitiria posterior recontagem por amostragem ou para resolução de pendências eventuais. 

A impressão do voto foi abolida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 1998, e reinstituída no Artigo 5o da Lei  12.034 de 29 de setembro de 2009, conhecido como Lei Contra a Fraude Eleitoral por Software. 

Em dezembro de 2010, sob a Presidência do Ministro Lewandowski o colégio de presidentes dos Tribunais Eleitorais deliberou solicitar ao Procurador Geral da República que ingressasse com uma representação no STF argüindo a “inconstitucionalidade da norma que prevê a implantação da impressão do voto nas eleições de 2014“. 

Em 19 de outubro de 2011 os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concederam medida cautelar suspendendo, até o julgamento de mérito, a aplicação do voto impresso nas eleições de 2014. 

Em 2012 foram realizados Testes Públicos de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação em que nas poucas horas concedidas para exame das 17 milhões de linhas de código que formam o software das urnas foram encontrados pela equipe comandada pelo professor Diego Aranha, da Universidade de Brasília, erros elementares de segurança e de projeto indicados em relatório que foi ignorado pelo TSE. 

Em 13 de maio de 2014 o Ministro Dias Tóffoli, advogado do PT nas campanhas eleitorais do ex-Presidente Lula em 1988, 2002 e 2006 toma posse como Presidente do TSE. 

Logo em seguida o Ministro Dias Toffoli comunicou que não faria testes público das urnas eletrônicas antes das eleições deste ano. 

 

A descoberta do programa inserido no SIS (Subsistema de Instalação e Segurança) por empresa terceirizada

 

Porém, em junho de 2014, aproveitando oportunidade surgida em função da “cerimonia de homologação e lacração   dos programas a serem utilizados nas eleições de 2014”, a advogada Maria Aparecida Cortiz, representante legal do PDT, assessorada por um analista do Comitê Independente coordenado pelo professor Diego Aranha, conseguiu acessar no TSE o Subsistema de Instalação e Segurança cujo desenvolvimento, manutenção e suporte é terceirizado para a empresa Módulo Security Solutions S/A, responsável pela segurança das urnas e que desde 1996 mantém contratos com o TSE continuamente renovados. 

Entre outros problemas ela descobriu que dentre os milhares de programas que compõem o sistema de votação estava presente um – o Inserator CPT – que pode manipular o sistema de votação de forma a permitir a entrada de programas clandestinos capazes de fraudar o resultado. 

Na condição de advogada credenciada pelo PDT as vulnerabilidades descobertas foram relatadas e reiteradas com pedido de providências em petição dirigida ao presidente do TSE no dia em 4 de setembro de 2014, a cerca de seis semanas da eleição -- tempo suficiente para providenciar, pelo menos, a neutralização do programa indicado. 

A petição foi tratada pelo Secretário da Presidência do Tribunal como reclamação sobre votação — que ainda não havia ocorrido – e não como impugnação de programas analisados por representante legal de partido político, que era do que se tratava. 

Desse modo, em vez de escolher, como deveria ter feito, um juiz Relator que daria parecer para julgamento em plenário, o Juiz Secretário desqualificou a advogada e o pedido, e o processo foi arquivado como se os fatos narrados nos autos fossem irrelevantes. 

Abaixo está o link para a Decisão sobre a petição ao TSE protocolo 23891/2014. 

http://www.cic.unb.br/~rezende/trabs/eleicoes2014/DecisaoTSE-Pet23891.pdf  

Aqui está a Procuração ignorada na Decisão.

http://www.cic.unb.br/%7Erezende/trabs/eleicoes2014/ProcuracaoPDT-2012.pdf 

 

Entrevista do professor Pedro Rezende

 

Pedro Rezende, professor da UnB, é um profundo conhecedor do sistema eletrônico de votação brasileiro, membro do CMind (Comitê Multidisciplinar Independente) que estuda o assunto há mais de 10 anos, juntamente com os professores Diego Aranha, Amilcar Brunazzo  e Maria Aparecida Cortiz. 

A entrevista abaixo, publicada no site  http://www.viomundo.com.br/denuncias/fraude-eleitoral.html -- notoriamente esquerdista --  torna-se o veículo ideal para esclarecer a situação: 

“O TSE sempre evitou debates públicos equilibrados, seja para abordagem técnica, seja para abordagem política sobre a concepção de sistema de votação apropriado à democracia brasileira”, observa o professor Pedro Rezende. 

Ele adverte: “Parece que o TSE continua disposto a evitá-los, fechando-se no hermetismo de seu encastelado juridiquês, que só tenta se comunicar com os comuns dos mortais por via de propaganda oficial, que vem se mostrando enganosa, já que o sistema de votação não é totalmente seguro". 

Viomundo — Nesta eleição, surgiram muito mais denúncias de fraude eleitoral do que em pleitos passados. O que acha disso? 

Pedro Rezende — Nessa eleição, pela primeira vez foram descobertas vulnerabilidades nos programas do sistema de votação durante a fase de análise do código pelos partidos políticos. 

A forma pela qual o TSE reagiu a essa descoberta legitimou uma discussão pública sobre os riscos que essas vulnerabilidades representam em nossas eleições. 

Particularmente para a eleição de 2014, tendo em vista os sinais de que a mais grave das vulnerabilidades do sistema de votação poderia ter sido explorada, produzindo as grandes discrepâncias que vimos entre as pesquisas de boca de urna na votação do primeiro turno e os resultados em vários estados. 

Viomundo – Qual foi a principal denúncia dos senhores ao TSE? 

Pedro Rezende – Um analista credenciado pelo PDT descobriu que dentre os cerca de 90 mil programas que compõem o sistema de votação, existia um – o Inserator CPT –, que pode manipular o sistema de votação de forma a permitir a entrada de programas clandestinos capazes de fraudar o resultado.

O Inserator estava escondido no SIS (Subsistema de Instalação e Segurança), cujo desenvolvimento, manutenção e suporte é terceirizado para aquela empresa privada que mais tem pulado licitações públicas no TSE… 

Viomundo – A Módulo? 

Pedro Rezende – Exatamente. O sistema que ela comanda — o SIS — é onde está aquele artefato que pode “abrir a porta” para o ladrão atuar.

Viomundo – Como o TSE reagiu à denúncia? 

Pedro Rezende – As vulnerabilidades descobertas foram relatadas com pedido de providências, pela advogada Maria Aparecida Cortiz, em petição dirigida ao presidente do TSE, em 4 de setembro de 2014. A petição foi tratada pelo Secretário da Presidência do Tribunal como reclamação sobre votação — que ainda não havia ocorrido –, e não como impugnação de programas analisados — conforme enquadrava o cenário.

Com tal manobra, na função de juiz “auxiliar”, esse secretário desqualificou a advogada e o pedido, indeferiu e mandou arquivar tudo, como se os fatos narrados nos autos fossem irrelevantes. 

Viomundo – O que ele deveria ter feito? 

Pedro Rezende — Enviar esses autos para análise do Ministério Público, nomear um juiz Relator que daria parecer para julgamento em plenário. 

Viomundo – Ao votar neste domingo, que garantia nós, eleitores, temos de que o nosso voto vai ser contabilizado adequadamente? 

Pedro Rezende — Apenas a crença cega na cantilena dos feiticeiros da seita do santo byte.

Na minha opinião, a maior vulnerabilidade do nosso processo de votação sistema é o fetiche cultivado pelo TSE em torno da urna eletrônica. O TSE é a única Justiça no mundo que faz e julga eleições que ela mesma faz.  Esse fetiche produz, com ajuda de feiticeiros da seita do santo byte, essa mágica alegorização progressiva: de democracia representativa para tutelada. 

Viomundo — Em que fases do processo há risco de fraude eleitoral?  

Pedro Rezende – Em qualquer das cinco etapas do processo de votação. A saber: desenvolvimento dos programas, preparação dos ambientes, carga das urnas, votação e totalização. Na fase de totalização, as fraudes podem ser tanto preparadas quanto praticadas, onde as formas possíveis são as mais certeiras e abrangentes. 

Viomundo –Essas fraudes podem ser perpetradas por quem? 

Pedro Rezende — Por quem tem acesso privilegiado para preparar ou operar o sistema de votação, de forma mais eficiente com divisão de tarefas em ações complementares. Nesse caso, até mesmo com a maioria na cadeia de comando, excluindo o topo e algum programador, sem saber que está participando ou contribuindo para isso. 

Viomundo –  Que sistema é usado e quem o desenvolveu?  

Pedro Rezende — É usado o sistema de votação do TSE, concebido e desenvolvido em parte por ele, com terceirização de alguns componentes.

A fabricação e o sistema operacional das urnas, assim como o sistema  de instalação e segurança chamado SIS, são terceirizados.

As urnas são quase todas fabricadas pela empresa Diebold/Procomp, que tem ganho as concorrências para fornecimento das mesmas nos últimos dez anos. O sistema operacional que roda nela é uma versão do kernel Linux adaptado pela Secretaria de Informática do TSE.

 Viomundo — O que significa o SIS? 

Pedro Rezende — Segundo documentação disponível na internet, O SIS  – subsistema de instalação e segurança — é responsável pelo monitoramento e a segurança de todos os computadores integrados ao processo eleitoral no país.

O SIS ainda administra o atendimento à regulamentação do TSE. O sistema monitora todo o ciclo de vida da eleição, desde os cadastros dos eleitores e dos candidatos, à geração dos bancos de dados para as urnas eletrônicas, a recepção dos resultados e a transmissão da totalização, até a sua divulgação.

O desenvolvimento e manutenção do SIS foi terceirizado para a empresa Módulo em 2002, sem licitação, com oito prorrogações sucessivas de contrato. Se e como esse contrato é acompanhado e fiscalizado pelo contratante, nada transparece dos atos públicos dos corregedores eleitorais. E agora, nem mesmo advogados externos têm como saber, pois com a mudança para o prédio novo do TSE, eles tiveram o acesso bloqueado à rede interna, onde os feitos administrativos são registrados. 

Viomundo — Aparentemente quem comanda, de fato, o sistema de votação são empresas privadas que atuam na área e o TSE seria uma espécie de rainha da Inglaterra. É isso mesmo? 

Pedro Rezende –Esta é uma maneira emblemática de resumir o que está transparecendo do episódio da petição ao TSE, denunciando irregularidades e que foi arquivado. 

Viomundo — O sistema de votação está há anos nas mãos de mãos de poucas empresas, que são dispensadas de licitação. Isso não é estranho? 

Pedro Rezende –Do ponto de vista de quem acredita na propaganda institucional do TSE, sim. 

Viomundo – O que cabe à Módulo e à Engetec nesta eleição? 

Pedro Rezende – A Módulo é a empresa do programa que pode ser usado para iniciar fraudes por contaminação de urnas  – o Inserator CPT. Ela desenvolve, mantém e ajuda a operar o SIS, e que deveria responder por seu desempenho e efeitos colaterais. 

Segundo o jornalista Luís Nassif  o atual presidente da Módulo [Sérgio Thompson-Flores] confessou ter trabalhado para a Kroll. 

Ou seja, era daquela organização multinacional surgida nos EUA para espionagem e operações gerais de guerra cibernética, que se envolveu num escândalo de traições e operações criminosas vindas à tona em 2008, por efeito da operação Satiagraha. 

À Engetec cabe preparar as urnas para os dois turnos em sete estados da federação (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ) que são cruciais para a eleição.

 

Quem é Maria Aparecida Rocha Cortiz? 


Links de busca:

http://jus.com.br/949783-maria-aparecida-silva-da-rocha-cortiz/publicacoes

http://www.brunazo.eng.br/voto-e/livros/FeD.htm

http://conteudojuridico.com.br/?colaboradores&colaborador=10197

http://jornalggn.com.br/tag/blogs/maria-aparecida-cortiz

https://www.youtube.com/watch?v=HgcKK6sslUw

http://pdt.org.br/index.php/noticias/voto-eletronico-hacker-revela-no-rio-como-fraudou-eleicao

http://www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=3498

http://adrianosoaresdacosta.blogspot.com.br/2010/04/maria-aparecida-cortiz-sobre-as-urnas-e.html


Obs.: 

O texto foi-me enviado por um amigo internauta via e-mail em 12 de nov. 2022 19:57. Trata-se de matéria que cobre as urnas eletrônicas e as eleições no Brasil, pelo menos até o ano de 2014. 

Infelizmente, alguns dos links acima expostos estão desativados.

Em 2015, o Congresso Nacional aprovou a Lei 13.165/2015, segundo a qual a votação continuará a ser eletrônica, mas com "voto impresso", para aumentar a segurança do pleito. Em 2018, o sistema de votação deveria ser com "voto impresso", porém o TSE julgou que o processo seria muito caro e, em 06/06/2018, o STF derrubou a Lei aprovada pelo Congresso, por 8 votos a 2.

Vale acrescentar que o ministro do STF Luís Roberto Barroso, quando era presidente do TSE, em 2021, empenhou-se pessoalmente para barrar a votação do "voto impresso" das urnas eletrônicas, referente às eleições gerais de 2022, indo ao Congresso Nacional para fazer campanha indevida e pressionar os parlamentares a votar contra. Marotamente, venceu a parada. Como se sabe, muitos congressistas têm ações correndo contra eles no STF.

Félix Maier


P. S.:

Matéria também disponível em

https://drive.google.com/file/d/1DUML1ZvDL1CHtnT3ocpO95UngQnscS3z/view


quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Delay de 1 ano e 7 meses - Por Félix Maier

 Delay de 1 ano e 7 meses

 Félix Maier 

 

Manifestantes em frente ao Comando Militar do Leste, Rio de Janeiro. 

Filmagem aérea do centro do Rio – 02/11/2022.

 

As manifestações populares que vêm ocorrendo desde a eleição do larápio Lula da Silva chegaram muito tarde, com 1 ano e 7 meses de atraso. 

Essas manifestações, que hoje ocorrem em todo o Brasil, principalmente em frente a quartéis, deveriam ter sido feitas a partir do dia 15 de abril de 2021, quando o STF, por 8 votos a 3, "descondenou" o ex-presidiário para concorrer à presidência da República. 

Naquela data, ocorreu um verdadeiro golpe contra a democracia, e ninguém tomou providência - nem o Presidente da República, Jair Bolsonaro, nem os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, que cometeram crime de prevaricação. Deveriam ter acionado as Forças Armadas, como prevê o Art. 142 da Constituição Federal, para Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que foram quebradas criminosamente por 8 togados do STF. 

Suponho que o presidente Bolsonaro pensava que o melhor adversário para ele seria o ladravaz, apesar de pesquisas de opinião mostrarem que Lula tinha ainda enorme aceitação popular, especialmente junto aos mais pobres. Muito mal assessorado por fardas estreladas, ocorreu a Bolsonaro erro semelhante ao visto no ano de 2005, quando Lula balançava no poder devido ao Mensalão e FHC, que sempre foi o maior cabo eleitoral de Lula, convenceu o senador Jorge Bornhausen a não acionar o impeachment contra o Chefão do PT, dizendo que o "impeachment seria no voto". Deu no que deu. Lula foi reeleito em 2006 e ainda emplacou um laranja, Dilma Rousseff, duas vezes, em 2010 e 2014.

 

Manifestantes em frente ao Quartel-General do Exército, Brasília, DF.

Filmagem da multidão – 15/11/2022.

 

Eu entendo a revolta dessas multidões que enfrentam temporais e lama, como em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, em não aceitar que um criminoso suba a rampa do Palácio do Planalto no dia 1º de janeiro de 2023. Agora Inês é morta e não há mais nada a fazer, senão enrolar a Bandeira Nacional e voltar para casa. 

Resumo do resumo: um Poder da República cometeu um crime hediondo. Os outros dois Poderes da República cometeram crime de prevaricação, ao fazer vista grossa a um crime consumado. Em decorrência desses crimes contra o povo brasileiro, passamos a viver num regime de exceção, comandado pela Ditadura da Toga. 

E a mídia? Com exceção da Jovem Pan News, aplaude o golpe com entusiasmo.

 

#STFVergonhaMundial

#TSEtchutchucaDoLadrao

 

 

Presidente Jair Bolsonaro – Brasília, 07/09/2021

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Do Brasilistão ao Xandaquistão - Por Félix Maier

Do Brasilistão ao Xandaquistão

 

Félix Maier


 Brasilistão: os bantustões dos índios, quilombolas e MST.

 

O Brasil, com a criação de inúmeras terras indígenas, quilombolas e assentamentos do MST passou a ser uma colcha de retalhos, que eu chamo de “Brasilistão”. Ou seja, o Brasil dos “bantustões”, como havia na África do Sul da época do Apartheid, quando negros eram confinados em algumas regiões do país (bantustões), de onde só podiam sair com autorização do governo. 

Sobre esse assunto, eu escrevi no ano 2000 Bantustões Brasileiros, em que etnias nacionais e africanas são confinadas em zoológicos humanos no Brasil, uma aberração que dificulta a miscigenação do povo brasileiro, que no futuro distante não será branco, preto, amarelo ou vermelho, mas marrom, por mais que zulus eugênicos teimem em conter a marcha do Brasil em direção à mestiçagem. 



Durante o Governo Jair Bolsonaro, de 2019 a 2022, o Brasil passou a ser conhecido como Togaquistão, o Bantustão das Togas, que foi a Regência dos ministros do STF, os quais tomaram na mão grande o direito de governar o País, retirando do Presidente da República prerrogativas que deveriam ser só dele, de mais ninguém. Pelo visto, essa Regência múltipla do STF veio para se eternizar, pois o Senado Federal nada faz para conter o ânimo totalitário dos togados. 

Esses atos ilegais, que quebraram todas as normas constitucionais, eram acionados pela esquerda radical, que levava suas ambições ditatoriais aos ministros do STF, que prontamente atendiam suas demandas. Pudera! Temos “7 líderes do PT no STF”, e todos sabemos por que foram colocados lá por Lula da Silva (4 petistas militantes) e Dilma Rousseff (3 militantes petistas). E vão continuar “7 líderes do PT no STF” no futuro, com a saída dos petistas Ricardo Lewandovski e Rosa Weber, os quais serão repostos por novos “líderes do PT no STF”, de preferência com pouca idade, para se eternizarem na Suprema Corte. 

Nos últimos anos do Governo Bolsonaro, um dos regentes do Togaquistão se destacou: o ministro do STF Alexandre de Moraes. 

Alexandre de Moraes, o “Xandão” para os internautas, fez o que até o próprio diabo não teria coragem de fazer. Sem obedecer ao devido processo legal, que garante a todo réu ampla defesa, em etapas previstas em lei, com todas as garantias constitucionais, Xandão se fantasiou de vítima, de promotor público, de legislador, de procurador do Ministério Público, de advogado de acusação, de delegado, de membro do júri, de carcereiro do tribunal, de juiz, para decidir sobre atos que não diziam respeito a ele. Tudo devido a “crimes de opinião”, esmagando o preceito constitucional da liberdade de expressão. Xandão cometeu todas essas arbitrariedades, segundo se sabe, para dar resposta às duras críticas que o STF vem sofrendo, especialmente alguns de seus ministros. Como um ditador africano, mandou prender um deputado federal (Daniel Silveira), o presidente do PTB (Roberto Jefferson) e o influenciador digital Allan dos Santos, que se refugiou nos EUA para não ser preso. Mandou cancelar inúmeros perfis nas redes sociais de políticos, jornalistas e apoiadores de Jair Bolsonaro, cortando a monetização desses blogueiros, muitos dos quais ficaram sem sustento para si e sua família. Uma aberração total! 

Não bastasse isso, o “Kinder Ovo” – outro apelido de Xandão, devido à sua lustrosa careca - comanda diversos processos (fake news, quebra de sigilo de vídeo sobre hacker no TSE etc.) que ele mesmo abriu contra Bolsonaro e alguns de seus apoiadores. São processos que não progridem, não têm solução, com o único objetivo de cozinhar o Presidente em óleo brando, até o fim do seu mandato. Se estivéssemos na Idade Média, Xandão seria também o carrasco que deceparia a cabeça de Bolsonaro ou colocaria fogo na lenha, para queimar o Presidente, ainda vivo. Xandão é um verdadeiro Torquemada em ação. 

Para piorar o que já estava péssimo, Xandão comandou a Regência Una do TSE durante as eleições de 2022. Para não fugir de seu padrão totalitário, o juiz dos juízes, o rei dos reis do Togaquistão continuou perseguindo o Presidente Bolsonaro, aceitando interferência da esquerda radical na campanha eleitoral, censurando imagens das comemorações do 7 de Setembro e diversas inserções que chamavam um ex-presidiário de ex-presidiário, um descondenado de descondenado,  um ladrão de ladrão, um corrupto de corrupo, um chefe de organização criminosa de chefe de organização criminosa, como se fosse possível reescrever a biografia de um larápio condenado em três instâncias, por 9 juízes, por unanimidade. Esse Pentateuco do TSE foi estendido também à Jovem Pan News, cujos comentaristas ficaram proibidos pela emissora de TV de comentar as ladroagens de Lula da Silva. O mundo inteiro viu Lula usando o boné CPX no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, onde estava protegido por traficantes. No entanto, o TSE proibiu a campanha de Bolsonaro de utilizar essa icônica imagem.

 

Lula da Silva com o prefeito do Rio, Eduardo Paes.


O brasileiro é muito criativo. Como não há outro remédio senão relaxar e gozar nestes tempos tenebrosos, como já pregava a influenciadora sexual Marta Suplicy, alguém criou no Google Maps o Xandaquistão, bem ao lado do TSE (obviamente, já removido pelo Google). Como o regimento interno do Complexo (CPX) STF/TSE prevê que as repartições físicas desses tribunais se estendem a todo o território nacional, pode-se afirmar que o Brasil virou um Xandaquistão, não só o TSE.




Há nada menos que 58 denúncias de crimes pelos quais o Presidente Jair Bolsonaro terá que responder a partir de 1º. de janeiro de 2023, seja em primeira instância, seja no CPX STF/TSE. O mínimo que esse CPX deseja, junto com os partidos vermelho-sangue, é colocar Bolsonaro na cadeia e cassar seus direitos políticos por muitos anos.

Será uma festa para Xandão, os “7 líderes do PT no STF” e a esquerda radical.

 

#STFVergonhaMundial

#7LideresdoPTnoSTF

TSEtchutchucaDoLadrao


Obs.: 

O texto acima foi publicado no Jornal Inconfidência, Belo Horizonte, MG
No. 311, de 20/11/2022 (à pg. 21)
Editor/Redator: Coronel (Exército) Carlos Claudio Miguez

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

O Pentateuco do TSE: Cinco palavras proibidas para se referir a Lula - Por Félix Maier

O Pentateuco do TSE: 

Cinco palavras proibidas para se referir a Lula


Félix Maier




O Pentateuco é composto pelos cinco primeiros livros da Bíblia. Entre os judeus, o Pentateuco é conhecido como Torá, que literalmente significa "Lei".

A autoria do Pentateuco foi, inicialmente, atribuída a Moisés. Porém, as exegeses concordam que o Pentateuco foi compilado durante o "período persa", o vasto império conquistado por Dario I e Xerxes I.

O general e escritor Raymundo Maximiano Negrão Torres costumava chamar, jocosamente, a obra de Elio Gaspari de "Pentateuco", os 5 livros que o jornalista ítalo-brasileiro escreveu (A Ditadura Envergonhada, A Ditadura Escancarada, A Ditadura Derrotada, A Ditadura Encurralada e A Ditadura Acabada), baseados em documentos sigilosos surrupiados pelo general Golbery do Couto e Silva, o "Feiticeiro", além de segredos anotados no diário de Heitor de Aquino, o "guardião” das memórias do regime militar. Nascido na Itália, Elio "Parmegiani" Gaspari começou sua vida jornalística escrevendo para o jornal do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Novos Rumos. Depois, durante certo tempo, foi auxiliar de Ibrahim Sued, que foi colunista social de O Globo por mais de 40 anos. Gaspari tem artigos publicados na Veja, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil e outros periódicos e revistas.

Em 2022, durante a campanha presidencial, o egrégio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também criou um Pentateuco muito particular, que foi enviado à TV Jovem Pan News. Por que só foi enviado à JP News e não à "grande imprensa", especialmente ao tal "consórcio de veículos de imprensa" (Folha de S. Paulo, G1, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e UOL)? Ora, amigo, onde você andava nos últimos tempos, passeando em Júpiter? Era uma "evidência" irrefutável de que somente a JP News não estava alinhada automaticamente à onda Lula da Silva, que derrotou Bolsonaro, e que apresentava as coisas como são, inclusive os fatos históricos que não eram louváveis em relação à pessoa de Lula, um sujeito corrupto cantado em verso e prosa em dezenas de livros e cordéis satíricos.

O Pentateuco do TSE não se referia a leis ou normas que deveriam ser cumpridas pelos comentaristas da JP News, mas de palavras inscritas no index verborum prohibitorum (lista de palavras proibidas), que não deveriam ser pronunciadas durante a campanha presidencial. Um ato de censura, pura e simplesmente, muito ao gosto do atual xerife do TSE, Alexandre de Moraes.

Que palavras tão graves eram essas, que não deveriam ser pronunciadas na TV, para não ofender a sensibilidade e a senilidade de Lula, um afável bisavô de 77 anos?

Será que posso escrevê-las, sem sofrer bullying do TSE?

Eis o Pentateuco do TSE:

1. Ex-presidiário

2. Descondenado

3. Ladrão

4. Corrupto

5. Chefe de organização criminosa

Vamos por partes, como fazia Jack, o Estripador:

1. Ex-presidiário. Por que não se pode chamar um ex-presidiário de ex-presidiário, se o sujeito foi preso numa sala da Polícia Federal (PF), em Curitiba, durante 580 dias? Afinal, foi ou não foi decretada a prisão de Lula? Se chegou a ser um presidiário, deixou de sê-lo quando foi solto. Ou seja, tecnicamente, Lula é um ex-presidiário. Ou vão me dizer que aquele local da PF não era propriamente uma prisão, mas apenas um resort com mordomias, para receber visitas intimadas e íntimas, nacionais e internacionais, na hora que batesse na cachola de Lula?

2. Descondenado. Descondenado é uma palavra jocosa para designar o golpe perpetrado pelo STF, no dia 15 de abril de 2021, por 8 votos a 3, ao anular os 4 processos movidos contra o ex-presidiário, referente ao triplex de Guarujá, ao Sítio de Atibaia, à sede e às doações de dinheiro ao Instituto Lula. Como o PT não havia conseguido emplacar o "poste" ou "laranja de Lula", Fernando Haddad, em 2018, o ministro do STF Edson Fachin, cabo eleitoral de Dilma Rousseff e defensor do MST, tirou uma carta escondida em sua cueca e... Curitiba não era o foro adequado para condenar Lula e, portanto, tudo teria que começar do início, em Brasília. Isso depois desse laborioso "líder do PT no STF" deixar que seu guru fosse processado, condenado e preso, sem fazer nada. Por que não tomou essa decisão lá atrás, ainda na fase inicial dos processos? Além do mais, segundo a maioria dos ministros do STF, o juiz Sérgio Moro havia sido "parcial" ao condenar Lula, como "provavam" mensagens divulgadas pelo IntercePT - provavelmente, vazamento de um traíra infiltrado no grupo de mensagens de Moro e de procuradores, como Deltan Dallagnol. O voto de Fachin, em liberar o ficha suja para poder fazer campanha presidencial em 2022, foi acompanhado por mais sete militantes do PT. Votaram contra o golpe petista os ministros Kassio Nunes Marques, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux. Vale lembrar que temos #7LideresdoPTnoSTF, número que se manterá durante o terceiro mandato de Lula (Ricardo Lewandovski e Rosa Weber vão embora, em 2023, e serão repostos por 2 outros "líderes do PT no STF"). O fato é que Lula não foi inocentado, como afirmam a esquerda beligerante e a mídia militante. Lula deveria responder a novos processos na Vara Federal de Brasília. Eu disse "deveria" e não "deverá" porque todos sabemos como correm os processos judiciais no País, e todas as acusações contra o ladravaz irão prescrever, tanto pela morosidade da Justiça, quanto pela idade do "descondenado". A impunidade, mais uma vez, irá se impor nesta República Federativa dos Bandidos.

3. Ladrão. Ladrão não é somente quem assalta diretamente uma pessoa, roubando seus bens, dando um tiro na cara da vítima ou não. Ladrão não é somente quem furta um carro ou uma casa escondido nas sombras da noite ou sob um sol forte de meio-dia. Ladrão é também quem compartilha um butim, o resultado de um assalto. Assim, se um cidadão recebe um apartamento ou um sítio, mesmo que esteja em nome de um "laranja", p. ex., um bem proveniente do assalto feito por uma construtora contra a Petrobras, esse cara é também um ladrão. Corrupto passivo, não ativo, não deixa de ser o que é: ladrão. E isso jamais será apagado da biografia do maior ladravaz da história do Brasil.



4. Corrupto. Há mais de uma dezena de livros que tratam da corrupção desencadeada pelo PT durante os governos de Lula da Silva e de Dilma Rousseff, além dos jornais e de inúmeras capas de revistas. Isso é fato, não há como negar. Começou com o Mensalão e se intensificou com o Petrolão. Se um chefe da nação deixou que houvesse roubalheira sistêmica e sistemática envolvendo seu Partido, o PT, e se aproveitou dessa criminalidade para enriquecer, é óbvio que se trata de um sujeito corrupto, por mais que ele repita que não sabia de nada e que tudo está em nomes de amigos, não do seu - como o Sítio de Atibaia. Lula provou que é corrupto e ponto final.

5. Chefe de organização criminosa. Nos bons tempos, isso tinha outro nome: "chefe de quadrilha". Mesmo fingindo que não sabia de nada, Lula foi o chefe de uma quadrilha que assaltou estatais, fundos de pensão, corrompeu inúmeros governos da América Latina, mediante obras superfaturadas feitas por  construtoras brasileiras, como a Odebrecht, que foram financiadas pelo BNDES. Vale lembrar que Rafael Correa, ex-presidente do Equador, fugiu para a Espanha para não ser preso. O ex-presidente do Peru, Alan Garcia, se suicidou após receber ordem de prisão no caso Odebrecht. Não chamemos mais Lula de "chefe de organização criminosa", como proibiu o TSE. Chamemos de "chefe de quadrilha", uma expressão que todo mundo conhece. Ou "chefe dos petralhas" - um neologismo criado pelo jornalista e escritor Reinaldo Azevedo, que é a combinação de "PT" com "Irmãos Metralha". Vale dizer que todo petralha é petista, mas nem todo petista é petralha.




Após a vitória do ex-presidiário, descondenado, ladrão, corrupto e chefe de organização criminosa, Luiz Inácio Lula da Silva, três comentaristas da JP News, que apoiavam Bolsonaro e teciam críticas duras ao ladravaz, chamando as coisas como elas de fato são, foram demitidos: Augusto Nunes, Guilherme Fiuza e Caio Copolla. Ana Paula Henkel, a eterna musa do vôlei brasileiro, pediu demissão da empresa, em solidariedade ao “mestre Augusto Nunes”. Claro, o ultraesquerdista Guga Noblat também foi demitido da JP News, para não dar muito na pinta.

O TSE também estendeu suas garras a deputados federais do PL eleitos neste ano, como Carla Zambelli, Major Vítor Hugo, Coronel Tadeu e Nikolas Ferreira – o mais votado do Brasil, com 1,5 milhão de votos -, cancelando suas redes sociais. O TSE mandou o Twitter barrar a conta do ex-Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, candidato a vice-presidente na chapa de Soraya Thronicke, do União Brasil. Um atentado a mais ou a menos não está fazendo diferença para os talibãs do sistema eleitoral. Mas é um indício claro dos tempos tenebrosos que virão pela frente, quando o “Pentateuco do TSE”, cheio de ódio, com sangue nos olhos, tomar posse em 1º. de janeiro de 2023.


Finalizando, não é nenhum exagero dizer que o Complexo STF/TSE elegeu Lula da Silva em 2022. Todos seus ministros deveriam usar o boné CPX, como fez Lula no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.




Adendo 1:

Durante a corrida de F1 em São Paulo, no dia 13/11/2022, Lula da Silva recebeu uma bela homenagem das arquibancadas: “Lula ladrão, teu lugar é na prisão”.

Adendo 2:

Ministros do STF são xingados em Nova York, onde participam de um evento do Lide Brazil Conference nos dias 14 e 15/11/2022, cujo tema é “O Brasil e o respeito à democracia e à liberdade”. Para quem prende deputado, presidente de partido político e cancela perfis de políticos e apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais, desmonetizando contas, sem seguir o devido processo legal, não deixa de ser um tapa na cara em todos os brasileiros democratas que defendem a liberdade de expressão.


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Profissionais da Jovem Pan não podem mais usar termos ofensivos contra Lula

Redação Notícias

19 de outubro de 2022

https://br.noticias.yahoo.com/profissionais-da-jovem-pan-nao-podem-mais-usar-termos-ofensivos-contra-lula-155057996.html

Os comentaristas da Jovem Pan receberam um comunicado da emissora para não utilizar expressões consideradas ofensivas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em programas da casa

Segundo informações do portal Poder 360, a determinação passou a valer na terça-feira (18). Ficam proibidos, portanto, os seguintes termos em referência ao petista:


  • Ex-presidiário;

  • Descondenado;

  • Ladrão;

  • Corrupto;

  • Chefe de organização criminosa.

Além disso, ainda de acordo com o portal Poder 360, o departamento jurídico da Jovem Pan orientou os profissionais a não criticar os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Relatório das Forças Armadas - Por Félix Maier

Relatório das Forças Armadas


Félix Maier




Pela expectativa e frustração que houve a respeito desse Relatório entregue pelas Forças Armadas ao TSE em 09/11/2022, nem se pode dizer que a montanha pariu um rato.

O rato já havia sido parido pelo STF no dia 15/04/2021, quando o plenário, por 8 votos a 3, reabilitou criminosamente um condenado por unanimidade em 3 instâncias (9 votos a 0), para que pudesse se candidatar a presidente do Brasil.

O STF, aparelhado por ministros militantes do PT (4 indicados por Lula e 3 por Dilma), lavou um ficha suja com a tranquilidade de estar lavando uma cueca cagada.

O TSE abraçou com fervor o ficha suja, boicotando por completo a campanha de Jair Bolsonaro, que quase nada podia publicar na TV, como imagens do 7 de Setembro. E, sem drama de consciência, o TSE proclamou a vitória de um criminoso. Como vou explicar tal infâmia a meus netos?

Tudo isso ocorreu como se tivesse sido feito dentro da legalidade. Não foi! O que houve foi uma completa quebra da normalidade democrática, uma quebra da Lei e da Ordem. Cometeram crime contra a Pátria os 8 ministros do STF, por "descondenarem" um criminoso, e os Presidentes da República, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados (Jair Bolsonaro, Rodrigo Pacheco e Arthur Lira), por crime de prevaricação. O Art. 142 da Constituição Federal deveria ter sido aplicado em abril de 2021.

Uma Nota Oficial emitida pelo Ministério da Defesa em 10/11/2022 relaciona importantes aspectos que demandam esclarecimentos por parte do TSE:

"– houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte;

– os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e

– houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação."

A Nota acrescenta:

“O Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras.”

Mas, será que o poderoso xerife do TSE, Alexandre de Moraes, vai esclarecer esses aspectos apontados pelo Ministério da Defesa, que "não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas" e mandar apurar com rigor o que realmente houve com as urnas eletrônicas durante o processo eleitoral?

Os manifestantes que se reúnem em frente aos quartéis por todo o Brasil, desde a noite de 30/10/2022, assim como muitos caminhoneiros, repudiando o golpe perpetrado contra o Brasil, são chamados de "golpistas" e "antidemocráticos", tanto pelo Complexo STF/TSE, quanto pela máfia da velha imprensa que se intitula "consórcio de veículos de imprensa". Agora, Inês é morta. Nada resta a fazer.

Assim, não é exagero dizer que o CPX STF/TSE, com apoio maciço da mídia - exceto a Jovem Pan News -, elegeu um rato para Presidente do Brasil.


Leia o Relatório das Forças Armadas (09/11/2022):

https://emc.acidadeon.com//dbArquivos/ACidadeONRibeirao/202211966988-relatorio-forcas-eleicoes.pdf


Leia também:

Nota Oficial

Relatório das Forças Armadas não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas (10/11/2022)

https://defesanews.com.br/relatorio-das-forcas-armadas-nao-excluiu-a-possibilidade-de-fraude-ou-inconsistencia-nas-urnas-eletronicas/



segunda-feira, 7 de novembro de 2022

CPX STF/TSE elegeu Lula - Por Félix Maier

CPX STF/TSE elegeu Lula

Félix Maier

Ministro Dias Toffoli, do STF, com amigos.

Fonte: Blog do Noblat

Sábado ameno, com amigos

https://twitter.com/BlogdoNoblat/status/1589104869352382464?s=20&t=qmNGJiif1g5q7yqksw_8Lw

O Complexo STF/TSE (CPX STF/TSE) elegeu Lula da Silva.

O STF, por ter anulado criminosamente os processos do ladravaz, depois deste ter sido condenado por unanimidade (9 votos a 0) em 3 instâncias.

O TSE, por ter boicotado a campanha presidencial de Bolsonaro, ao mesmo tempo em que censurou comentaristas da Jovem Pan News. E continua censurando deputados eleitos pelo PL em 2022, cancelando suas redes sociais, como Carla Zambelli, Vítor Hugo, Coronel Tadeu e Nikolas Ferreira - este o mais votado do Brasil.

Xandão e Fachin já podem colocar o boné CPX, junto com Lula.